Momentos mágicos anteriores:
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Um estudo do ano passado da Universidade John Moores, em Liverpool, concluiu que os artistas pop-rock têm duas vezes maior probabilidade de morrer do que o comum dos mortais da mesma idade. Este estudo não fez mais do que confirmar o aforismo Live Fast, Die Young, que tantas vezes serviu de justificação (ou atenuante...) para desaparecimentos prematuros dos nossos ídolos da música. Entenda-se aquele "Live Fast" como um conjunto de situações que levaria os nossos pais a pôr-nos fora de casa. Há mais curiosidades neste estudo, como por exemplo o facto de os artistas norte-americanos morrerem, em média, aos 42 anos, enquanto que os europeus o "fazem" aos 35...
O seu nome verdadeiro é Pier Michele Bozzetti e é italiano. A sua actividade musical começou em 1964, ano em que, sob a designação de Don Miko, editou o single Gente...che ragazza!. Desde então, e ao longo das décadas de 60 e 70 afirmou-se como um dos mais cotados cantores italianos (para consumo interno), tendo participado em duas edições do Festival de Sanremo. Como curiosidade, refira-se que, em 1966, gravou uma versão italiana de Michelle, dos Beatles.
ntamente no Top Disco, da RTP. Outros temas gravados por Miko Mission, durante os anos 80, foram: Two for love (1985), Strip tease (1986), Toc toc toc/I Like A Woman's Heart (1987), I believe (1988), One step to heaven (1989), Rock me round the world (1989) e I can fly (1994). Miko Mission apostava vidualmente num look que assentava em quilos de maquilhagem. A figura fazia lembrar um actor de teatro de cabaret, por vezez um mimo.
Just Like Starting Over foi o primeiro single a ser retirado do álbum Double Fantasy, de John Lennon, e foi lançado dois meses antes da sua morte. Duas semanas após o assassinato do ex-Beatle, o single ressuscitou e chegou ao primeiro lugar das tabelas de vendas americana e britânica. Hoje, se fosse vivo, John Lennon completaria 68 anos, por isso trago aqui o teledisco deste tema, realizado por Joe Pitka, postumamente, em 2000. Para ver na barra lateral.
The Dream Of The Blue Turtles (1985) e ...Nothing Like The Sun (1987) são os dois álbuns gravados por Sting, a solo, nos anos 80. Pode dizer-se que foi um (re)começo em grande após a dissolução dos The Police. Os álbuns venderam muito bem dos dois lados do Atlântico e algumas das canções incluídas nesses LPs ficaram como referências musicais da década. Estou a referir-me, por exemplo, a If You Love Somebody Set Them Free, Fortress Around Your Heart, Russians, Englishman In New York ou Fragile. Sting pode não ser o tipo de intérprete/frontman que desperte grandes emoções (falo por mim...), mas a sua música fica sempre bem em casa numa reunião de amigos. De nome verdadeiro Gordon Sumner, este senhor, especialista, ao que dizem, em sexo tântrico, completa hoje 57 anos. Parabéns!
Sinceramente, nunca prestei grande atenção ao trabalho dos Genesis, mas esse facto não impede que justiça seja feita a um dos seus fundadores, Mike Rutherford, um autêntico homem dos sete ofícios. Passo a explicar: fundou os Genesis ainda nos anos 60, assumindo as funções de baixista, guitarrista (doze cordas) e coros. Depois assumiu definitivamente a guitarra, após a saída de Steve Hachett. Em 1980 e 1982 gravou dois álbuns a solo, Smallcreep's Day e Acting Very Strange, respectivamente. Em 1985, durante mais uma pausa dos Genesis, fundou os Mike And The Mechanics, cujas marcas principais nos anos 80 ficam a cargo de Silent Running, All I Need Is A Miracle e o êxito estrondoso The Living Years. Quanto aos Genesis, Invisible Touch terá sido o momento mais alto da banda nos anos 80. Mike Rutherford tem ainda direito a destaque, hoje, no QA80, porque faz 58 anos. Parabéns!
