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segunda-feira, abril 06, 2009
Às compras em Amesterdão
domingo, abril 05, 2009
Entrevista ao "Álbum 80", programa da Rádio Campo Maior
Página Oficial da Rádio Campo Maior
Álbum 80 ( 2.ª a 6.ª feira - 13.00 às 14.00)
quarta-feira, março 25, 2009
Geração 70 80 & 90 - 4/Abril - AR D'MAR
No dia 21 de Fevereiro, o AR D'MAR (bar situado na praia de Canide - Norte, em VN Gaia), viveu um momento memorável da sua ainda curta existência. Foi neste magnífico espaço à beira-mar plantado que aconteceu a 17ª festa Queridos Anos 80. O ambiente esteve frenético e as pulsações bem aceleradas. Tudo graças aos sons proporcionados pela dupla Pedro Mineiro e tarzanboy. A experiência foi inesquecível e quem lá esteve ficou a pedir mais.O QA80 no Cotonete
O Queridos Anos 80 é destaque da semana no Cotonete, na rubrica dedicada aos blogues musicais. Agradeço ao Hélder Gomes o destaque e a qualidade do trabalho. E não se esqueçam, na barra lateral, podem ouvir a rádio QA80 que criei no Cotonete logo nos inícios deste blogue.sexta-feira, março 20, 2009
A notícia do ano!!!

O Queridos Anos 80 declara-se solenemente o BLOGUE OFICIAL do HERE AND NOW em Portugal (eles não sabem, mas isso não interessa para agora). E uma festa do Queridos Anos 80 em Lisboa, depois do concerto? Ia bem, não ia? Estou eufórico! (um obrigado ao Ivo Teixeira, pela fantástica notícia!)
Plateia - 51,00 Euros
Balcão Nível 1 - 61,00 Euros
Balcão Nível 2 - 41,00 Euros
Here and Now Lisboa 2009 – O melhor dos Anos Oitenta Ao Vivo - chega finalmente a Portugal e traz consigo o melhor dos anos 80, com actuações de Rick Astley, Kim Wilde, Belinda Carlisle, ABC, Nik Kershaw e Curiosity Killed the Cat, todos juntos numa noite de pura nostalgia e êxitos non-stop!
Here And Now é o espectáculo ao vivo de maior êxito alusivo aos anos 80, sendo uma marca lançada em 2001 e tendo-se tornado num sucesso estrondoso desde então. O que torna Here And Now tão único é o facto de todos os artistas actuarem e deste se tratar de um espectáculo composto apenas por temas de sucesso. Muitas das bandas reuniram-se especialmente para esta digressão ou, em alguns casos, é a primeira vez em muitos anos que vão actuar ao vivo!
A primeira digressão realizada no Reino Unido decorreu em Novembro de 2001 e contou com a presença de nomes como Paul Young , Kim Wilde (que abriu uma excepção e voltou ao activo apenas para este espectáculo!), Curiosity Killed The Cat, Nick Heyward, Heaven 17, T'Pau e Go West. A digressão realizou-se para mais de 60.000 pessoas, efectuada em 7 recintos diferentes. Seguiram-se outras 5 digressões pelo Reino Unido e, posteriormente, digressões internacionais que passaram pela Austrália, Japão, Extremo Oriente e por toda a Europa. O espectáculo apresenta uma fusão de mais de 30 artistas, com um alinhamento que é constantemente alterado consoante o país no qual for apresentado.
Em 2003, esta marca exclusiva realizou-se pela primeira vez em estádios, com espectáculos no Bolton Wanderers Reebok Stadium e Bournemouth Football Club.
Mais recentemente, em 2007, a digressão Here And Now realizou 17 enormes eventos em espaços abertos e que esgotaram por todo o Reino Unido, 11 espectáculos já se encontram à venda para este Verão, sendo que Blickling Hall em Norfolk, já esgotou a sua capacidade para 10 mil lugares, pelo segundo ano consecutivo! E o mesmo aconteceu com a sala Quarry, em Shrewsbury, com capacidade para 9 mil pessoas. A digressão seguinte, efectuada em estádios pelo Reino Unido, decorreu em Maio de 2008 com outro alinhamento fantástico e que pôs todas as pessoas a cantar e dançar nos seus lugares, tendo contado com a presença de nomes, que se estrearam no evento, como Rick Astley, Johnny Hates Jazz, Cutting Crew e Bananarama.
Tony Denton teve originalmente a ideia para o conceito Here and Now após ter promovido espectáculos semelhantes, com artistas dos anos 70, sob o nome "The Best Disco In Town", um formato que apresentava 7 artistas no mesmo espectáculo. Entre estes artistas figuravam nomes como KC & The Sunshine Band, Chic, Rose Royce, Village People e Tavares. Tony, na qualidade de agente da maioria dos artistas dos anos 80, considerou que seria uma evolução natural ter uma versão deste espectáculo, dedicada aos anos 80, e assim surgiu Here and Now.
Agora, 7 anos mais tarde, Here And Now tornou-se numa referência e os artistas já apareceram em inúmeros programas de televisão e rádio tais como GMTV, This Morning, The Alan Titmarsh Show, Loose Women, Saturday Kitchen, BBC Breakfast TV, os programas de Jonathan Ross e Steve Wright da Radio Two, o programa de Eaamon Holmes da Radio Five e em todos os programas de rádio da manhã, entre muitos outros. Para além disso, Here And Now tornou-se na escolha de eleição para eventos de empresas. Para além dos espectáculos de Verão realizados no Reino Unido, o futuro reserva a este evento a sua estreia na mundialmente famosa corrida de Ascot e, a 18 de Dezembro, irá realizar-se uma festa Here & Now Christmas Party , na sala Indigo 2 (que inclui actuações ao vivo de Belinda Carlisle, Kid Creole & The Coconuts e Curiosity Killed The Cat, bem como DJs convidados que irão tocar música dos anos 80 durante toda a noite) e mais digressões além-fronteiras, como a de 29 de Maio, no Pavilhão Atlântico.
