sábado, setembro 25, 2004

VH1: Bands Reunited



É por estas e por outras que este é para mim o melhor canal de música. A VH1 tem um programa chamado Bands Reunited e cujo conceito é fazer o possível para voltar a juntar elementos de uma banda já extinta para uma actuação única.

Hoje vi um desses programas dedicado aos A Flock Of Seagulls. Valeu a pena. Fiquei a saber que os irmãos Score não se falavam há alguns anos. Que o responsável pelo penteado fantástico de Mike Score, o vocalista, foi o baixista Frank Maudsley. Que o guitarrista Paul Reynolds foi o primeiro a deixar a banda devido problemas físicos e psicológicos (usualmente designados por "sex, drugs and rock'n'roll"). Fiquei também a saber que voz de Mike Score já não é a mesma. O programa acabou com a actuação da banda. Amanhã a VH1 repete o programa, às 17:00h, mas como há mais motivos de interesse, aqui fica a parte da programação que interessa aos fãs dos eighties (hora portuguesa):

Domingo - 26 de Setembro
11:30 - So 80's
12:00 - Bands Reunited - Berlin
13:00 - Uncut - Blondie
14:00 - Bands Reunited - Squeeze
15:00 - TV Moments - Reunions
16:00 - So 80's
17:00 - Bands Reunited - Flock Of Seagulls
18:00 - One Hit Wonders - New Wave
18:30 - One Hit Wonders - Disco Divas
19:00 - Kajagoogoo
20:00 - One Hit Wonders
20:30 - TV Moments - Reunions
21:30 - Before They Were Rock Stars


sexta-feira, setembro 17, 2004

Morreu Johnny Ramone



É o terceiro Ramone a deixar-nos. Depois de Joey (vocalista), em 2001, e de Dee Dee (baixista), em 2002, foi agora Johnny (guitarra) quem deixou amargurados os fãs de uma das maiores bandas rock de todos os tempos.

Os Ramones surgiram em 1974, mas tiveram uma importante presença nos anos 80. "Conheci-os" já em meados da década, tinha eu 15/16 anos, ao ouvir pela primeira vez o álbum It's Alive (1979), talvez o álbum ao vivo que melhor traduz a energia do rock'n'roll em palco.

Há poucos meses comprei em CD a edição remasterizada de End Of The Century (1980), que incluiu temas como Do You Remember Rock'n'Roll Radio?, Baby I Love You e Rock'n'Roll High School.

Hoje é dia de Ramones cá em casa. Hey, ho, let's go!

quarta-feira, setembro 15, 2004

Madonna - a visão de Berna Valada

"Olá Tarzan Boy. Eu estive lá e mando-te aqui o meu relatório. Este texto já foi publicado em http://as-barbas-do-hernani.blogspot.com/

Cumprimentos bloguísticos e "oitentísticos". ;)

Ofereceram-me um bilhete, e em nome dos velhos tempos (anos 80, primeiros 5 anos) fui ver a Madonna ao Pavilhão Atlântico. Em nome do tempo em que implorei durante meses à minha mãe que me encontrasse um pullover verde-alface com decote em bico. Em nome de "Burning Up", "Borderline", "Over and Over" e tantas outras canções que sabia de cor.

Gostei de a ver, está com bom aspecto apesar de terem passado por nós 20 anos. Também gostei de ter tido a oportunidade de vaiar o Pedro Santanás Lopes num grande recinto. Não é todos os dias. Não gostei dos fãs da Madonna. Na sua maioria, são histéricos e não têm escrúpulos.

O espetáculo em si foi muito conceptual e muito variado (apesar de poder dispensar alguma enjoativa imagética circense), com especial destaque para alguns trabalhos em vídeo muito bons. Continuo a achar que é pouco explorada a área da dança, que lhe parece interessar tanto desde que foi bolseira de dança na universidade aos 19 anos. Algumas canções foram re-inventadas (afinal nem todas tiveram direito a nova versão), mas não sob essa perspectiva. É algo que apenas se arranha ao de leve nalguns dos vídeos que passaram nos écrãs - a junção dos novos arranjos sonoros a novas perspectivas dentro da dança contemporânea e da fotografia. É um pacote potente mas pouco explorado. O fim do espetáculo é muito abrupto, não há encores nem palavrinhas soltas, e fica a impressão de que os planos são cumpridos cirurgicamente ao minuto. Muito sorridente e muito pouco preguiçosa como de costume, Madonna vinha carregadinha de mensagens de paz, mas até o desejo de paz mundial cabe dentro de um esquema muito profissional, muito certinho, sem grande espaço para a "re-invenção"."

segunda-feira, setembro 13, 2004

Madonna mia!

