Kim Wilde - 62 (54%)

Nik Kershaw - 45 (39%)

Belinda Carlisle e ABC - 26 (22%)


Rick Astley - 25 (21%)

Curiosity Killed The Cat - 6 (5%)
abc bangles billy idol bruce springsteen cyndi lauper classix nouveaux climie fisher cult cure erasure depeche mode duran duran echo & the bunnymen gazebo housemartins human league industry jesus and mary chain kim wilde lloyd cole madonna mission new order nik kershaw omd prince sandra sigue sigue sputnik sisters of mercy smiths sound spandau ballet time bandits u2 voice of the beehive waterboys wham yazoo e... muitos mais!





Colin Vearncombe não seria o nome mais indicado para vender discos nos anos 80. Talvez seja por isso que este inglês nascido em Liverpool, adoptou a simples designação de Black para se impor no mundo da música (seja nome de banda, seja em nome próprio). De repente, uma canção: Wonderful Life. Um hino à estética musical. Mas também Everything's Coming Up Roses, igualmente retirado do álbum de estreia, Wonderful Life. Hoje, Black completa 47 anos, continua activo na música e, a avaliar pelo vídeo que trago aqui, em grande forma. Um momento mágico, gravado em 2005:
Aqui temos a típica one-hit wonder dos anos 80. Al Corley granjeou (como eu gosto deste verbo) sucesso assinalável com Square Rooms, tema electro-pop-dançável, que fez parte do seu primeiro álbum. Haveria de gravar mais dois LPs, mas isso agora não interessa nada. O que importa sublinhar é que este moço foi uma das personagens principais de Dinastia, também conhecida por a-série-que-queria-ser-o-Dallas-quando-fosse-grande. E talvez por via dessa personagem tenha sido sempre um queridinho das miúdas da época ou não tivesse sido capa da Bravo. Hoje, Al Corley faz 53 anos. Parabéns!
Ben Vol... quê? Ben Volpeliere-Pierrot é o nome do vocalista dos Curiosity Killed The Cat, banda que, na segunda metade dos anos 80, se intrometeu na cena pop britânica com os temas Down To Earth, Misfit e Name And Number (os dois últimos podem ser ouvidos na barra lateral, a playlist Here And Now). A banda original já não existe, mas Ben VP tem actuado em diversos festivais 80s sob a designação Curiosity Killed The Cat. É assim que o vamos ver, no dia 29, no Pavilhão Atlântico. Relativamente a edições discográficas, os tempos estão difíceis para o rapaz da boina. Em 2006, surgiu uma versão dance de Name And Number, com a equipa de produtores Element. O site oficial do cantor estagnou em... 2007, com a notícia de que estaria a gravar o seu primeiro álbum a solo. E dois anos passaram. Anyway... hoje Ben faz 44 anos. Parabéns!
Quer se queira quer não, The Only Way Is Up é uma grande malha em qualquer pista de dança. Surgiu há precisamente 20 anos, em pleno boom da house music (da qual não guardo as melhores recordações...), pela voz de Yasmina Evans, mais conhecida por Yazz para o mundo artístico. Actualmente a viver no sul de Espanha, tem dividido o seu tempo entre a associação REMAR e a igreja baptista de Calahonda. Em 2008, editou o álbum Running Back To You, através do qual pretendeu dar testemunho da sua viagem espiritual até ao cristianismo. Hoje, Yazz completa 49 anos. Parabéns!
Martika surgiu em finais da década de 80 com Toy Soldiers (1989), uma balada sobre a dependência da droga, que Eminem achou por bem utilizar em 2004, no álbum Encore. Toy Soldeirs foi o único número 1 da cantora de ascendência cubana que um dia alguém disse poder vir a ser a Madonna latina. Não foi, é certo, mas Toy Soldiers andou pelos tops de todo o mundo e teve até direito a versão japonesa. Actualmente, Martika faz parte do projecto Oppera (aqui podem ver um estranho ensaio fotográfico para o primeiro álbum). Hoje, completa 41 anos. Parabéns!