quinta-feira, março 19, 2009
terça-feira, março 17, 2009
Novo teledisco: CLARENCE CLEMONS & JACKSON BROWNE - You're A Friend Of Mine
Faz-me um bocado de impressão ver ali o Clarence Clemons e o Jackson Browne a declarar amizade eterna e quase aos beijos e a doçura da Darryl Hannah (era namorada de Browne, na altura, apesar daquele cabelinho à Armando Gama) atirada para o sofá, a pintar. Faz-me muita espécie. A certa altura, a miúda farta-se daquilo e pega na câmara de filmar para registar o momento tão enternecedor entre aqueles dois senhores e filmar com especial atenção o saxofone do Clemons. Ai a marota. A canção é You're A Friend Of Mine, e foi um êxito nos anos 80. Clemons, o saxofonista da E Street Band, pediu folga ao Boss e aventurou-se a solo com o álbum Hero (1985), do qual foi retirado este single. O teledisco, realizado por Edd Griles (trabalhou com Cyndi Lauper e Huey Lewis & the News), não tem qualquer ponta de interesse se exceptuarmos a presença da bela Darryl Hannah (já vos disse que ela é uma doçura?). Para ver na barra lateral.sábado, março 14, 2009
Cinco canções de amor: empate entre Bryan Adams e Madonna
quarta-feira, março 11, 2009
Queridos Anos 80 - 13/Março - Club M80

A festa Queridos Anos 80 entra na maioridade com a sua décima-oitava edição, sexta-feira, 13 de Março. De regresso ao Porto, a noite de todas as recordações instala-se no Club M80, espaço renovado do antigo bar Mexcal, ao fundo da Rua da Restauração, no Porto. Apresentando mobiliário retro, o Club M80 tem no preto e no vermelho o pano de fundo perfeito para um ambiente de revivalismo saudável. É esta a casa em que o QA80 aposta para celebrar os sons que fizeram a década dourada da pop. O som estará a cargo de Ivo Branco, homem de noites mágicas no Swing Club de outros tempos, Ivo Teixeira e tarzanboy.
Festa Queridos Anos 80, uma noite sem tréguas às canções que nos viram crescer, sejam elas pop, rock, synth-pop, funk ou soul. Sexta-feira, 13: o azar será de quem não estiver!
NINA HAGEN (54)
sábado, março 07, 2009
Taylor Dayne
Muito antes da Anastacia, houve Taylor Dayne, ou melhor, Leslie Wunderman, de seu nome verdadeiro, dona de um vozeirão respeitável. Para além dos atributos vocais, Taylor apresentava uma imagem engraçada, com os exageros típicos da época. A farta cabeleira assumia natural destaque.Nasceu em Nova Iorque e, antes de enveredar por uma carreira a solo, integrou grupos com nomes como Felony e The Next.
Em 1985, juntou-se ao produtor Rick Wake e, sob o nome artísitico de Leslee, gravou dois singles orientados para as pistas de dança, cujos títulos não podiam ser mais convidativos: Tell Me Can You Love Me and I’m The One That You Want.
Dois dos seus álbuns foram dupla-platina, a saber Tell It To My Heart (1988) e Can’t Fight Fate (1989), precisamente os dois primeiros da sua carreira. A faixa-título do primeiro álbum é o seu maior êxito anível mundial, mas este LP contou ainda com mais três singles de sucesso: Prove Your Love, I’ll Always Love You e Don’t Rush Me. Do segundo álbum, menos bem sucedido que o primeiro, há a reter os êxitos With Every Beat Of My Heart e I'll Be Your Shelter.
Tell It To My Heart foi um dos grandes êxitos das pistas de dança dos anos 80. O seu autor, Seth Swirsky, conta aqui a história desta canção. Uma história que se cruza com a NBA e a Playboy.
Actualmente, Taylor Dayne continua a gravar, mas a sua actividade artística estendeu-se também ao teatro e ao cinema. O seu último álbum de originais data de 2008 e chama-se Satisfied, título curioso tendo em conta que o anterior, de 1998, se chamava Naked Without You. No espaço entre estes dez anos, Taylor editou registos ao vivo, remisturas e greatest hits.
(PS - Este texto surgiu a partir deste passatempo)
quarta-feira, março 04, 2009
Anos 80: cinco canções de amor
Já agora, proponho também aos estimados leitores que votem na sua preferida destas cinco. Podem fazê-lo na barra lateral, para além de ouvirem os temas naquele novo leitor cinzento que estou a utilizar à experiência... Obrigado pela participação!
domingo, março 01, 2009
Ar D'Mar: uma semana depois

(Quem estiver interessado em adquirir a sua foto, basta enviar-me um e-mail (tarzanboy71@gmail.com), que eu o/a colocarei em contacto com o fotógrafo.)
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
The Chameleons
Os Chameleons formaram-se em Middleton, em 1981, quando Mark Burgess (ex-Clichés), Reg Smithies (ex-Years), Dave Fielding (ex-Years) e Brian Schofield (substituído pouco depois por John Lever), que faziam parte do mesmo grupo de amigos e da onda pós-punk que emergiu em Inglaterra no início da década de ouro da música, resolveram criar aquela que é uma das bandas, a par dos Joy Division, que mais influenciou todo o revivalismo que actualmente se vive no seio da música alternativa (Editors, Interpol, She Wants Revenge, White Rose Movement, etc.).O 1º single da banda, In Shreds (1981), é uma das suas faixas mais agressivas e chamou a atenção do legendário John Peel, o que lhes valeu várias radio sessions, algumas editadas posteriormente em compilações.
Entre 1981 e 1983, os Chameleons foram ganhando notoriedade no circuito independente britânico, conseguindo angariar uma legião de admiradores que os seguia por todo o país. Apesar de não terem um tostão furado, foi um período de grande criatividade da banda, a que não foi alheio os períodos reflectivos passados à beira do Loch Ness (e também a influência dos cogumelos alucinógeneos, segundo a biografia “View from a hill” do Mark Burgess).
Em 1983 é finalmente lançado o primeiro álbum de originais, e que além dos singles Up the down escalator, Don´t fall, As high as you can go e A person isn´t safe anywhere these days, incluí aquela que é unanimemente considerada como a melhor composição da banda, Second Skin. O álbum foi justamente aclamado pela crítica e pelo público, atingindo o patamar de discos como Unknown Pleasures, From the lion´s mouth ou Ocean rain.