Problemas no meu computador têm-me impedido de actualizar o QA80 com assiduidade. Enfim, coisas que acontecem a quem se mete nisto. Já formatei o disco e agora estou na sempre chata fase de instalação de programas.

À hora em que escrevo este post, Madonna deve estar a por em delírio milhares de felizardos no Pavilhão Atlântico. Há cerca de uma hora, uma amiga ligou-me de lá só para me dar 60 segundos de Vogue. Já posso dizer que ouvi a Madonna ao vivo em Portugal.

Gostava de fazer um post com relatos do concerto de pessoas que lá tenham estado ou que venham a estar amanhã. Quem estiver interessado e quiser ver a sua opinião postada no Queridos Anos 80, pode enviar o texto para tarzanboy@iol.pt

quarta-feira, setembro 08, 2004

Só falei pra dizer que te amo



Há 20 anos, Stevie Wonder chegava ao número um do top de singles do Reino Unido. Em Portugal, fez-nos odiar o Top Disco por alguns meses. Depois disto, aprendi o significado da palavra TORTURA.

PS - O título do post é o nome que Marco Paulo deu à sua versao do exito de Stevie Wonder. Fica a homenagem ;-)

terça-feira, setembro 07, 2004

Laura Branigan, a morte aos 47 anos



Recebi um mail do Jorge Guimarães Silva, há já três dias, que me deu a notícia da morte de Laura Branigan, a cantora de Self Control (quem não se lembra do teledisco?) e Gloria. Deixo-vos com a informação que o Jorge gentilmente recolheu sobre Laura:

Tenho um assunto para o teu blog: Laura Branigan morreu devido a um aneurisma cerebral. A cantora foi descoberta, já cadaver, quarta-feira passada. Laura tinha vindo a queixar-se de dores de cabeça, mas não estava a ter acompanhamento médico.

Deixo-te aqui algumas dicas sobre a cantora:

Laura Branigan Nasceu nos arredores de New York a 3 de Julho de 1957. "Gloria" foi o seu primeiro exito na rádio - esteve no top durante 36 semanas em 1982. Esta canção conseguiu-lhe uma nomeação para um Grammy na categoria de "Best Pop Vocal Performance Female".

Em 1983 Branigan teve mais dois "top ten" nas charts das rádios americanas com "Solitaire" e "How Am I Supposed To Live Without You".

Em Portugal um grande exito nas pistas de dança - e não só - foi "Self Control". A cantora entrou ainda num episódio da série "Knight Rider" onde fazia o papel de uma cantora.

Abraços,

Jorge Guimarães Silva

sexta-feira, setembro 03, 2004

Madonna nos anos 80: qual a melhor música?


Vai ser incontornável ouvirmos falar de Madonna nos próximos dias. A material girl vem até nós pela primeira vez para actuar ao vivo. É por isso que o QA80 decidiu abrir mais uma sondagem, desta vez para saber qual o vosso tema favorito de Madonna. Tal como aconteceu com Prince, serão apenas considerados os temas dos anos 80. Mesmo assim, tive de deixar algumas canções importantes de fora, uma vez que o limite de entradas para a sondagem é de 10. São então dez canções a competir para elegerem uma e apenas uma. É aqui ao lado, nas Sondagens Dear80s. Obrigado por participarem!

PS - O post anterior, relativo ao aniversário de Madonna, foi publicado hoje (03/09), mas com a data de 16 de Agosto, que não podia obviamente ser ignorada. Acontece que o facto de estar de férias me impediu de o publicar. Fica agora a actualização.

sexta-feira, agosto 13, 2004

Just Like Heaven


Será que usaram o
mesmo baton?


Faz hoje precisamente 16 anos que Robert Smith, vocalista dos The Cure, e Mary Poole se casaram. Parece uma daquelas histórias de amor que julgamos só acontecer nos filmes. Conheciam-se desde os tempos em que frequentavam as aulas de teatro, tinha Robert apenas 14 anos. Todos os membros que faziam parte dos The Cure da altura - Porl Thompson, Roger O'Donnell, Boris Williams, Simon Gallup e Lol Tolhurst - compareceram na cerimónia que teve lugar na Worth Abbey. O padrinho (best man) foi Simon Galllup. Como espécie de presente de casamento, Robert Smith escreveu Lovesong, canção que faria parte do magnífico Disintegration.