´Cause I'm your lady and you are my man (Porque eu sou a tua moça e tu és o meu gajo) é provavelmente uma das frases mais conhecidas da música-para-constituir-família que os anos 80 nos deixaram. Sem querer agora avaliar a eficácia da canção para tão nobre objectivo, importa dizer que, quando saiu, em 1985, The Power Of Love tornou-se rapidamente no single mais vendido de sempre de uma cantora a solo na história da indústria discográfica britânica. Teve direito a figurar no livro dos recordes e tudo, e só em 1992 foi destronado por uma tal Whitney Houston (I Will Always Love You). A importância desta canção pode ser ainda atestada através das muitas versões gravadas por outros artistas. Os Air Supply tiveram a distinta lata de a gravar ainda no mesmo ano do lançamento do original, tendo, obviamente, a preocupação de alterar os pronomes pessoais no refrão (o mesmo fez Michael Crawford na sua versão de 1993). Dois anos mais tarde foi a vez de Laura Branigan se aventurar e, em 1994, Celine Dion gravou ela mesma uma versão da canção que obteve muito sucesso por todo o mundo. O mais engraçado no meio disto tudo (e que acaba por não ter piada nenhuma) é que consegui chegar ao fim do texto sem referir o nome da mulher que compôs e deu voz a esta balada (cujo teledisco já passou pela barra lateral). Chama-se Jennifer Rush e hoje faz 48 anos (o seu botox é mais recente). Parabéns!
O homem de I Should Have Known Better faz hoje 55 anos e o Queridos Anos 80 não podia passar sem a justa referência a Jim Diamond, que passou pelos 80s com alguma notoriedade. Primeiro através da banda PhD e do tema I Won't Let You Down. Depois, com a balada já referida no início. E, finalmente, com Hi Ho Silver, o tema-título para a série Boon. Tudo o que há para saber sobre Diamond, aqui.
No Dia Europeu das Línguas, para ouvir na radio.blog uma playlist de canções cantadas na língua materna de alguns países da Europa. Proponho uma espécie de inter-rail musical. Vamos aprender línguas?1. Partimos de Portugal na companhia da Sétima Legião com o belíssimo Por Quem Não Esqueci. Um hino à saudade.
2. Atravessamos a fonteira e, aqui ao lado, ninguém melhor do que os La Frontera para nos delisiarem com El Límite, canção despudoradamente pop. Javier Andreu ao leme.
3. Atravessamos os Pirinéus e paramos em França, onde Desireless canta o melodioso e sempre dançável Voyage Voyage. Nem de propósito.
4. Antes de subirmos ao norte da Europa, fazemos um pequeno desvio até Itália, onde Francesco Napoli canta Balla Balla, um ícone do italo-disco, género que fez furor em muita pista de dança (e que não dava grande trabalho a misturar...)
5. Depois de Itália, a Alemanha ali tão perto (é só saltar por cima da Suiça ou da Áustria), onde vamos encontrar Nena e os seus 99 Luftballoons.
6. Finalmente, chegamos A Inglaterra, onde somos recebidos pelos Culture Club e o seu Do You Really Want To Hurt Me?
Quem já andava a ressacar por uma noite de regresso à década dourada da pop pode finalmente assegurar a sobrevivência para os próximos tempos. Ela aí está, no próximo sábado (20), no Radio Bar, a festa "I Love 80's", um evento que o Radio assegura mensalmente e que, desta vez, contará com a presença do tarzanboy, aquele gajo do blogue QA80, não sei se estão a ver. A missão é dura, mas não utópica: recuperar os grandes sons dos anos 80 para vos proporcionar uma noite intensa.
Falar dos Xutos & Pontapés é falar da maior banda portuguesa de sempre. Falar de Zé Pedro é falar de uma das personalidades mais carismáticas da nossa música. Não o vejo como uma estrela, mas antes como um homem simples que adora tocar guitarra em cima do palco. Eu, que já acompanhei os Xutos em cerca de meia centena de concertos, preservo esta imagem há 22 anos, quando os vi pela primeira vez ao vivo, no Teatro Universitário do Porto, em 1986. A história de Zé Pedro é a história dos Xutos, desde o ano longínquo de 1978 até presente. Trinta anos de rock, de comunhão com os fãs, de alegrias, por vezes de vida malvada. Zé Pedro é também um sobrevivente aos excessos que o mundo do rock por vezes coloca no caminho dos músicos. Hoje, Zé Pedro completa 52 anos. Parabéns!
A rubrica duel regressa, na sua oitava edição, com um confronto que, para muitos de vocês, pode ser desinteressante, mas que, depois de uma audição atenta das músicas ali na radio.blog (barra lateral) se pode tornar assim um bocadito menos desinteressante, quiçá até, giro. O duelo que se apresenta opõe os Monroes, dupla norueguesa que teve em Cheerio e Sunday People os seus maiores sucessos, e os Red Box, dupla inglesa que ficou conhecida pelas músicas For America e Lean On Me. As semelhanças entre as duas duplas não vão além do facto de virem do norte da Europa e de mostrarem, na foto, os respectivos vocalistas com a mão no queixo. Vamos lá eleger os vossos preferidos. Para ouvir e votar, já aqui ao lado. Obrigado pela participação!
