Página Oficial da Rádio Campo Maior
Álbum 80 ( 2.ª a 6.ª feira - 13.00 às 14.00)
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domingo, abril 05, 2009
Entrevista ao "Álbum 80", programa da Rádio Campo Maior
quarta-feira, março 25, 2009
Geração 70 80 & 90 - 4/Abril - AR D'MAR
No dia 21 de Fevereiro, o AR D'MAR (bar situado na praia de Canide - Norte, em VN Gaia), viveu um momento memorável da sua ainda curta existência. Foi neste magnífico espaço à beira-mar plantado que aconteceu a 17ª festa Queridos Anos 80. O ambiente esteve frenético e as pulsações bem aceleradas. Tudo graças aos sons proporcionados pela dupla Pedro Mineiro e tarzanboy. A experiência foi inesquecível e quem lá esteve ficou a pedir mais.O QA80 no Cotonete
O Queridos Anos 80 é destaque da semana no Cotonete, na rubrica dedicada aos blogues musicais. Agradeço ao Hélder Gomes o destaque e a qualidade do trabalho. E não se esqueçam, na barra lateral, podem ouvir a rádio QA80 que criei no Cotonete logo nos inícios deste blogue.sexta-feira, março 20, 2009
A notícia do ano!!!

O Queridos Anos 80 declara-se solenemente o BLOGUE OFICIAL do HERE AND NOW em Portugal (eles não sabem, mas isso não interessa para agora). E uma festa do Queridos Anos 80 em Lisboa, depois do concerto? Ia bem, não ia? Estou eufórico! (um obrigado ao Ivo Teixeira, pela fantástica notícia!)
Plateia - 51,00 Euros
Balcão Nível 1 - 61,00 Euros
Balcão Nível 2 - 41,00 Euros
Here and Now Lisboa 2009 – O melhor dos Anos Oitenta Ao Vivo - chega finalmente a Portugal e traz consigo o melhor dos anos 80, com actuações de Rick Astley, Kim Wilde, Belinda Carlisle, ABC, Nik Kershaw e Curiosity Killed the Cat, todos juntos numa noite de pura nostalgia e êxitos non-stop!
Here And Now é o espectáculo ao vivo de maior êxito alusivo aos anos 80, sendo uma marca lançada em 2001 e tendo-se tornado num sucesso estrondoso desde então. O que torna Here And Now tão único é o facto de todos os artistas actuarem e deste se tratar de um espectáculo composto apenas por temas de sucesso. Muitas das bandas reuniram-se especialmente para esta digressão ou, em alguns casos, é a primeira vez em muitos anos que vão actuar ao vivo!
A primeira digressão realizada no Reino Unido decorreu em Novembro de 2001 e contou com a presença de nomes como Paul Young , Kim Wilde (que abriu uma excepção e voltou ao activo apenas para este espectáculo!), Curiosity Killed The Cat, Nick Heyward, Heaven 17, T'Pau e Go West. A digressão realizou-se para mais de 60.000 pessoas, efectuada em 7 recintos diferentes. Seguiram-se outras 5 digressões pelo Reino Unido e, posteriormente, digressões internacionais que passaram pela Austrália, Japão, Extremo Oriente e por toda a Europa. O espectáculo apresenta uma fusão de mais de 30 artistas, com um alinhamento que é constantemente alterado consoante o país no qual for apresentado.
Em 2003, esta marca exclusiva realizou-se pela primeira vez em estádios, com espectáculos no Bolton Wanderers Reebok Stadium e Bournemouth Football Club.
Mais recentemente, em 2007, a digressão Here And Now realizou 17 enormes eventos em espaços abertos e que esgotaram por todo o Reino Unido, 11 espectáculos já se encontram à venda para este Verão, sendo que Blickling Hall em Norfolk, já esgotou a sua capacidade para 10 mil lugares, pelo segundo ano consecutivo! E o mesmo aconteceu com a sala Quarry, em Shrewsbury, com capacidade para 9 mil pessoas. A digressão seguinte, efectuada em estádios pelo Reino Unido, decorreu em Maio de 2008 com outro alinhamento fantástico e que pôs todas as pessoas a cantar e dançar nos seus lugares, tendo contado com a presença de nomes, que se estrearam no evento, como Rick Astley, Johnny Hates Jazz, Cutting Crew e Bananarama.