A cerimónia foi mantida no mais absoluto segredo. A propósito, Robert diz: "Se um jornalista ou grupo de fãs estivesse presente, estragaria tudo, quer para nós os dois, quer para os nossos pais."

Quando lhe perguntaram por que se casaram, Robert respondeu: "A principal razão foi podermos dizer que temos um dia em que nos casámos. Na verdade, foi dia mais feliz das nossas vidas. Foi excelente termos toda a família presente. Não o fazer teria sido errado. Apesar de ter o seu significado, ainda nos consideramos como namorado ou namorada. É o que ainda dizemos de cada um de nós."

Sobre a opção de não terem filhos: "Decidimos não ter filhos. Prefiro ser tio. Não sei se daria um bom pai. Falta-me sentido de disciplina na vida e não sei se conseguiria impô-lo a um filho." E ainda: "Tenho 25 sobrinhos e sobrinhas por isso tenho o prazer de ter um monte de crianças por perto quando quero. Mas também posso fechar-lhes a porta quando me apetecer."

Três curiodades relacionadas com Mary Poole:


1. É ela que surge no teledisco de Just Like Heaven a dançar com Robert Smith.

2. É ela também que surge na capa de Charlotte Sometimes, apesar da imagem bastante desfocada.

3. É ainda ela que surge na capa de Pictures Of You. Esta fotografia foi tirada pelo próprio Robert Smith.

quinta-feira, agosto 12, 2004

Los Angeles 1984


Bonito penteado, ó Lionel!

Há vinte anos, os Jogos Olímpicos de Los Angeles chegavam ao fim. Foram os meus primeiros Jogos Olímpicos e, talvez por isso, aqueles que ainda recordo com mais emoção. Momentos inesquecíveis em que foram protagonistas, entre outros, nomes como Daley Thompson, Sebastian Coe, Edwin Moses, Carl Lewis e o nosso Carlos Lopes.

Na cerimónia de encerramento, Lionel Richie, a atravessar o momento mais alto da sua carreira a solo, interpretou uma versão de cerca de 20 minutos de All Night Long, numa transmissão televisiva para cerca de 2.6 biliões de pessoas em todo o mundo. É esse momento que hoje queria recordar convosco. Já agora, quem tiver memórias desses Jogos é sempre bem-vindo para as partilhar!

quarta-feira, agosto 11, 2004

DOUBLE

It was way past midnight and she still couldn't fall asleep



A música The Captain Of Her Heart motivou-me a vasculhar a net em busca do passado, do presente e, quem sabe, futuro dos Double. Foi com surpresa que constatei que futuro não haverá mais para este grupo oriundo da Suiça, pois um dos seus fundadores, Felix Haug (na foto é o da esquerda), morreu de ataque cardíaco no dia 1 de Maio deste ano. Tinha 52 anos.

Kurt Maloo e Felix Haug foram os fundadores dos Double. O primeiro era vocalista e guitarrista e o segundo baterista e teclista. Ambos tinham já um percurso sólido na música durante os anos 70, que envolveu, no caso de Maloo, a criação de uma banda de música experimental e uma curta carreira a solo, e no caso de Haug, na participação em Solid Pleasure dos Yello.

Nos seus primórdios, os Double chamavam-se Ping Pong e eram um grupo de tendências jazzísticas. Participaram em vários festivais de jazz europeus, incluindo o de Montreux, e chegaram a gravar algumas músicas com o guitarrista Phil Manzanera (Roxy Music).

Em 1983, mudaram o nome para Double e começaram por gravar o single Naningo. No ano seguinte surgiram Rangoon Moon e Woman Of The World, canções que viriam a fazer parte do álbum de estreia, Blue. O seu grande sucesso foi o já referido The Captain Of Her Heart transformando-os numa das muitas one-hit wonders que povoam os anos 80. Aqui estão dois minutinhos.