Se a pop tem em Madonna a sua muito legítima Rainha, temos de concordar que o título de Rei fica bem entregue ao sr. Michael Jackson. Esqueçamos as polémicas ligadas à sua transformação física, os escândalos mais ou menos escabrosos que imprensa revelou (ou inventou?), alguns actos de pura demência... Esqueçamos tudo isso e concentremo-nos na música e mais especificamente num álbum: Thriller (1982). Para muitos, temos aqui o momento musical mais relevante da década de 80, dividido em nove faixas de pura pop, soul e dance. Ninguém fica indiferente a canções como Wanna Be Startin' Somethin', Thriller, Beat It ou Billie Jean, hinos intemporais das pistas de dança que todas as gerações já reclamam como seus. E depois ainda há Bad (1987), segundo e último álbum do cantor na década de 80. Michael Jackson, o sétimo de nove irmãos, faz hoje 50 anos (13 dias depois de Madonna...). Para celebrar o aniversário, a editora Sony BMG lança no presente mês a colectânea King Of Pop, um conjunto de 30 canções que cobrem uma carreira que começou nos Jackson 5, na década de 70, e se estendeu, em termos de álbuns de originais, até 2001, com Invincible. Parabéns, Michael!
Toda a gente sabe que não há história de amor perfeita (excepto a nossa), mas Eddi Reader e os escoceses Fairground Attraction levaram toda a moçoila inocente dos anos 80 a acreditar que sim. O single Perfect venceu o BRIT award para Melhor Single, em 1989, e ficou para a história como uma das mais populares e simpáticas, se assim podemos dizer, canções da década. Os Fairground Attraction duraram apenas dois álbuns, mas Eddi Reader seguiu em nome próprio uma carreira bastante regular. Sempre fiel às influências do jazz e da folk, a cantora e compositora lançou em 2007 o seu oitavo álbum de estúdio: Peacetime. Hoje, é dia de celebrar os seus 49 anos. Parabéns!
Pensar nos Stranglers sem o seu vocalista de sempre, Hugh Cornwell, dá direito a depressão. A voz deste senhor é demasiado marcante para admitirmos vê-los ao vivo hoje em dia sem a sua presença em palco. Durante a década de 80, ouvimo-la, a voz de Cornwell, em canções como Golden Brown, Skin Deep ou Always The Sun. Após abandonar a banda, Hugh Cornwell iniciou uma carreira a solo de edição regular, da qual o último exemplo é o álbum Hoover Dam (2007), que Hugh decidiu colocar no seu sítio oficial para download livre, tal como fizeram os Radiohead e os Nine Inch Nails. Numa altura em que se prevê a edição da sua primeira obra de ficção literária, ficamos a saber que Hugh tem 3 livros escritos: Inside Information (1980), sobre a sua passagem pela prisão por posse de drogas, The Stranglers - Song by Song (2001), sobre, obviamente a sua banda de sempre, e A Multitude of Sins (2004), uma autobriografia. Neste dia, Hugh Cornwell completa 59 anos. Parabéns!
O teledisco que se apresenta é uma das minhas músicas preferidas dos Tears For Fears. Head Over Heels faz parte do álbum Songs From The Big Chair e foi o 4º single extraído desse LP. Realizado por Nigel Dick, Head Over Heels mostra-nos a paixão de Roland Orzabal pela miúda da biblioteca (oh, quantos de nós já não tivemos uma paixão pela miúda da biblioteca... do museu... do pronto-a-vestir... da mercearia... enfim!), interpretada por uma modelo canadiana chamada Joan Densmore (não vale a pena procurarem-na na Net porque não vão encontrar nada). O rapaz que parece nas teclas e a tentar apanhar uns livros no final é Ian Stanley, músico que desempenhou um papel fulcral na composição do álbum SFTBC. Quanto a Curt Smith, o momento de maior destaque é quando dá um beijo na boca a um chimpanzé, que, como todos sabemos, são frequentadores assíduos de bibliotecas. Para ver, na barra lateral.