Tony Denton teve originalmente a ideia para o conceito Here and Now após ter promovido espectáculos semelhantes, com artistas dos anos 70, sob o nome "The Best Disco In Town", um formato que apresentava 7 artistas no mesmo espectáculo. Entre estes artistas figuravam nomes como KC & The Sunshine Band, Chic, Rose Royce, Village People e Tavares. Tony, na qualidade de agente da maioria dos artistas dos anos 80, considerou que seria uma evolução natural ter uma versão deste espectáculo, dedicada aos anos 80, e assim surgiu Here and Now.
Agora, 7 anos mais tarde, Here And Now tornou-se numa referência e os artistas já apareceram em inúmeros programas de televisão e rádio tais como GMTV, This Morning, The Alan Titmarsh Show, Loose Women, Saturday Kitchen, BBC Breakfast TV, os programas de Jonathan Ross e Steve Wright da Radio Two, o programa de Eaamon Holmes da Radio Five e em todos os programas de rádio da manhã, entre muitos outros. Para além disso, Here And Now tornou-se na escolha de eleição para eventos de empresas. Para além dos espectáculos de Verão realizados no Reino Unido, o futuro reserva a este evento a sua estreia na mundialmente famosa corrida de Ascot e, a 18 de Dezembro, irá realizar-se uma festa Here & Now Christmas Party , na sala Indigo 2 (que inclui actuações ao vivo de Belinda Carlisle, Kid Creole & The Coconuts e Curiosity Killed The Cat, bem como DJs convidados que irão tocar música dos anos 80 durante toda a noite) e mais digressões além-fronteiras, como a de 29 de Maio, no Pavilhão Atlântico.
quinta-feira, março 19, 2009
terça-feira, março 17, 2009
Novo teledisco: CLARENCE CLEMONS & JACKSON BROWNE - You're A Friend Of Mine
Faz-me um bocado de impressão ver ali o Clarence Clemons e o Jackson Browne a declarar amizade eterna e quase aos beijos e a doçura da Darryl Hannah (era namorada de Browne, na altura, apesar daquele cabelinho à Armando Gama) atirada para o sofá, a pintar. Faz-me muita espécie. A certa altura, a miúda farta-se daquilo e pega na câmara de filmar para registar o momento tão enternecedor entre aqueles dois senhores e filmar com especial atenção o saxofone do Clemons. Ai a marota. A canção é You're A Friend Of Mine, e foi um êxito nos anos 80. Clemons, o saxofonista da E Street Band, pediu folga ao Boss e aventurou-se a solo com o álbum Hero (1985), do qual foi retirado este single. O teledisco, realizado por Edd Griles (trabalhou com Cyndi Lauper e Huey Lewis & the News), não tem qualquer ponta de interesse se exceptuarmos a presença da bela Darryl Hannah (já vos disse que ela é uma doçura?). Para ver na barra lateral.sábado, março 14, 2009
Cinco canções de amor: empate entre Bryan Adams e Madonna
quarta-feira, março 11, 2009
Queridos Anos 80 - 13/Março - Club M80

A festa Queridos Anos 80 entra na maioridade com a sua décima-oitava edição, sexta-feira, 13 de Março. De regresso ao Porto, a noite de todas as recordações instala-se no Club M80, espaço renovado do antigo bar Mexcal, ao fundo da Rua da Restauração, no Porto. Apresentando mobiliário retro, o Club M80 tem no preto e no vermelho o pano de fundo perfeito para um ambiente de revivalismo saudável. É esta a casa em que o QA80 aposta para celebrar os sons que fizeram a década dourada da pop. O som estará a cargo de Ivo Branco, homem de noites mágicas no Swing Club de outros tempos, Ivo Teixeira e tarzanboy.
Festa Queridos Anos 80, uma noite sem tréguas às canções que nos viram crescer, sejam elas pop, rock, synth-pop, funk ou soul. Sexta-feira, 13: o azar será de quem não estiver!