Antes da extinção do grupo em finais da década, ainda saiu o álbum Dou3le (1987), que produziu os singles Devils Ball e Gliding .

sexta-feira, agosto 06, 2004

Vamos ajudar o Fred


O Fred enviou-me um mail que, entre outras coisas, coloca a seguinte questão:

"Da outra grande música da minha juventude só me recordo do vídeo: uns 5-6 tipos (estilo a-ha) a viajarem numa carrinha por paisagens tropicais (talvez a visitarem uma ilha) e onde aparece uma montanha enorme como fundo… alguma ideia? É que a cassete onde tenho a musica gravada já não funciona de tanto a ouvir…"

Alguém ajuda?

terça-feira, agosto 03, 2004

Aconteceu neste dia



1986 - Neste dia, há 18 anos, rebentou o escândalo. O tablóide britânico News Of The World publicava uma entrevista esclusiva com a modelo Mandy Smith, de 16 anos, na qual a menina afirma que mantém uma relação amorosa desde os 13 anos com... preparem-se... sim... estão bem sentados... BILL WYMAN, 47 anos, baixista de uns tais Rolling Stones! O escândalo assumia proporções algo bizarras ao saber-se que a mãe de Mandy Smith tinha concordado com o facto de a sua filha estar a viver com o Bill. As más línguas diziam mesmo que tudo não passava de um complot entre as duas para dar o golpe do baú (e que baú devia ter o Bill!). Bill e Mandy acabariam por casar em 1989 - ele com 50 anos e ela com 19 - e chegar ao divórcio um ano depois. Na altura em que rebentou o escândalo, algumas rádios britânicas censuraram a música de Mandy Smith (que gravava sob a protecção do trio Stock-Aitken-Waterman). Não há notícias que os discos dos Stones tenham deixado de passar na rádio.

1985 - Falando de música propriamente dita, o primeiro lugar dos tops americano e inglês é ocupado respectivamente por Shout, dos Tears For Fears, e Into The Groove, de Madonna. Esta última faz parte da banda sonora do filme Desesperadamente Procurando Susana, no qual a própria Madonna é protagonista.

segunda-feira, agosto 02, 2004

Passatempo



Adivinhe quem são este dois senhores e que canções por si interpretadas ocupavam o 1º lugar dos tops de singles dos EUA e de Inglaterra, em 1986, neste mesmo dia!

Prémio para o/a mais rápido/a: a admiração de todos nós!

Algumas notas sobre o fim-de-semana


Sexta-feira foi dia de jantar fora, ali para os lados das docas de V. N. de Gaia, onde se come bem, paga-se bem e temos a melhor vista do mundo: o rio Douro, a ponte D. Luís e o Porto ribeirinho... No restaurante, onde comi um razoável bife com molho de ostras, há música ao vivo às sextas-feiras. Chamam-se Down & Country (foi o que percebi do inglês um pouco baço do empregado) e tocam versões daquelas canções-que-toda-a-gente-conhece. Dois dos quatro rapazes fazem parte dos Plaza, aqueles do "Liiiiiiiisten tooooooo the sound of radio!!!" (diabos me levem se isto não soa a eighties). A presença deste grupo no restaurante em questão não seria notícia se não fosse, em primeiro lugar, alguns temas dos anos 80 que eles tocaram, cujo momento alto foi, sem dúvida, Build, dos Housemartins, e em segundo lugar, a qualidade do grupo, tanto em termos instrumentais como vocais, de que Mr. Tambourine Man foi bem o exemplo. Vale a pena voltar lá, numa outra sexta-feira qualquer para os ouvir.

No Domingo, bute lá ver os Xutos & Pontapés à Póvoa de Varzim. Ah, e os Fingertips, a banda daquele miúdo cheio de personalidade. Não me vou alongar muito sobre o concerto dos Xutos, pois, como MAIOR BANDA PORTUGUESA DE SEMPRE não há nada a dizer. Os Xutos são os maiores, assim como o sol nasce a oriente e põe-se a ocidente todos os dias. A referência ao evento vai para uma versão surpreendente de Tainted Love, dos Soft Cell, que os Fingertips deixaram em palco. Bastante original, esta versão só pecou pelo desconhecimento da letra por parte do vocalista, se bem que a hipótese de o rapaz ter feito uma letra personalizada não está posta de parte.

sexta-feira, julho 30, 2004

Heroin Boy



Boy George foi uma das personalidades mais carismáticas e controversas da música dos anos 80. Vocalista dos Culture Club, no momento mais alto da sua carreira, viu-se, como tantos outros, apanhado nas malhas da droga. Enquanto uns vão desta para melhor, a outros sai-lhes a sorte grande e são presos, tendo depois a oportunidade de start all over again. Boy George foi um destes sortudos.

Sempre foi presa fácil dos tablóides ingleses, que sempre tiveram assunto para especular no que diz respeito às suas preferências sexuais. Quando um amigo americano que estava de visita a Inglaterra foi encontrado morto no seu apartamento com uma overdose de heroína tudo se precipitou e George não teve por onde escapar.