Dois anos volvidos, e surge então o sempre difícil segundo álbum da banda. What does anything mean? Basically (1985), mostra uns Chameleons com um som mais trabalhado e mais suavizado, como aliás se nota logo no instrumental de abertura, Silence, Sea and Sky. Apesar do interesse na banda ter esfriado um pouco, foram convidados pelo John Peel para mais uma sessão, e foi editado também um single, Singing Rule Britannia (While the Walls Close In). Não sendo um álbum brilhante como Script of the bridge, atingiu momentos muito altos com faixas como Home is Where the Heart Is ou Perfume garden. Por esta altura tocaram em Portugal, no Rock Rendez-Vous. No you tube conseguem encontrar um registo antigo gravado pela RTP com 4 das faixas tocadas em Portugal.
Em 1986 sai a primeira das muitas compilações dedicadas à banda, The fan and the bellows, e que incluí as primeiras músicas gravadas pelos Chameleons e que não tiveram lugar no primeiro álbum, casos de Nostalgia, In shreds ou The fan and the bellows.Logo de seguida a banda lança o terceiro álbum de originais, Strange times. Tal como o próprio nome do disco indica, foi um parto bastante difícil, uma vez que as clivagens entre os membros da banda, tendo por um lado o Mark, por outro o Reg e o Dave (este incompatibilizando-se de forma radical com o Mark) dava já a entender que o final da banda poderia estar para breve. Mesmo assim, apesar do disco demonstrar claramente as diferentes direcções seguidas pelos seus membros, este é considerado como o álbum preferido pelos fans dos Chameleons, tendo inclusive 2 singles com entrada no top britânico: Tears e Swamp Thing.
Por esta altura dá-se também um acontecimento trágico. O mítico Tony Fltecher, manager da banda, aparece morto e os Chameleons resolvem cessar as actividades, não sem antes lançar um último EP, Tony Fletcher Walked On Water...La La La La La-La La-La La. Apesar das já públicas divergências da banda, este EP permanece com um dos seus tesouros mais bem escondidos, e qualquer uma das suas 4 faixas permanece ainda hoje como das melhores dos Chameleons.
Depois deste encerramento prematuro, os membros dos Chameleons resolveram seguir diversos projectos paralelos, casos de The Sun and the Moon, The Reegs, Mark Burgess and the Sons of God, Invincible. Nunca atingiram, no entanto, o sucesso e o reconhecimento que obtiveram com os Chameleons. De todos os projectos, houve um, no entanto, que sobressaiu pela sua grande qualidade: White Rose Transmission. Ou não se tratasse de uma colaboração entre o Mark Burgess, Adrian Borland (The Sound) e Carlo Von Putten (The Convent).Durante este período foram saindo inúmeros discos com material nunca antes editado (compilações, álbuns ao vivo, etc.), e que foi dando para manter financeiramente os membros da banda. No entanto o dinheiro começava a escassear, Adrian Borland atira-se para debaixo de um comboio, e o Mark propõe em 2000 deixar para trás as divergências com o Dave e reactivar a banda para uma série de concertos e um novo álbum de originais. Este trabalho culmina com a edição de um álbum acústico, Strip (2000), que incluía já 2 temas inéditos, e um ano depois o 4º álbum de originais, Why call it anything. Este disco não reuniu nunca o consenso do público, ate porque incluía um elemento “estranho” à banda, Kwasi Asante, contribuindo para uma sonoridade mais reggae em algumas das faixas (bastante vísivel no Miracle and wonders). No entanto, este disco mostrou também que a criatividade da banda não se tinha esfumado, e composições como Indiana, Anyone Alive? e em especial Dangerous land faziam sonhar no regresso aos tempos áureos dos Chameleons.
Em 2003, depois do Dave recusar-se a comparecer num concerto em Atenas, a banda dissolve-se de vez, continuando os seus membros em inúmeros projectos paralelos (realce para o excelente projecto Black Swan Lake). Haverá uma 3ª vida para os Chameleons? A recente edição comemorativa dos 25 anos do Script of the bridge indica que poderá haver…
André Leão
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
JAZ COLEMAN (49)
O vocalista dos Killing Joke completa hoje 49 anos. Filho de pai inglês e mãe indiana, James Coleman desde cedo entrou no música através da participação em coros de igreja e da aprendizagem do piano e do violino. Na adolescência chegou mesmo a ganhar vários prémios relacionados com o violino. Os seus interesses musicais são tão abrangentes, que vão da música árabe à música maori, passando pela folk checa. O facto de Coleman possuir residência na Republica Checa e na Nova Zelândia, entre outros sítios, talvez ajude a perceber este facto.Em 1979, fundou os Killing Joke, banda que se constituiu como uma referência do pós-punk e da génese do rock-industrial. O meu primeiro contacto com eles deu-se através de Love Like Blood (1985), e depois com o álbum Brighter Than A Thousand Suns (1986), que inclui Adorations e Sanity, duas grandes canções-rock em qualquer parte do mundo.
Actualmente Coleman mantém a actividade musical com os Killing Joke e é um homem empenhado na causa ecológica, tendo mesmo investido na criação de duas aldeias ecológicas no Pacífico Sul e no Chile. Parabéns, Jaz!
terça-feira, fevereiro 24, 2009
It's a kind of magic (XXIV)
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
QA80 - 21/Fev - Ar D'Mar (actualização)
Finalmente! A festa Queridos Anos 80 tem regresso agendado para Fevereiro, após dois meses de interrupção. O evento sai pela primeira vez da cidade do Porto, ultrapassa os limites do rio e fixa-se à beira-mar, em VN Gaia, no Ar D'Mar. Espaço remodelado desde Novembro de 2008, situado na praia de Canide - Norte, apresenta-se agora como anfitrião da 17ª noite Queridos Anos 80. Será o regresso em força da festa que celebra os sons que nos viram crescer, sons esses que ficarão a cargo dos DJs Pedro Mineiro e tarzanboy. Ora vamos lá a apontar na agenda: dia 21 de Fevereiro, dia de dançar ao som da década dourada da pop! Vêmo-nos no Ar D'Mar!