NINA HAGEN (54)
sábado, março 07, 2009
Taylor Dayne
Muito antes da Anastacia, houve Taylor Dayne, ou melhor, Leslie Wunderman, de seu nome verdadeiro, dona de um vozeirão respeitável. Para além dos atributos vocais, Taylor apresentava uma imagem engraçada, com os exageros típicos da época. A farta cabeleira assumia natural destaque.Nasceu em Nova Iorque e, antes de enveredar por uma carreira a solo, integrou grupos com nomes como Felony e The Next.
Em 1985, juntou-se ao produtor Rick Wake e, sob o nome artísitico de Leslee, gravou dois singles orientados para as pistas de dança, cujos títulos não podiam ser mais convidativos: Tell Me Can You Love Me and I’m The One That You Want.
Dois dos seus álbuns foram dupla-platina, a saber Tell It To My Heart (1988) e Can’t Fight Fate (1989), precisamente os dois primeiros da sua carreira. A faixa-título do primeiro álbum é o seu maior êxito anível mundial, mas este LP contou ainda com mais três singles de sucesso: Prove Your Love, I’ll Always Love You e Don’t Rush Me. Do segundo álbum, menos bem sucedido que o primeiro, há a reter os êxitos With Every Beat Of My Heart e I'll Be Your Shelter.
Tell It To My Heart foi um dos grandes êxitos das pistas de dança dos anos 80. O seu autor, Seth Swirsky, conta aqui a história desta canção. Uma história que se cruza com a NBA e a Playboy.
Actualmente, Taylor Dayne continua a gravar, mas a sua actividade artística estendeu-se também ao teatro e ao cinema. O seu último álbum de originais data de 2008 e chama-se Satisfied, título curioso tendo em conta que o anterior, de 1998, se chamava Naked Without You. No espaço entre estes dez anos, Taylor editou registos ao vivo, remisturas e greatest hits.
(PS - Este texto surgiu a partir deste passatempo)
quarta-feira, março 04, 2009
Anos 80: cinco canções de amor
Já agora, proponho também aos estimados leitores que votem na sua preferida destas cinco. Podem fazê-lo na barra lateral, para além de ouvirem os temas naquele novo leitor cinzento que estou a utilizar à experiência... Obrigado pela participação!
domingo, março 01, 2009
Ar D'Mar: uma semana depois

(Quem estiver interessado em adquirir a sua foto, basta enviar-me um e-mail (tarzanboy71@gmail.com), que eu o/a colocarei em contacto com o fotógrafo.)
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
The Chameleons
Os Chameleons formaram-se em Middleton, em 1981, quando Mark Burgess (ex-Clichés), Reg Smithies (ex-Years), Dave Fielding (ex-Years) e Brian Schofield (substituído pouco depois por John Lever), que faziam parte do mesmo grupo de amigos e da onda pós-punk que emergiu em Inglaterra no início da década de ouro da música, resolveram criar aquela que é uma das bandas, a par dos Joy Division, que mais influenciou todo o revivalismo que actualmente se vive no seio da música alternativa (Editors, Interpol, She Wants Revenge, White Rose Movement, etc.).O 1º single da banda, In Shreds (1981), é uma das suas faixas mais agressivas e chamou a atenção do legendário John Peel, o que lhes valeu várias radio sessions, algumas editadas posteriormente em compilações.
Entre 1981 e 1983, os Chameleons foram ganhando notoriedade no circuito independente britânico, conseguindo angariar uma legião de admiradores que os seguia por todo o país. Apesar de não terem um tostão furado, foi um período de grande criatividade da banda, a que não foi alheio os períodos reflectivos passados à beira do Loch Ness (e também a influência dos cogumelos alucinógeneos, segundo a biografia “View from a hill” do Mark Burgess).
Em 1983 é finalmente lançado o primeiro álbum de originais, e que além dos singles Up the down escalator, Don´t fall, As high as you can go e A person isn´t safe anywhere these days, incluí aquela que é unanimemente considerada como a melhor composição da banda, Second Skin. O álbum foi justamente aclamado pela crítica e pelo público, atingindo o patamar de discos como Unknown Pleasures, From the lion´s mouth ou Ocean rain.