O Festival Eurovisão da Canção está cada vez mais estranho. São cada vez mais raros os cantores que não cantam em inglês e o palco é cada vez mais invadido por personagens esquisitas que não lembram ao diabo. Ontem, a nossa canção apurou-se para a final e ficámos todos contentes, mas hoje é dia de se falar do sr. Festival, Johnny Logan de seu nome, talvez o artista mais premiado dos festivais da eurovisão. Festivaladas é com ele: ganhou em 1980, interpretando a canção What's Another Year. Voltou a ganhar em 1987, cantando o famoso e xaroposo Hold Me Now. Como não há duas sem três, ganhou mais uma vez, desta vez como compositor, em 1992, com a canção Why Me, interpretada por uma tal Linda Martin. Teve ainda um segundo lugar, em 1984, como compositor para a mesma cantora. Este irlandês que nasceu na Austrália completa hoje 55 anos. Parabéns!
Sempre gostei do toque humorístico com que este rapaz encarou a música. Falo-vos de Paul Heaton, o vocalista dos Housemartins e dos Beautiful South, duas bandas completamente à parte do panorama pop dos anos 80. De Happy Hour a Song For Whoever, passando, claro, pelo magnífico Build, Paul Heaton deixou a sua marca de excelente compositor, às vezes cínico e subversivo, outras vezes apenas divertido. E não podemos esquecer a magnífica versão de Caravan Of Love, um original dos Isley Brothers. Hoje, Paul Heaton, cuja carreira a solo já leva dois álbuns, completa 47 anos. Parabéns!
Deixo-vos com Me And The Farmer, de 1987:
É um dos membros de longa data dos Earth Wind & Fire, contribuindo com o seu falsetto característico para o carisma de uma banda de eleição no âmbito do R&B e do funk dos anos 70. Falamos de Philip Bailey, ele que teve em Chinese Wall (1984) um álbum bastante interessante nos anos 80. Nele estão incluídos Easy Lover, em dueto com Phil Collins, e Walking On The Chinese Wall, a canção que me traz as melhores recordações de Philip Bailey. A propósito de Easy Lover, numa entrevista a Phil Collins, o jornalista perguntou-lhe como tinha descoberto Bailey. O tio Phil, irritado com a ignorância do dito jornalista, inventou uma história segundo a qual Phil tinha descoberto Bailey numa bomba de gasolina enquanto atestava o depósito. Bailey era o empregado da bomba e cantava tão bem, que Collins o convidou para o dueto. A história fez sucesso não tanto pelo enredo, mas pelo facto de o jornalista ter acreditado nela. Phil Bailey completa hoje 58 anos. Parabéns!
Ashford & Simpson foram o casal que, em 1984, decidiram comunicar ao mundo que o seu casamento era solid as a rock. É óbvio que ninguém lhes tinha perguntado nada, mas eles acharam por bem fazer essa declaração mais ou menos 13 anos depois de darem o nó. A canção Solid foi talvez o seu maior êxito na década de 80, num percurso musical que começara ainda nos anos 60. De resto, Ashford & Simpson podem orgulhar-se de terem uma carreira de compositores e produtores que compensa algum eventual fracasso como cantores/intérpretes - trabalharam com gente muito famosa, como Diana Ross e Marvin Gaye, entre outros. Resta-me revelar aqui (se calhar em primeira mão para alguns) que ele é que é o Ashford. Para além disso, faz hoje 67 anos. Parabéns!
(clicar na imagem para ver maior)
Os anos 80 estão povoados de personagens estranhas. Clive Jackson, um antigo DJ que um dia resolveu formar os Doctor and the Medics, é um desses casos. É claro que no Dia Mundial da Saúde, o QA80 só podia resgatar do baú das recordações esta banda e o seu maior êxito, Spirit In The Sky, um original de Norman Greenbaum (1969), e que os Doctor and the Medics levaram ao primeiro lugar das tabelas de vendas de um grande número de países. O teledisco para ver na barra lateral.Página Oficial da Rádio Campo Maior
Álbum 80 ( 2.ª a 6.ª feira - 13.00 às 14.00)
No dia 21 de Fevereiro, o AR D'MAR (bar situado na praia de Canide - Norte, em VN Gaia), viveu um momento memorável da sua ainda curta existência. Foi neste magnífico espaço à beira-mar plantado que aconteceu a 17ª festa Queridos Anos 80. O ambiente esteve frenético e as pulsações bem aceleradas. Tudo graças aos sons proporcionados pela dupla Pedro Mineiro e tarzanboy. A experiência foi inesquecível e quem lá esteve ficou a pedir mais.
O Queridos Anos 80 é destaque da semana no Cotonete, na rubrica dedicada aos blogues musicais. Agradeço ao Hélder Gomes o destaque e a qualidade do trabalho. E não se esqueçam, na barra lateral, podem ouvir a rádio QA80 que criei no Cotonete logo nos inícios deste blogue.