Prendaça

Para quem julga que sabe tudo sobre os Depeche Mode (como eu). Espero ser surpreendido. Obrigado, Rui!
terça-feira, fevereiro 10, 2009
O QA80 na Rádio Campo Maior
Álbum 80 é o nome do programa de rádio dedicado à música dos anos 80 que a Rádio Campo Maior emite de segunda a sexta-feira, das 12:00h às 13:00h. Amanhã, quarta-feira (11), o programa, da responsabilidade de Roberto Cabral, completa um ano de emissões e contará com a participação do Queridos Anos 80. Estejam atentos à emissão online. Infelizmente não vou poder ouvir por razões profissionais, mas, desde já, dou os parabéns ao Roberto e ao Álbum 80 por este ano de emissões!segunda-feira, fevereiro 09, 2009
It's a kind of magic (XXIII)
Outros momentos mágicos: aqui.
sábado, fevereiro 07, 2009
DIETER BOHLEN (55)
A minha mãe gostava muito dos Modern Talking, nos anos 80, mas, mais do que a música, por quem ela nutria um carinho especial era Dieter Bohlen, o "loirinho", como ela lhe chamava. Com Thomas Anders, formou dupla de sucesso em todo o mundo graças a temas com títulos tão sugestivos como You're My Heart, You're My Soul, Cheri Cheri Lady ou You Can Win If You Want. Nos Modern Talking, Dieter cantava, produzia e compunha. Ao mesmo tempo, passava pelas suas mãos, musicalmente falando claro, CC Catch, estrela maior do euro-disco no feminino. Não é difícil identificar uma canção produzida por Bohlen. Praticamente todas as suas músicas têm, a certa altura, um coro em falsetto. É assim com os Modern Talking, é assim com os Blue System, banda que Bohlen fundou após a primeira dissolução dos MT. Fora deste contexto, Bohlen foi ainda responsável pelo êxito Midnight Lady, na voz de Chris Norman. A wikipedia dá conta de que as vendas dos discos dos MT e dos BS ascendem a 125 milhões de unidades, mas se pensarmos em todos os singles e álbuns em que Bohlen colocou a sua mão, os números sobem para os 165 milhões, o que nos dá a ideia da importância deste senhor na pop-euro-disco dos anos 80. A Rússia já lhe reconheceu esse destaque ao atribuir-lhe o prémio Artista do Povo da URSS, um galardão que apenas é atribuido a cidadãos russos (com a única excepção a ser o músico alemão). Mr. Bohlen, parabéns pelos seus 55 anos.
sábado, janeiro 24, 2009
Sondagem Motown 80s: a preferida é... ROCKWELL!
1. rockwell - somebody's watching me - 20 (40%)
2. commodores - nightshift - 13 (26%)
3. diana ross - upside down - 10 (20%)
4. stevie wonder - part-time lover - 7 (14%)
5. rick james - super freak e lionel richie - hello - 5 (10%)
7. stevie wonder - i just called to say i love you e debarge - rhythm of the night - 3 (6%)
9. d. ross & l. richie - endless love - 2 (4%)
10. lionel richie - all night long - 1 (2%)
quinta-feira, janeiro 22, 2009
MALCOLM MCLAREN (63)
Malcolm McLaren, o homem por detrás dos Sex Pistols, completa hoje 63 anos. Fica ligado aos anos 80 através de Madam Butterfly, uma bela adaptação, na minha opinião, da composição de Giacomo Puccini. Todos os pormenores da canção podem ser vistos na contra-capa do single, que guardo religiosamente. Para ler, aqui, uma entrevista interessantíssima de McLaren à ABC, em Julho de 2006, através da qual podemos entrar um pouco mais no mundo desta personagem bizarra...quarta-feira, janeiro 21, 2009
Filhos de Viriato - Maio de 1989 - Entrevista a João Aguardela
“Sentir Português”
Submetidos a um sítio, fixados num tempo, cercados pela acomodação e conformismo. Mas há quem tente forçar a corrente...
Os Sitiados procuram alertar consciências, afirmando-se amantes de um país que sentem, não pela exacerbação de gloriosos feitos passados, mas pela simplicidade e humildade do seu povo, pelo fado, pela beleza das suas paisagens, e acima de tudo, pela felicidade que passa aqui bem perto... “Junto Ao Rio”.
FILHOS DE VIRIATO: Quando surgiu o projecto SITIADOS?
JOÃO AGUARDELA: A ideia surgiu em vésperas do 5º CMM (ndr: Concurso de Música Moderna, organizado anualmente pelo Rock Rendez Vous), ainda que eu, o Zé e o Mário, já tocássemos juntos há quase 4 anos. O projecto surge há cerca de ano e meio, com a entrada do Fernando.
FV: As letras dos SITIADOS, sendo quase exclusivamente da tua autoria, reflectem apenas a tua personalidade, o teu modo de ser e estar na vida, ou por outro lado, são reflexo das ideias dos 4 elementos da banda?
JA: Acho que é difícil filtrar aquilo que eu penso daquilo que é comum a todos. Acho que cada pessoa representa um universo completamente à parte, existindo eventualmente pontos de contacto com outros universos. Não acredito que numa banda todos sintam e pensem o mesmo, seria limitar as pessoas e seria frustrante em termos de trabalho. Não acredito na uniformização, principalmente de ideias. No entanto, tudo o que canto, mesmo algumas letras do Zé, dizem-me directamente respeito, senão acho que não as conseguiria cantar, pelo menos com tanta convicção, que vem precisamente do facto de eu me identificar com aquilo que canto.
FV: Referindo uma expressão de um dos vossos temas, “esta viagem adiada, daqui para outro lugar”, gostaria de saber se os SITIADOS consideram necessário ainda termos de “ir para longe, para muito longe” (como diziam os Xutos!) para se fazer “coisas” interessantes?
JA: A “viagem adiada daqui para outro lugar” tem mais a ver com aquilo que as pessoas sentem, do que com qualquer viagem geográfica. Eu acredito sinceramente que Portugal é dos países mais fascinantes para se viver. Nós ainda não nos fartámos da vida...
“tenho a paixão de viver”
...ainda lutamos, pois sabemos que temos muito para construir. Sei que existe um certo número de coisas que teremos de ir buscar a outro sítio, a outro lugar...
“sinto esta saudade
de não ter ficado
nem de poder ficar”
...mas mesmo nesses casos, acho que o fascínio desta terra, onde podemos deixar ainda a nossa marca, faz com que as pessoas saiam e regressem para construir.
FV: A raiva interior que soltas ao cantar, tornam-te um tanto fatalista – Fado, Negro e Amália... És assim fora do palco?
JA: Não há dúvida que ser fatalista está-nos no sangue, no entanto, é como que um exercício de purificação. Primeiro, o fatalismo, a purificação, e depois, expurgados desse mesmo fatalismo, surge-nos a luta, a revolta, a construção. Isto que te estou a dizer é claro e tu, que conheces bem a nossa música, sabes disso. Ao lado do fatalismo e da solidão, existe sempre revolta e luta, mas nunca a submissão a falsos sentimentos. É pois este sentimento de revolta que pauta a minha conduta no palco e fora dele.
“Este beijo que não soube encantar
E o desejo que sinto queimar
E revolta qie não sabe sofrer
Só não quero morrer”
FV: Revolta por que ideais, por uma MMP (ndr: Música Moderna Portuguesa) que busca desesperadamente um lugar ao sol? Como encaras a actual situação da MMP?
JA: Penso que em termos de futuro as coisas vão bem encaminhadas. Existe toda uma vasta legião de bandas que vêm surgindo nas mais diversas áreas da MMP com uma enorme vontade em aumentar o interesse do público em geral.
FV: Mesmo sem as rádios livres e tudo o que elas representaram?
JA: As rádios livres foram das coisas mais importantes dos últimos anos e uma coisa com tanta importância, que mexe com a vida de todos, não poderia ficar remetida para fora do controle do governo. E está tudo dito!!!
FV: O que pretendem os SITIADOS, influenciar comportamentos, determinar atitudes?
JA: Não, de maneira nenhuma. Nem sequer nos interessa muito propor modelos. O nosso objectivo é pôr as coisas em andamento, alertar as pessoas...
“Esta eterna guerra
Que me obriga a ser
Soldado”
... para que é possível tomar o futuro nas suas próprias mãos, é possível mudar o estado das coisas, e para o facto de que a liberdade de escolha tem de ser algo sempre real, pelo qual se terá de lutar.
“Liberdade onde vais
Liberdade onde cais
Esta luta é por te amar”
João (voz e guitarra), Fernando (bateria), Zé (guitarra) e Mário (baixo), enchem-nos os ouvidos e os olhos com um som “popular português”. Que lutem contra a solidão, que sonhem alto e o futuro lhes pertença. Mas que continuem a ser eles próprios. Que o fado os abençoe.
“Aqui ao lado, ao pé do mar, só o sonho fica, só ele pode ficar”.
Ricardo Alexandre
terça-feira, janeiro 20, 2009
João Aguardela (1969-2009)
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Novo teledisco: GENESIS - Land Of Confusion (1986)
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Assaltaram o QA80, mas correu mal
sábado, janeiro 10, 2009
A Motown nos anos 80

A Motown é M de marca, M de música, M de mito. Nascida pela mão de Berry Gordy, a editora que levou a música negra ao público branco celebra o cinquentenário no dia 12 de Janeiro. Com imensas editoras subsidiárias, a Motown definiu a música de uma era e estabeleceu estilos e modos de vida. Nos anos 80, a editora conheceu tempos difíceis, mas mesmo assim não deixou de produzir grandes sucessos mundiais. A foto que podem ver acima representa a elite da Motown nos anos 80 - Lionel Richie, Stevie Wonder, Diana Ross, Rockwell, Rick James, DeBarge e Commodores.
A playlist que se apresenta na barra lateral reúne talvez as dez canções mais importantes da editora nos anos 80. É para ouvir e depois votar na vossa preferida. O que há de especial nesta sondagem é que podem escolher mais do que uma hipótese. A lista é esta, por ordem cronológica:
1980 "Upside Down" Diana Ross
Obra da dupla Nile Rodgers and Bernard Edwards, esta canção foi um momento de afirmação mundial para Diana Ross. Feita para as pistas de dança, Upside Down foi interpretada de forma sublime pelas Destiny's Child, no tributo a Diana Ross, num VH1 Divas que deu há uns anos.
1981 "Endless Love" Diana Ross & Lionel Richie
Este é um tema sempre em alta nos duetos de karaoke, ainda que, na maior parte das vezes, cruelmente assassinado por quem tenta a sua sorte. Em Endless Love, Diana e Lionel juram amor eterno um ao outro, mas é tudo mentira. Foi o tema principal do filme com o mesmo nome, cuja informação mais relevante é ter a Brooke Shields como protagonista.
1981 "Super Freak" Rick James
Foi aqui que MC Hammer foi buscar o sample para o seu U Can't Touch This. Rick James terá agradecido o facto que, certamente, lhe trouxe alguns dividendos. A música em si não é nada de especial, mas o facto de o título querer dizer, em calão inglês-americano, "mulher que gosta de sexo", dá-lhe um toque especial. Rick James morreu em 2004.
1983 "All Night Long (All Night)" Lionel Richie
All Night Long não tem nada a ver com Super Freak. É apenas uma canção sobre uma festa que dura a noite toda. Com influências Caribenhas, este tema quebra uma certa monotonia baladeira em que a carreira de Lionel Richie se tinha transformado.
1984 "Somebody's Watching Me" Rockwell
Podemos ser mauzinhos e dizer que Rockwell só gravou este single porque era filho do fundador da Motown. Podemos ser ainda mais mauzinhos e dizer que esta canção só obteve o sucesso que obteve porque tem a colaboração de um tal Michael Jackson nos coros. Mas é melhor não sermos mauzinhos. Para isso já basta a voz do rapazito.
1984 "Hello" Lionel Richie
A música do teledisco da menina cega que constroi o busto de Lionel Richie em barro ficou para sempre no nosso imaginário. A partir de certa altura já só dava vontade de dizer "Helloooo? Já vimos o teledisco 457 vezes, agora chega!" A miúda era gira e chamava-se Laura Carrington. Já agora, não era invisual.