Dois anos volvidos, e surge então o sempre difícil segundo álbum da banda. What does anything mean? Basically (1985), mostra uns Chameleons com um som mais trabalhado e mais suavizado, como aliás se nota logo no instrumental de abertura, Silence, Sea and Sky. Apesar do interesse na banda ter esfriado um pouco, foram convidados pelo John Peel para mais uma sessão, e foi editado também um single, Singing Rule Britannia (While the Walls Close In). Não sendo um álbum brilhante como Script of the bridge, atingiu momentos muito altos com faixas como Home is Where the Heart Is ou Perfume garden. Por esta altura tocaram em Portugal, no Rock Rendez-Vous. No you tube conseguem encontrar um registo antigo gravado pela RTP com 4 das faixas tocadas em Portugal.
Em 1986 sai a primeira das muitas compilações dedicadas à banda, The fan and the bellows, e que incluí as primeiras músicas gravadas pelos Chameleons e que não tiveram lugar no primeiro álbum, casos de Nostalgia, In shreds ou The fan and the bellows.Logo de seguida a banda lança o terceiro álbum de originais, Strange times. Tal como o próprio nome do disco indica, foi um parto bastante difícil, uma vez que as clivagens entre os membros da banda, tendo por um lado o Mark, por outro o Reg e o Dave (este incompatibilizando-se de forma radical com o Mark) dava já a entender que o final da banda poderia estar para breve. Mesmo assim, apesar do disco demonstrar claramente as diferentes direcções seguidas pelos seus membros, este é considerado como o álbum preferido pelos fans dos Chameleons, tendo inclusive 2 singles com entrada no top britânico: Tears e Swamp Thing.
Por esta altura dá-se também um acontecimento trágico. O mítico Tony Fltecher, manager da banda, aparece morto e os Chameleons resolvem cessar as actividades, não sem antes lançar um último EP, Tony Fletcher Walked On Water...La La La La La-La La-La La. Apesar das já públicas divergências da banda, este EP permanece com um dos seus tesouros mais bem escondidos, e qualquer uma das suas 4 faixas permanece ainda hoje como das melhores dos Chameleons.
Depois deste encerramento prematuro, os membros dos Chameleons resolveram seguir diversos projectos paralelos, casos de The Sun and the Moon, The Reegs, Mark Burgess and the Sons of God, Invincible. Nunca atingiram, no entanto, o sucesso e o reconhecimento que obtiveram com os Chameleons. De todos os projectos, houve um, no entanto, que sobressaiu pela sua grande qualidade: White Rose Transmission. Ou não se tratasse de uma colaboração entre o Mark Burgess, Adrian Borland (The Sound) e Carlo Von Putten (The Convent).Durante este período foram saindo inúmeros discos com material nunca antes editado (compilações, álbuns ao vivo, etc.), e que foi dando para manter financeiramente os membros da banda. No entanto o dinheiro começava a escassear, Adrian Borland atira-se para debaixo de um comboio, e o Mark propõe em 2000 deixar para trás as divergências com o Dave e reactivar a banda para uma série de concertos e um novo álbum de originais. Este trabalho culmina com a edição de um álbum acústico, Strip (2000), que incluía já 2 temas inéditos, e um ano depois o 4º álbum de originais, Why call it anything. Este disco não reuniu nunca o consenso do público, ate porque incluía um elemento “estranho” à banda, Kwasi Asante, contribuindo para uma sonoridade mais reggae em algumas das faixas (bastante vísivel no Miracle and wonders). No entanto, este disco mostrou também que a criatividade da banda não se tinha esfumado, e composições como Indiana, Anyone Alive? e em especial Dangerous land faziam sonhar no regresso aos tempos áureos dos Chameleons.
Em 2003, depois do Dave recusar-se a comparecer num concerto em Atenas, a banda dissolve-se de vez, continuando os seus membros em inúmeros projectos paralelos (realce para o excelente projecto Black Swan Lake). Haverá uma 3ª vida para os Chameleons? A recente edição comemorativa dos 25 anos do Script of the bridge indica que poderá haver…
André Leão
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
JAZ COLEMAN (49)
O vocalista dos Killing Joke completa hoje 49 anos. Filho de pai inglês e mãe indiana, James Coleman desde cedo entrou no música através da participação em coros de igreja e da aprendizagem do piano e do violino. Na adolescência chegou mesmo a ganhar vários prémios relacionados com o violino. Os seus interesses musicais são tão abrangentes, que vão da música árabe à música maori, passando pela folk checa. O facto de Coleman possuir residência na Republica Checa e na Nova Zelândia, entre outros sítios, talvez ajude a perceber este facto.Em 1979, fundou os Killing Joke, banda que se constituiu como uma referência do pós-punk e da génese do rock-industrial. O meu primeiro contacto com eles deu-se através de Love Like Blood (1985), e depois com o álbum Brighter Than A Thousand Suns (1986), que inclui Adorations e Sanity, duas grandes canções-rock em qualquer parte do mundo.