A dois dias do aniversário de Madonna, o QA80 traz aqui o teledisco de Cherish, uma canção que fez parte do último álbum da cantora nos anos 80 - Like A Prayer. Realizado por Herb Ritts - um fotógrafo dedicado ao preto-e-branco que foi o responsável pela foto de Madonna no álbum True Blue -, este teledisco constituiu um desafio para o fotógrafo. Quando Madonna lhe pediu que realizasse o teledisco, ele respondeu que era apenas um fotógrafo e não percebia nada de filmes. Madonna contra-argumentou: "Tens umas semanas para aprender." Convincente! Filmado em Malibu, na costa da Califórnia, este teledisco evoca sentimentos de liberdade e alegria, mostrando uma Madonna sorridente e molhada, na companhia de "sereios", que nadam graciosamente em câmara-lenta. É simples e é bonito. E a canção é uma delícia-pop. Para ver na barra lateral (já aqui ao lado, vejam, vejam!).
Sendo um confesso fã de remixes, encontrei, numa das minhas deambulações pela FNAC, um CD intitulado Remixed'80s, que prendeu a minha atenção, não só pelo preço convidativo - 7,95 - mas também pela listagem de músicas incluídas(*). "Eh, lá, isto cai que nem ginjas no leitor de CD do carro, quando regressar a casa", pensei eu, já a salivar. A capa do Cd também me atraiu, sendo mais sóbria do que a da maioria das colectâneas do género, e mostrando um gira-discos, elemento evocativo da época. A letra miudinha ainda se lê "Ultra Remixes of the Coolest '80s Grooves Ever". Cool. Sempre gostei da palavra "cool". "Este final de tarde chuvoso na estrada vai soar mesmo bem", pensei enquanto pagava. A desilusão foi tal quando coloquei o CD a tocar que temi pela segurança dos outros condutores na estrada. A coisa resume-se a isto: as canções não são interpretadas pelos artistas originais, sendo que as vozes que se ouvem, ainda por cima, tentam assemelhar-se àqueles, numa clara tentativa de enganar o ouvinte; depois, as letras são abreviadas, cortando-se pedaços de texto; finalmente, as canções estão remisturadas, refeitas ou retocadas, sei lá como chamar àquilo, num estilo assim a atirar para o techno-pista-de-carrinhos-de-choque. Em nenhum local do CD (produzido, já agora, na Argentina) somos informados de que não se tratam dos artistas originais. Numa palavra: horrível. Amanhã, voltarei à FNAC, com o meu talão de compra, para reclamar. E pelos vistos não sou só eu a ter esta opinião...
Os Timbuk 3 surgiram em 1986, em Madison, Wisconsin (EUA), e eram compostos por três elementos: Pat MacDonald, Barbra K e um leitor/gravador de cassetes (aquele objecto popularizado nos anos 80 e avistado em muitas praias do nosso país, vulgarmente chamado "tijolo"). Pat e Barbra eram casados e faziam tudo (não, não é só nesse sentido que estão a pensar): cantavam, compunham, programavam as sequências rítmicas, tocavam guitarra eléctrica e acústica, harmónica, baixo, violino, bandolim, harmónica,... O já referido "tijolo" assegurava a batida das músicas em concertos ao vivo desde que, claro está, um dos dois se lembrasse de lá introduzir a respectiva cassete.
Contado ninguém acredita. Eu só acreditei depois de ver o vídeo. Os Rádio Macau tocavam O Anzol, num concerto em Vila Nova da Barquinha, quando, de repente, Flak passa uma rasteira a Xana, que se espalha autenticamente no palco. Esta levanta-se, dá uma bofetada no guitarrista e sai imediatamente do palco. O concerto acaba aí. A causa deste desentendimento (para usar um eufemismo...) está relacionada com a discordância por parte de Xana em relação à utilização deste tema numa campanha publicitária, o que a levou a alterar propositadamente uma parte da letra naquele momento. Flak não gostou e fez o que fez. Depois levou o troco. É óbvio que já muita coisa deve ter sucedido antes para se chegar a este extremo. Pelos vistos, o problema já está ultrapassado, dizem eles, mas ficará para sempre a recordação do episódio, creio que, inédito na música portuguesa, e que não fará nada bem à imagem do grupo. Bem, se calhar estou a ser demasiado rigoroso. Se já vimos jogadores de futebol da mesma equipa agredirem-se em campo... Aqui fica o vídeo (da autoria de RDIASLB), retirado do YouTube. A certa altura, Flak agarra no microfone e começa a cantar o refrão, enquanto Xana vai atirando umas bocas. Numa delas percebe-se a expressão "contas bancárias".