1984 "I Just Called to Say I Love You" Stevie Wonder
Por falar em teledisco capaz de nos levar ao desespero, este I Just Called to Say I Love You ficou uma eternidade no primeiro lugar do top português. Fez parte da banda sonora de The Woman In Red e... Marco Paulo fez uma versão portuguesa com o título "Só falei para dizer que te amo". Bonito, muito bonito.
1985 "Part-Time Lover" Stevie Wonder
Part-Time Lover é talvez a canção mais dançável de Stevie nos anos 80. O rapper 2Pac samplou-a para o tema Part-Time Mutha.
1985 "Rhythm of the Night" DeBarge
Mais um tema direccionado para as pistas de dança, Rhythm Of The Night foi o maior êxito da carreira deste grupo de irmãos.
1985 "Nightshift" The Commodores
Canção-tributo a Marvin Gaye e a Jackie Wilson de uns Commodores da fase pós-Lionel Richie. Um grande tema, pronto, admito, o meu preferido desta lista.
quarta-feira, janeiro 07, 2009
45 rotações (II)
Seremos Felizes (1984)

Dália, simplesmente Dália. O capítulo II da rubrica "45 rotações" traz hoje aqui este nome. Quem é Dália, perguntam vocês? Não faço a mínima ideia. Apenas sei que tinha um look tipicamente eighties e que gravou o este single, Seremos Felizes, em 1984, com produção de Manuel Cardoso (Tantra) e Pedro Luís (Tantra e Da Vinci). A capa de Seremos Felizes tem o design de um tal Dick Van Dijk (será o mesmo dos concursos de cantores da TV?) O lado A é uma versão portuguesa, com letra de Francisco S., do tema dos The Turtles, Happy Together. No lado B, surge Cor-de-Rosa, também ele uma versão portuguesa, com letra de Ivon Curi, de La Vie En Rose, o tema imortalizado por Edith Piaf. O que há destacar nestas duas canções é a roupagem electrónica que apresentam, reminiscente da synth-pop de inícios dos anos 80. Não sei o que terá sido feito desta menina, Dália de seu nome... Se alguém souber do seu paradeiro, esteja à vontade para o revelar! E agora vamos ouvir:Lado A - Seremos Felizes:
Lado B - Cor-de-Rosa:
sexta-feira, janeiro 02, 2009
Concertos para Bebés: Foles e Tambores
A melhor maneira de encerrar o ano de 2008 foi, no passado domingo, irmos à Casa da Música, com o tarzanbaby, assistir ao Concerto para Bebés e Famílias. Esta edição, a primeira - e com certeza não a última - a que assistimos, era subordindada ao tema Foles e Tambores e, para grande surpresa minha (que não tinha lido o programa), contou com Paulo Marinho, como convidado. O ex-Sétima Legião (e actualmente membro dos Gaiteiros de Lisboa) iluminou o concerto com a sua gaita de foles, e, no final, acedeu simpaticamente a tirar uma foto com o tarzanbaby e respectivo progenitor. Foi o primeiro contacto do pequenote com um ícone da música dos anos 80, e ainda para mais membro de uma das bandas de coração do papá! Não perdi a oportunidade para lhe dizer que estive no Coliseu do Porto, em 1991, quando actuaram com os Diva, e aproveitei para o questionar sobre o tal DVD ao vivo que nunca mais vê a luz do dia. Paulo Marinho confirmou-me que há interesse da editora em colocá-lo cá fora, o que, disse-lhe eu, seria uma enorme alegria para todos os fãs da banda.domingo, dezembro 28, 2008
You're the voice (VII) - Especial NATAL
LARA LI (50)
Lara Li completa hoje 50 anos e o Queridos Anos 80 não podia deixar passar a data em claro. E por duas razões. Em primeiro lugar, porque Telepatia é uma das canções-chave que atravessa a música portuguesa da década de 80. E em segundo lugar, porque o país ainda deve o justo reconhecimento a uma das vozes femininas mais doces da sua música. Este texto também só é possível porque a Kimberly lembrou, no ano passado, numa caixa de comentários, a data do aniversário de Lara Li. Obrigado, Kim!
Lara Li começa por ser feliz no nome artístico que adopta - bonito, simples, catchy, e, acima de tudo, bastante musical. De nome verdadeiro Ilídia Maria Pires de Amendoeira, nasce em Lisboa, mas a sua infância e adolescência serão passadas em Moçambique. É mesmo lá, que, em 1975, se estreia com a edição do seu primeiro single. Até ao final da década de 70, edita apenas 45 rotações. O primeiro álbum data de 1981, chama-se Água Na Boca e inclui os temas Telepatia e O Rapaz Do Cubo Mágico que foram editados em single.
A parceira artística com Ana Zanatti e Nuno Rodrgigues é já evidente, com a primeira a ser responsável pelas letras e o segundo pela produção. O Rapaz Do Cubo Mágico contou também com a produção de Victor Perdigão e Danny Antonelli. Este último disponibiliza o tema no seu sítio oficial (ligação directa: aqui).Em 1984, Lara Li edita o seu segundo longa-duração, intitulado Vem, o qual não obteve o sucesso do LP de estreia. Dois anos mais tarde, participa no Festival RTP da Canção, conquistando o Prémio de Interpretação com o tema Rapidamente, composto por Luis Represas e João Gil (A vencedora desta edição do festival é Dora, com Não Sejas Mau P'ra Mim).
O terceiro LP, e último, de Lara Li na década de 80 chega em 1988, intitulado Quimera. Trata-se de um longa-duração composto maioritariamente por versões de clássicos da música portuguesa, tais como Nem às Paredes Confesso, Quimera de Ouro, Barco Negro ou Sol de Inverno. Eu digo "maioritariamente" porque dele fazem parte os inéditos Jura da dupla Carlos Tê/Rui Veloso e Quarto Crescente de Ana Zanatti e Cris Kopke.E sua actividade discográfica sofre um hiato até ao ano de 1995, em que é editado o quarto e último álbum de originais até à data. Intitulado Consequências, este álbum é dominado tanto ao nível da composição como da produção pela figura de Fernando Girão. A partir deste momento, Lara Li intensifica um conjunto de colaborações musicais tanto ao nível televisivo (telenovelas) como da beneficência (Pirilampo Mágico). É também, ocasionalmente, convidada de outros artistas nos seus trabalhos de estúdio ou espectáculos ao vivo.