Actualmente Coleman mantém a actividade musical com os Killing Joke e é um homem empenhado na causa ecológica, tendo mesmo investido na criação de duas aldeias ecológicas no Pacífico Sul e no Chile. Parabéns, Jaz!
terça-feira, fevereiro 24, 2009
It's a kind of magic (XXIV)
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
QA80 - 21/Fev - Ar D'Mar (actualização)
Finalmente! A festa Queridos Anos 80 tem regresso agendado para Fevereiro, após dois meses de interrupção. O evento sai pela primeira vez da cidade do Porto, ultrapassa os limites do rio e fixa-se à beira-mar, em VN Gaia, no Ar D'Mar. Espaço remodelado desde Novembro de 2008, situado na praia de Canide - Norte, apresenta-se agora como anfitrião da 17ª noite Queridos Anos 80. Será o regresso em força da festa que celebra os sons que nos viram crescer, sons esses que ficarão a cargo dos DJs Pedro Mineiro e tarzanboy. Ora vamos lá a apontar na agenda: dia 21 de Fevereiro, dia de dançar ao som da década dourada da pop! Vêmo-nos no Ar D'Mar!
Prendaça

Para quem julga que sabe tudo sobre os Depeche Mode (como eu). Espero ser surpreendido. Obrigado, Rui!
terça-feira, fevereiro 10, 2009
O QA80 na Rádio Campo Maior
Álbum 80 é o nome do programa de rádio dedicado à música dos anos 80 que a Rádio Campo Maior emite de segunda a sexta-feira, das 12:00h às 13:00h. Amanhã, quarta-feira (11), o programa, da responsabilidade de Roberto Cabral, completa um ano de emissões e contará com a participação do Queridos Anos 80. Estejam atentos à emissão online. Infelizmente não vou poder ouvir por razões profissionais, mas, desde já, dou os parabéns ao Roberto e ao Álbum 80 por este ano de emissões!segunda-feira, fevereiro 09, 2009
It's a kind of magic (XXIII)
Outros momentos mágicos: aqui.
sábado, fevereiro 07, 2009
DIETER BOHLEN (55)
A minha mãe gostava muito dos Modern Talking, nos anos 80, mas, mais do que a música, por quem ela nutria um carinho especial era Dieter Bohlen, o "loirinho", como ela lhe chamava. Com Thomas Anders, formou dupla de sucesso em todo o mundo graças a temas com títulos tão sugestivos como You're My Heart, You're My Soul, Cheri Cheri Lady ou You Can Win If You Want. Nos Modern Talking, Dieter cantava, produzia e compunha. Ao mesmo tempo, passava pelas suas mãos, musicalmente falando claro, CC Catch, estrela maior do euro-disco no feminino. Não é difícil identificar uma canção produzida por Bohlen. Praticamente todas as suas músicas têm, a certa altura, um coro em falsetto. É assim com os Modern Talking, é assim com os Blue System, banda que Bohlen fundou após a primeira dissolução dos MT. Fora deste contexto, Bohlen foi ainda responsável pelo êxito Midnight Lady, na voz de Chris Norman. A wikipedia dá conta de que as vendas dos discos dos MT e dos BS ascendem a 125 milhões de unidades, mas se pensarmos em todos os singles e álbuns em que Bohlen colocou a sua mão, os números sobem para os 165 milhões, o que nos dá a ideia da importância deste senhor na pop-euro-disco dos anos 80. A Rússia já lhe reconheceu esse destaque ao atribuir-lhe o prémio Artista do Povo da URSS, um galardão que apenas é atribuido a cidadãos russos (com a única excepção a ser o músico alemão). Mr. Bohlen, parabéns pelos seus 55 anos.