Como a Sara (obrigado pela lembrança!) muito bem referiu, na chat box, o concerto que os Depeche Mode deram no Pasadena Rose Bowl, em 18 de Junho de 1988, é um concerto mítico. Um fã dos Depeche Mode percebe o que quero dizer. Este concerto, sobre o qual passam hoje 20 anos, pertence à galeria dos grandes concertos da história da música. Ali se percebe como a música pode ser religião. 101 foi isso mesmo: o centésimo-primeiro concerto dos Depeche Mode da digressão que então promovia, na América, o álbum Music For The Masses.
Portugal faz hoje o segundo jogo do Euro 2008 e o Queridos Anos 80 traz aqui a recordação da canção que serviu de hino à prestação portuguesa no Euro 1984, aquele da meia-final dramática contra a França. A canção chama-se Selecção de Todos Nós, tem letra de António A. Pinho e música de Tó-Zé Brito. Podem recordá-la, aqui em baixo. Resta acrescentar que este post só foi possível dada a gentileza do blogue Pobo do Norte, que simpaticamente disponibilizou a canção e a respectiva imagem do single. Obrigado! E força Portugal!
Já "roda" na barra lateral o teledisco de Sai P'rá Rua, primeiro single retirado de Circo de Feras, o álbum que levou os Xutos & Pontapés definitivamente aos tops nacionais no ano de 1987. Na véspera do Dia de Portugal, achei importante trazer aqui o primeiro teledisco da minha banda portuguesa favorita de sempre. Os Xutos gravaram-no na fábrica do Kalú, no Montijo, numa altura em que não estávamos habituados a telediscos portugueses com enredo, personagens, and so on... O história é básica, tendo por base um rapto e a tentativa bem sucedida de salvar uma criança das mãos dos malfeitores. A curiosidade maior (para além de um Zé Pedro carregadinho de maquilhagem) é ver Catarina Furtado, então adolescente, a ser salva nos braços do Kalú. Aposto que ele não se importava de fazer um remake...
Venho por este meio informar que, já esta sexta-feira, este vosso servo estará no Glory's Bar, em Ovar, a dar música da década dourada da pop a quem por lá aparecer. A ocasião justifica-se pelo aniversário do programa Flashback, da AVFM (Antena Vareira FM), cujo animador, o DJ Ace Ventura, teve a gentileza de me convidar. See you there!
Madonna não vai faltar. Os Duran Duran também não. Michael Jackson está lá batidinho. Os The Cure vão lá dar um salto, com certeza. No sábado, dia 31 de Maio, o Club MAU MAU recebe a festa do blogue QUERIDOS ANOS 80, na sua 14ª edição. Vamos entrar no dia mundial da criança, recordando os tempos em que os posters dos nossos artistas preferidos inundavam as paredes do quarto. O Ivo T e o tarzanboy estarão à vossa espera para vos dar os melhores sons das vossas vidas. Até sábado!
Aqui está o regresso da rubrica "duel" ao Queridos Anos 80. Desde Outubro de 2007 que os visitantes deste blogue não tinham a oportunidade de votar num duel entre duas bandas ou dois artistas. Para este regresso trago aqui o confronto entre os Crowded House e os Men At Work. Estas duas bandas têm duas coisas em comum: formaram-se na Austrália, mas os respectivos vocalistas não são australianos. Colin Hay (MAW) é escocês e Neil Finn (CH) é neo-zelandês. A partir daí, temos dois estilos completamente diferentes. Para ajudar à vossa decisão, podem escutar três temas de cada banda, na radio.blog, na barra lateral. Obrigado pela participação!
Janet Jackson é uma figura incontornável da música dos anos 80 (and beyond...) naquilo que ela - a música - teve de mais dançável. O álbum Control, o terceiro da sua carreira e aquele que a catapultou decisivamente para a fama, inclui os já clássicos Nasty, What Have You Done For Me Lately e When I Think Of You. Foi o teledisco deste último que escolhi para visionamento atento na barra lateral. Hoje comemora-se o Dia Mundial da Dança e nada melhor do que trazer a este espaço uma das artistas que musicalmente mais fez por esta forma de expressão nos anos 80. O teledisco é da responsabilidade de Julien Temple, o mesmo que realizou o filme Absolute Beginners (1986) e, agora mais recentemente, o documentário sobre Joe Strummer (ex-Clash). When I Think Of You, para ver, na barra lateral.
Ivo T e tarzanboy ao leme desta viagem às grandes canções dos anos 80. Esta noite teve um travo pop mais acentuado, depois de, na festa anterior, o rock ter tido alguma primazia. Obrigado por terem ido! Eis os sons que passaram pelo Mau Mau, na noite de 26 de Abril: