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quarta-feira, julho 25, 2018

Avalon: uma má notícia


Chamava-se Lucy Helmore e foi, durante 21 anos, a mulher de Bryan Ferry, de cuja relação nasceram quatro filhos. Faleceu anteontem, durante um período de férias na Irlanda, com o seu atual marido, Robin Birley. É ela surge na icónica capa do álbum Avalon, dos Roxy Music, envergando um capacete e segurando um falcão, numa imagem alusiva à lenda do Rei Artur e à sua última viagem até à ilha mítica. Recorde-se que Bryan Ferry esteve há poucos dias em Portugal, para um grande concerto no NOS Alive.

sábado, setembro 26, 2015

BRYAN FERRY (70)

O último álbum de Bryan Ferry chama-se Avonmore e foi lançado em novembro de 2014. É o décimo quarto trabalho a solo deste senhor que continua a ocupar um lugar muito especial no coração deste blogue. Este longa duração inclui uma deliciosa versão de Johnny and Mary, o clássico de Robert Palmer. Aqui, Ferry entra em parceria com o norueguês Todd Terje. A ouvir, com urgência.
Hoje, Bryan Ferry completa a bonita idade de 70 anos. Parabéns!

quinta-feira, setembro 26, 2013

BRYAN FERRY (68)

O mais recente álbum de Bryan Ferry é um álbum especial. Chama-se The Jazz Age (2012) e é composto por uma série de reinterpretações jazzísticas, chamemos-lhes assim, de clássicos da carreira do vocalista dos Roxy Music. Desenganem-se, queridos fãs de Mr. Ferry: neste álbum não ouvirão a voz aveludada do senhor, não, uma vez que ele é exclusivamente composto por versões instrumentais pela Bryan Ferry Orchestra. Coproduzido pelo próprio Bryan Ferry, The Jazz Age celebra 40 anos de uma maravilhosa carreira que inspirou as nossas vidas como poucos artistas o fizeram.
Bryan Ferry completa hoje 68 anos e mantém aquele ar charmoso que derruba qualquer coração feminino em questão de segundos. A vantagem de se envelhecer com estilo, como é o caso deste senhor, é que se pode sempre iniciar uma relação com alguém, por exemplo, 37 anos mais novo. Alguém, por exemplo, que já andou com um dos nossos filhos. Sim, é essa a vantagem de Mr. Ferry, que casou com Amanda Sheppard, uma ex-namorada de um dos seus filhos, em janeiro de 2012. A ligação, entretanto, já chegou ao fim, segundo o Daily Mail.

terça-feira, novembro 22, 2011

Fora do Baralho (ou a entrevista imaginária da Blitz)

A revista Blitz tem uma rubrica chamada "Fora do Baralho", na qual uma celebridade é entrevistada. É um daqueles esquemas de questionátio fixo, de edição para edição, variando apenas o entrevistado. Já que eles não se decidem a entrevistar-me – aviso já que a minha paciência se está a esgotar – decidi adiantar-me. Assim, podem vir aqui ao blogue tirar as respostas e poupam uns trocos no telefone. Algumas perguntas foram adaptadas à identidade deste blogue, que é sobre a música dos anos 80, como já devem ter reparado. Aqui vai disto:

Qual foi o disco dos anos 80 que o deixou assombrado?

Com cinco minutos para pensar, poderia apontar assim uns cinquenta LPs que marcaram a minha vida, mas como quero dar um ar espontâneo à coisa, atiro com Baby, The Stars Shine Bright, dos Everything But The Girl. É simplesmente um disco lindo. Como se não bastasse a voz aveludada da minha querida Tracey Thorn, este disco conta com uma coisa que eu adoro nos disco pop, que são as orquestrações. 10 pontos em 10.

Com que músico não desdenharia trocar de pele?
Já disse por várias vezes, em conversas de amigos, em tertúlias poéticas, em autocarros apinhados de gente, e até mesmo no confessionário, ao senhor padre, que, numa próxima reencarnação, gostava de ser o Bryan Ferry. As pessoas normalmente ficam espantadas e retorquem (do verbo retorquir): "mas tu, com esse charme todo, essa cultura inigualável, essa beleza estonteante, essa simpatia inebriante, para que queres ser tu outro, seu tolo?". Eu faço aquele sorriso modesto que me é tão peculiar e respondo: "para conhecer as miúdas do teledisco do Kiss and Tell".

Que concerto se arrepende mais de não ter visto?

Muito provavelmente o dos Pixies no Coliseu do Porto, na primeira vez que vieram a Portugal, em início dos anos 90. Lembro-me de ter um exame no dia seguinte e ter decidido ficar em casa a estudar (a falta de dinheiro também teve o seu peso, é certo). A minha mãezinha ficou muito orgulhosa de mim e eu quero acreditar que esse passo foi decisivo para que eu terminasse o curso. Quero mesmo acreditar nisso!