Recentemente vimo-la no programa Canta Por Mim, no qual interpretou Telepatia ao lado do locutor Júlio Magalhães. Por falar em Telepatia, gosto muito da versão que foi cantada no programa Operação Triunfo, há uns anos, pelos concorrentes Rui e Sofia.Resta-me encerrar este artigo (não costuma ser tão longo no caso dos aniversariantes...) endereçando, mais uma vez, os parabéns a Lara Li e desejando que um dia possa regressar em força à música pop portuguesa. Parabéns!
sábado, dezembro 27, 2008
It's a kind of magic (XXII)
PS - É de mim ou há uma menina com um capacete da construção civil no público?
segunda-feira, dezembro 15, 2008
You're the voice (VI) - especial NATAL
quarta-feira, dezembro 10, 2008
DIA MUNDIAL DOS DIREITOS DO HOMEM

History Will Teach Us Nothing (1987)
If we seek solace in the prisons of the distant past
Security in human systems we're told will always always last
Emotions are the sail and blind faith is the mast
Without the breath of real freedom we're getting nowhere fast
If God is dead and an actor plays his part
His words of fear will find their way to a place in your heart
Without the voice of reason every faith is its own curse
Without freedom from the past things can only get worse
Sooner or later
Sooner or later
Sooner or later
Sooner or later
Our written history is a catalogue of crime
The sordid and the powerful, the architects of time
The mother of invention, the oppression of the mild
The constant fear of scarcity, aggression as its child
Sooner or later
Sooner or later
Sooner or later
Sooner or later
Convince an enemy, convince him that he's wrong
Is to win a bloodless battle where victory is long
A simple act of faith
In reason over might
To blow up his children will only prove him right
History will teach us nothing
Sooner or later just like the world first day
Sooner or later we learn to throw the past away
Sooner or later just like the world first day
Sooner or later we learn to throw the past away
Sooner or later we learn to throw the past away
History will teach us nothing
History will teach us nothing
Know your human rights
Be what you come here for
Know your human rights
Be what you come here for
Know your human rights
Be what you come here for
Know your human rights
Be what you come here for
PAUL HARDCASTLE (51)
Ora aqui está um dos maiores fenómenos musicais do ano de 1985. E aparentemente sem grande esforço. À custa da guerra do Vietname, da voz do locutor Peter Thomas e de uma melodia criada por Mike Oldfield, Paul Hardcastle saltou para os primeiros lugares das tabelas de vendas mundiais com 19, a canção que nos levou a repetir até à exaustão "na-na-na-na-na-na-na-na-naintin". Longe vão os tempos da ribalta, e Hardcastle dedica-se agora ao jazz, acompanhado pela sua filha, a giraça Maxine Hardcastle. Hoje, o papá faz anos. Parabéns!sexta-feira, dezembro 05, 2008
45 rotações (I)
Os Lusitansos (1983)
Luis Filipe Barros é um dos principais ícones da rádio dos anos 80. Foi através de programas como Rock Em Stock ou Ondas Luisianas que toda uma geração pôde estar a par do que de melhor de fazia lá fora no âmbito da música rock. Criou-se o culto e o culto sobreviveu à passagem do tempo. Luis Filipe Barros mantém a actividade com o seu Ondas Luisianas, na Antena 1.O motivo pelo qual trago este senhor da rádio ao QA80 é o single que gravou em 1983. Com o título Os Lusitansos, Barros entrava pelos domínios do rap, assinando uma das críticas mais mordazes que a música portuguesa conheceu até hoje. Tendo como pano de fundo musical o Rapper's Delight dos Sugarhill Gang, este single apresenta na capa (da responsabilidade de Paulo Roberto Araújo) um quadro em BD cheio de pormenores deliciosos sobre a História de Portugal, incluindo a situação política de então. Podemos ver um Mário Soares punk e a sua MS Band ao som de "Say you want a revolution...", um Mota Pinto motoqueiro ao som de "I'm the leader of the gang", um D. Sebastião cavalgando por entre o nevoeiro ao som de "I face the rains down in Africa..." ou o Zé Povinho a engraxar os sapatos do FMI. A letra é da autoria de Luis Filipe Barros e está simplesmente fabulosa.

Senhores professores de História e Português, aqui têm um excelente texto/canção para motivar os vossos alunos!
segunda-feira, dezembro 01, 2008
Sétima Legião: Noutro Lugar / Sem Ter Quem Amar (ao vivo)
sábado, novembro 29, 2008
Kim Wilde: a preferida é "You Came"
Após 46 cliques, eis o resultado final:
1. you came - 13 (28%)
2. kids in america - 12 (26%)
3. cambodia - 11 (23%)
4. you keep me hangin' on - 6 (13%)
5. four letter word - 2 (4%)
6. chequered love e view from a bridge - 1 (2%)
terça-feira, novembro 25, 2008
AMY GRANT (48)
Ainda hoje me penitencio por ter esquecido Amy Grant na eleição You Spin Me Round. Esta querida não merecia. A Wikipedia fala dela como a "best-selling Contemporary Christian Music recording artist of all time". Para mim, ela é a miúda gira que canta The Next Time I Fall (1986) com Peter "Chicago" Cetera.Como faz hoje 48 anos e está tão bem conservadinha, acho que merece esta recordação:
PS - No próximo Carnaval, apetecia-me ir de Peter Cetera.
sexta-feira, novembro 21, 2008
Novo teledisco: THE BOLSHOI - TV Man
Hoje celebra-se o Dia Mundial da Televisão, instituído pelas Nações Unidas em 1996. A caixinha que mudou o mundo, a quem a música pop dos anos 80 tanto deve (e vice-versa), não passa despercebida à arte compositiva de alguns músicos que a ela dedicam algumas linhas das suas canções, quando não mesmo toda a canção. É o caso dos Bolshoi, banda que goza de um cantinho especial no coração do QA80. Em 1987, incluída no álbum Lindy's Party, surgiu esta TV Man. É este o teledisco que se apresenta na barra lateral e que por ali vai ficar durante os próximos dias. T.V. MAN (Lindy's Party, 1987)
Wake up, switch on
I eat my breakfast and the picture goes wrong
Give it a slap, give it a jog
I better hurry or I'll miss the epilogue
Ride high, without a saddle
Down the rapids on a boat without a paddle
I am the scourge of the high seas
Just you watch 'em running
when they hear about me
One, two, three... Hail T.V.