Foi há precisamente 18 anos que o nosso Boy foi preso por posse de heroína. Do You really Want To Hurt Me? terá perguntado ao polícia que o algemava. Não, apenas quero fazer cumprir a lei ( e já agora assegurar que não desapareces do mapa e deixas a minha filha sem o seu maior ídolo) - terá respondido o sr. officer.

Com muitos ups and downs, a sua recuperação não foi fácil nos anos subsequentes, mas conseguiu libertar-se definitivamente desse mal, tal como dá conta na sua autobiografia, Take It Like A Man. Em finais dos anos 80 chegou mesmo a criar uma banda chamada Jesus Loves You, um tributo ao cristianismo, religião a que se dedicou e que o ajudou no seu problema.

Actualmente Boy George é um dos mais respeitados DJs em Inglaterra. As televisões multiplicam-se em convites para talk-shows. Aquele que um dia foi desprezado e criticado pela sociedade britânica, é hoje em dia uma das suas personalidades mais apreciadas. As voltas que o mundo dá. Tudo isto me leva à seguinte conclusão: José Castelo Branco, não desistas! Há sempre uma esperança!

quinta-feira, julho 29, 2004

Madonna



A raínha da pop vem a Portugal. Se não é o maior concerto de sempre em Portugal, andará lá perto. O Pautas Desafinadas já tem os preços. Um grande esforço financeiro, mas, caramba, é a MADONNA!

Aconteceu neste dia



1981 - O casamento real inglês tem lugar hoje. Carlos e Diana juram fidelidade para todo o sempre até que a morte os separe. Nas lojas de discos surgem um conjunto de singles relacionados com o evento. À semelhança do casamento real, estas canções não terão sucesso: Lady D (Typically Tropical), Charlies Angels (Mini & The Metros) e Diana (Mike Berry).



1982 - Andy Taylor, guitarrista dos Duran Duran casa-se com a cabeleireira do grupo, Tracey Wilson, durante uma digressão americana em Los Angeles. O casamento foi já cancelado por três vezes devido aos compromissos dos Wild Boys. À quarta foi de vez. John Taylor foi o padrinho de casamento ( o best man). Andy confidenciou ao repórter do Queridos Anos 80: "Não me preocupa que ela ganhe a vida a mexer nas cabeças dos meus melhores amigos. O amor é mais forte. Save a prayer!"

sexta-feira, julho 23, 2004

The Rough Guide To Cult Pop



Voltamos aos livros. Desta vez trago-vos a minha última aquisição: The Rough Guide To Cult Pop. Esta é uma pequena (no formato) pérola para nos acompanhar nas férias. Trata-se de um livro da colecção Rough Guides, que aborda a música pop e todos os fenómenos de culto à sua volta, desde as canções mais marcantes aos artistas mais carismáticos, passando pelos géneros musicais e as modas mais excêntricas. Não se trata de um livro exclusivamente sobre os anos 80, mas contem uma grande componente eighties. O livro apresenta-se em inglês e as fotos incluídas são de grande qualidade.

O que mais me agrada neste livro, para além, como é óbvio, do conteúdo textual, é a forma como está escrito. Por vezes, este tipo de publicações cai numa certa monotonia na forma como apresenta os conteúdos. É o risco que qualquer livro de teor enciclopédico corre. Neste caso, não. Paul Simpson, o editor, e os seus colaboradores deram a este livro um tom ao mesmo tempo informativo e divertido. As fotos são acompanhadas de comentários mordazes e os textos apresentam um toque de humor que chega a ser por vezes bastante... ácido.

A capa do livro apresenta-nos uma foto cheia de Debbie Harry com todo o seu glamour. Como teaser, abro o livro na página 181, secção The Lists, e deixo-vos com o top 10 dos álbuns mais vendidos nos EUA durante a década de 80:

1. Thriller, Michael Jackson
2. Purple Rain, Prince
3. Dirty Dancing, Banda Sonora Original
4. Synchronicity, The Police
5. Business As Usual, Men At Work
6. Hi Infidelity, REO Speedwagon
7. The Wall, Pink Floyd
8. Whitney Houston, Whitney Houston
9. Faith, George Michael
10. Whitney, Whitney Houston

Quem é o cromo?



Estava eu deliciado a ver o Top 20 dos piores telediscos de sempre, quando me aparece este cromo em 11º lugar. Vamos lá a testar esse conhecimento da oily-pop dos eighties (também conhecida como a pop-azeiteira). Quem sabe o nome do cromo?