Que disco dos anos 80 não consegue apagar do seu leitor de mp3?
A resposta podia ser semelhante à da primeira pergunta, mas agora, só para variar, escolho o Live in the Hothouse, dos The Sound. Este disco está provavelmente entre os três melhores discos ao vivo dos anos 80 (os outros dois são o Under a Blood Red Sky, dos U2, e o 101, dos Depeche Mode). É um registo que reúne toda a genialidade, presença e capacidade de nos emocionar de que só Adrian Borland era capaz. Funciona como um todo perfeito, este álbum.


Que músicos dos anos 80 já o desiludiram?
Acho que os U2 acabaram por me cansar (sim, chamem-me herege!), após terem atingido a perfeição com a trilogia The Unforgettable Fire, The Joshua Tree e Achtung Baby. Não quer dizer que tenham deixado de compor boas músicas, mas perderam aquele rasgo que fazia deles verdadeiramente especiais.

Consegue associar músicas a momentos ou pessoas da sua vida?

Claro que sim. Por exemplo, sempre que ouço I Like Chopin, de Gazebo, ou Souvenir, dos Orchestral Manoeuvres in the Dark, consigo viajar mentalmente até a um tempo de infância despreocupada, inocente e feliz, o tempo dos meus 10, 11, 12 anos, cuja única preocupação era saber se no dia seguinte ia conseguir finalmente completar o cubo mágico (nunca cheguei a conseguir) ou ganhar mais um jogo de futebol no pátio da minha escola (ganhei muitos). Outro exemplo são os Echo & the Bunnymen ou os The Smiths, que me fazem sempre lembrar da primeira vez que me dirigi a uma loja de discos e saí de lá com alguns debaixo do braço (descansem, que foram pagos). Fui com a minha irmã, dividimos o dinheiro, cada um comprou aquilo de que mais gostava, e foi um dia muito feliz.


Que música dos anos 80 não consegue ouvir?

Tenho alguns odiozinhos de estimação. Exemplos? Dirty Diana (Michael Jackson), In The Air Tonight (Phil Collins) ou Live Is Life (Opus). É de perder a esperança na humanidade!

segunda-feira, setembro 26, 2011

BRYAN FERRY (66)

Numa futura encarnação, quando me perguntarem que cantor dos anos 80 eu quero ser, não hesitarei: Bryan Ferry. Ele é um dos cantores mais carismáticos dos anos 80 e tem uma carreira a solo recheada de momentos espantosos, como Slave To Love, Windswept, Don't Stop The Dance ou Kiss And Tell. Esta última transporta-me para uma fase em que frequentava a mítica Swing. Muito dancei eu Kiss And Tell em finais da década de 80!

O mais recente álbum de originais chama-se Olympia. No site oficial é possível ouvi-lo.

Em 22 de Julho de 2010, cumpri o sonho de o ver em palco, com os Roxy Music, em Oeiras. Resta-me dizer que Bryan Ferry completa hoje 66 anos. Parabéns!

terça-feira, maio 24, 2011

BOB DYLAN (70)

Falar de Bob Dylan nos anos 80 parece um pouco estranho, principalmente para mim, que nunca apreciei o estilo (apesar de reconhecer a excelência do compositor, patente, por exemplo, no fabuloso Dylanesque, de Bryan Ferry). Porém, houve uma musiquinha, em 1985, que me prendeu a atenção. Chamava-se Tight Connection to My Heart (Has Anybody Seen My Love?) e foi o primeiro single extraído de Empire Burlesque. O teledisco, em que aparecia uma miúda giríssima no coro, também teve o seu efeito positivo em mim. Hoje, Bob Dylan completa 70 anos. Parabéns!

sábado, abril 02, 2011

Grupo IX: Dave Gahan impôs-se num grupo difícil

Dave Gahan, provavelmente um dos melhores frontmen da história da música, venceu o Grupo IX da eleição Melhor Voz Masculina dos Anos 80, com alguma margem confortável em relação a David Bowie. Bryan Ferry, Jimmy Sommerville e Mick Hucknall completam o grupo dos cinco que passam à fase seguinte. Bernard Sumner, que esteve na luta até aos últimos momentos, acabou por ser eliminado, mas, se virmos bem as coisas, nesta coisa de se avaliar a voz, e apenas a voz, talvez tenha sido final mais justo tendo em conta quem estava do outro lado da barricada.

Total de votos: 93
dave gahan (depeche mode) - 29 (31%)
david bowie - 19 (20%)
bryan ferry (roxy music) - 13 (13%)
jimmy sommerville (bronski beat/communards) - 10 (10%)
mick hucknall (simply red) - 9 (9%)
bernard sumner (new order) - 7 (7%)
kevin rowland (dexy's midnight runners) - 3 (3%)
marti pellow (wet wet wet) - 1 (1%)
nik kershaw - 1 (1%)
mark king (level 42) - 1 (1%)

domingo, março 27, 2011

Voz Masculina dos Anos 80 - Grupo IX


Ora então vamos lá ao Grupo IX, o penúltimo! E que grupo! Olhem para estas caras e decidam qual é a melhor voz. Impossível, não é? Mas tem de ser... Os cinco primeiros passam à fase seguinte. Obrigado pela participação. É na barra lateral!