Watching Dirty Harry made a man of me
Here I stand, T.V. Man
I've got all the angels eating out of my hand...
I've got good, bad and ugly traits
But even Dirty Harry was allowed to make mistakes...
Knock, knock, there's someone at the door
I can't imagine, I can't imagine
I can't imagine what they come around here for...
Coule be the rent... Or H.P.
Whatever it is they gonna bleed me
I've got no money... Nothing to borrow
Just you go away now, don't come back tomorrow
One, two, three... Hail T.V.
Watching Dirty Harry made a man of me
Here I stand, T.V. Man
I've got all the angels eating out of my hand...
I've got good, bad and ugly traits
But even Dirty Harry was allowed to make mistakes...
It's so hot here under the sun
Just him and me
And a couple of six guns
I look at him
He looks at me
Out come the guns
Who will it be...
One, two, three... Hail T.V.
Watching Dirty Harry made a man of me
Here I stand, T.V. Man
I've got all the angels eating out of my hand...
I've got good, bad and ugly traits
But even Dirty Harry was allowed to make mistakes...
segunda-feira, novembro 17, 2008
Sweet dreams are made of this - 21/Nov - W (Lisboa)
Como motivos extra gostava de destacar os djs: Rui Pragal da Cunha (Heróis do Mar), Paulo Ferrão e Bruno Freitas –TST´s-. Alem de muitas surpresas.
Assim convido todos os leitores do blog a participarem na festa onde alem de se divertirem poderão ajudar à realização de um sonho de uma criança. Para tal basta que transfiram 10 euros para o NIB: 0007 0000 0061 8274 1212 3, com o respectivo comprovativo de pagamento enviado para o e-mail: tsteighties@gmail.com e desta forma assegurarem a entrada.
Obrigado
Paulo Ferrão"
Duel (IX): The Smiths vs. The Cure - ENCERRADO
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segunda-feira, novembro 10, 2008
You're The Voice (V)
domingo, novembro 09, 2008
A Minha Geração: os anos 80 na RTP
O programa da RTP A Minha Geração da semana passada teve como pano de fundo os anos 80. Com apresentação de Catarina Furtado - cuja roupa, já agora, lhe assentou muito bem... - o programa trouxe a Portugal Samantha Fox. Ora, que dizer da actuação da pequenita que traz boas recordações a qualquer rapaz adolescente dos anos 80 (não necessariamente pela música...)? Surpreendeu ao surgir a cantar ao vivo (Touch Me e Nothing's Gonna Stop Me Now), apenas em playback intrumental. Arriscou... e perdeu, porque expôs fragilidades vocais que já conhecíamos. Aos 42 anos, Sam Fox (que foi recentemente eleita pelos leitores do Daily Star como a melhor page-three pin up de sempre) tenta manter-se à superfície da indústria musical, mas o melhor que consegue são estas actuações televisivas em países europeus de "segunda linha".O programa recuperou ainda Maria Armanda, cuja actuação satisfez a curiosidade de quem sempre se interrogou sobre o que era feito da pequenita que viu um sapo. A Maria não desafinou e o Coro de Santo Amaro de Oeiras portou-se bem. A terceira vedeta da noite foi a rockeira Adelaide Ferreira que recuperou o single de 1982, Bichos. Uma força da natureza, Adelaide continua em forma e com um vozeirão de meter qualquer Samantha Fox no bolso.
Os vídeos destas actuações estão na página do Queridos Anos 80 no You Tube. Para não dizerem que vão daqui sem nada, deixo-vos com Touch Me, de Samantha Fox.
quarta-feira, novembro 05, 2008
MIKE SCORE (51)
O vocalista dos A Flock Of Seagulls, a banda mais "espacial" dos anos 80, faz hoje 51 anos . Mike Score, o homem com o penteado mais louco da década, continua em actividade com a banda, mas com um line-up diferente pois ele é actualmente o único membro fundador. Apesar do esforço da VH1 para os reunir há quatro anos, conseguido, diga-se, parece que a experiência se ficou apenas por isso mesmo... uma experiência. Uma das curiosidades que esse programa revelou foi a forma como nasceu o penteado louco de Score. Parece que, um certo dia, ele estava a tentar levantar todo o cabelo para ficar ao estilo da personagem Ziggy Stardust, de David Bowie, quando o baixista, Frank Maudsley, lhe pôs a mão na cabeça, baixando o cabelo no meio, mas deixando-o no ar dos lados. Nascia assim um penteado mítico. De resto, o programa mostrou que Mike Score já não tem a voz de outros tempos... e é dono de um carácter "difícil". Ou então há ali feridas passadas difíceis de curar entre ele o o irmão, o baterista Ali Score.segunda-feira, novembro 03, 2008
It's a kind of magic (XXI)
Momentos mágicos anteriores:
mike scott kim wilde wham milli vanilli bonjovi phil collins eurythmics new order duran duran bauhaus peter murphy band aid sabrina cure depeche mode sétima legião u2 classix nouveaux bruce springsteen duran duran
domingo, novembro 02, 2008
QA80 - 5 anos
sábado, novembro 01, 2008
QUERIDOS ANOS 80 - Radio Bar - É hoje!

É já no próximo sábado que o mundo assistirá ao regresso das noites Queridos Anos 80. Dia 1 de Novembro, o RADIO Bar receberá os sons da década dourada da pop, na sua 16ª edição, uma edição muito especial ou não se comemorassem cinco anos sobre o primeiro post deste blogue. Sim, já passaram 5 anos! Por isso estão todos convidados a aparecer, no RADIO Bar, junto à Alfândega do Porto. O Ivo T e o tarzanboy esperam por vós para mais uma noite memorável!