Na imagem:
jimmy sommerville (bronski beat / communards)
dave gahan (depeche mode)
david bowie
kevin rowland (dexy's midnight runners)
marti pellow (wet wet wet)
bernard sumner (new order)
mick hucknall (simply red)
nik kershaw
bryan ferry
mark king (level 42)

segunda-feira, julho 26, 2010

Roxy Music em Oeiras: a setlist

Graças ao amigo Pedro Temporão (Raindogs, Cello, Corsage,...), que tive o prazer de conhecer, aqui está a setlist do concerto dos Roxy Music, no Oeiras Sounds.

sábado, julho 24, 2010

Roxy Music: while my heart is still beating

Foi quase uma questão de sobrevivência. O meu coração já pode parar. Já vi os Roxy Music ao vivo. Depois de os ter falhado, em 2003, nas Dunas de S. Jacinto, era obrigatório marcar presença no Oeiras Sounds. Já posso dizer aos netinhos que vi os Roxy Music ao vivo e que estive como daqui-para-ali com o Bryan Ferry. Não foi um concerto perfeito? Não. Não sei se há concertos perfeitos. Não tocaram Avalon, Same Old Scene ou Oh Yeah. Estiveram em palco apenas uma hora e vinte minutos. A voz de Ferry se calhar já não tem a mesma saúde de outros tempos (veja-se, como exemplo, a "versão" de More Than This, umas notas bem abaixo do original...). Apesar de tudo isto, foi um grande concerto. E não precisou de ser perfeito. Não tinha de ser.

O local é lindíssimo, um pouco a fazer lembrar os jardins do Palácio de Cristal, no Porto. Aliás, daquilo que pude ver, assim de relance, a zona histórica de Oeiras parece-me bem bonita. O público parecia seleccionado à entrada, com o nível etário a puxar assim para os entre 35-45 anos (como eu me senti à vontade...) e a demonstração por que Oeiras é um dos concelhos com um nível de vida mais elevado do país. A comunidade inglesa marcou forte presença, mas diluiu-se numa multidão de cerca de quatro mil pessoas (ouvi um polícia a falar neste número a outro polícia) que vibrou com cada canção que os Roxy Music tocaram, e, em especial, acompanharam Ferry no refrão de Jealous Guy.

Os quatro Roxy Music foram muito bem acompanhados por uma banda da suporte competentíssima. Quatro grandes cantoras negras nos coros, uma teclista e violinista que trouxe ao palco um cheirinho a glam, um "puto" - assim parecia - na guitarra eléctrica, que teve o seu momento de glória, e um baixista e um teclista mais low-profile. Quanto a Bryan Ferry, mostrou aquilo que já é a sua imagem de marca: por vezes sentou-se ao piano, lá atrás, mas foi em frente ao público que o seu sorriso esfuziante e gratidão para com o público se revelaram constantes. Constante também foi a sua dança, num estilo bem próprio por sinal.  Phil Manzanera e a Andy Mackay estiveram mais sóbrios, mas impecáveis na mestria com que atacaram a guitarra e os metais, respectivamente.

O final do concerto, após um Do The Strand apoteótico, trouxe um certo sabor amargo pela curta hora e vinte em que estiveram em palco (seria da ventania e frio que se faziam sentir? Ou teriam de partir para o Japão, onde tocam a 31 de Julho, e isto do jet lag já se sabe...?). Mas como eu acho que temos de nos agarrar com unhas e dentes ao que de bom a vida nos dá, só tenho de guardar, para sempre, na minha memória a presença de uma banda intemporal, ali, à frente dos meus olhos. No dia 22 de Julho de 2010, das 22:10h às 23:30h. Para sempre.

sexta-feira, julho 23, 2010

Now the party is over... I'm so tired


Fica, em jeito de aperitivo, uma foto tirada com o telemóvel. Nos próximos dias seguir-se-ão as fotos "a sério" e a "reportagem" completa. Grande concerto! Obrigado, Roxy Music!

terça-feira, julho 20, 2010

Viva a Antena 1!

Tal como a M80, a Antena 1 realizou um passatempo para atribuir convites-duplos para o concerto dos Roxy Music em Oeiras. Só que as semelhanças acabam aqui. Eu telefonei e deu logo umas quatro ou cinco vezes interrompido - é natural, é um passatempo!. À sexta tentativa, atenderam! E já cá canta um convite-duplo para ver, pela primeira vez na minha vida, os senhores Brian Ferry, Phil Manzanera, Andy Mackay e Paul Thompson! Estou eufórico!

domingo, julho 11, 2010

Roxy Music em Oeiras


Estou mesmo tentado a ir aos jardins do Palácio Marquês de Pombal ver os Roxy Music. É no dia 22 de Julho!