Faz-me um bocado de impressão ver ali o Clarence Clemons e o Jackson Browne a declarar amizade eterna e quase aos beijos e a doçura da Darryl Hannah (era namorada de Browne, na altura, apesar daquele cabelinho à Armando Gama) atirada para o sofá, a pintar. Faz-me muita espécie. A certa altura, a miúda farta-se daquilo e pega na câmara de filmar para registar o momento tão enternecedor entre aqueles dois senhores e filmar com especial atenção o saxofone do Clemons. Ai a marota. A canção é You're A Friend Of Mine, e foi um êxito nos anos 80. Clemons, o saxofonista da E Street Band, pediu folga ao Boss e aventurou-se a solo com o álbum Hero (1985), do qual foi retirado este single. O teledisco, realizado por Edd Griles (trabalhou com Cyndi Lauper e Huey Lewis & the News), não tem qualquer ponta de interesse se exceptuarmos a presença da bela Darryl Hannah (já vos disse que ela é uma doçura?). Para ver na barra lateral.
A festa Queridos Anos 80 entra na maioridade com a sua décima-oitava edição, sexta-feira, 13 de Março. De regresso ao Porto, a noite de todas as recordações instala-se no Club M80, espaço renovado do antigo bar Mexcal, ao fundo da Rua da Restauração, no Porto. Apresentando mobiliário retro, o Club M80 tem no preto e no vermelho o pano de fundo perfeito para um ambiente de revivalismo saudável. É esta a casa em que o QA80 aposta para celebrar os sons que fizeram a década dourada da pop. O som estará a cargo de Ivo Branco, homem de noites mágicas no Swing Club de outros tempos, Ivo Teixeira e tarzanboy.
Festa Queridos Anos 80, uma noite sem tréguas às canções que nos viram crescer, sejam elas pop, rock, synth-pop, funk ou soul. Sexta-feira, 13: o azar será de quem não estiver!
Muito antes da Anastacia, houve Taylor Dayne, ou melhor, Leslie Wunderman, de seu nome verdadeiro, dona de um vozeirão respeitável. Para além dos atributos vocais, Taylor apresentava uma imagem engraçada, com os exageros típicos da época. A farta cabeleira assumia natural destaque.
Os Chameleons formaram-se em Middleton, em 1981, quando Mark Burgess (ex-Clichés), Reg Smithies (ex-Years), Dave Fielding (ex-Years) e Brian Schofield (substituído pouco depois por John Lever), que faziam parte do mesmo grupo de amigos e da onda pós-punk que emergiu em Inglaterra no início da década de ouro da música, resolveram criar aquela que é uma das bandas, a par dos Joy Division, que mais influenciou todo o revivalismo que actualmente se vive no seio da música alternativa (Editors, Interpol, She Wants Revenge, White Rose Movement, etc.).
Dois anos volvidos, e surge então o sempre difícil segundo álbum da banda. What does anything mean? Basically (1985), mostra uns Chameleons com um som mais trabalhado e mais suavizado, como aliás se nota logo no instrumental de abertura, Silence, Sea and Sky. Apesar do interesse na banda ter esfriado um pouco, foram convidados pelo John Peel para mais uma sessão, e foi editado também um single, Singing Rule Britannia (While the Walls Close In). Não sendo um álbum brilhante como Script of the bridge, atingiu momentos muito altos com faixas como Home is Where the Heart Is ou Perfume garden. Por esta altura tocaram em Portugal, no Rock Rendez-Vous. No you tube conseguem encontrar um registo antigo gravado pela RTP com 4 das faixas tocadas em Portugal.
Em 1986 sai a primeira das muitas compilações dedicadas à banda, The fan and the bellows, e que incluí as primeiras músicas gravadas pelos Chameleons e que não tiveram lugar no primeiro álbum, casos de Nostalgia, In shreds ou The fan and the bellows.
Depois deste encerramento prematuro, os membros dos Chameleons resolveram seguir diversos projectos paralelos, casos de The Sun and the Moon, The Reegs, Mark Burgess and the Sons of God, Invincible. Nunca atingiram, no entanto, o sucesso e o reconhecimento que obtiveram com os Chameleons. De todos os projectos, houve um, no entanto, que sobressaiu pela sua grande qualidade: White Rose Transmission. Ou não se tratasse de uma colaboração entre o Mark Burgess, Adrian Borland (The Sound) e Carlo Von Putten (The Convent).
O vocalista dos Killing Joke completa hoje 49 anos. Filho de pai inglês e mãe indiana, James Coleman desde cedo entrou no música através da participação em coros de igreja e da aprendizagem do piano e do violino. Na adolescência chegou mesmo a ganhar vários prémios relacionados com o violino. Os seus interesses musicais são tão abrangentes, que vão da música árabe à música maori, passando pela folk checa. O facto de Coleman possuir residência na Republica Checa e na Nova Zelândia, entre outros sítios, talvez ajude a perceber este facto.
Finalmente! A festa Queridos Anos 80 tem regresso agendado para Fevereiro, após dois meses de interrupção. O evento sai pela primeira vez da cidade do Porto, ultrapassa os limites do rio e fixa-se à beira-mar, em VN Gaia, no Ar D'Mar. Espaço remodelado desde Novembro de 2008, situado na praia de Canide - Norte, apresenta-se agora como anfitrião da 17ª noite Queridos Anos 80. Será o regresso em força da festa que celebra os sons que nos viram crescer, sons esses que ficarão a cargo dos DJs Pedro Mineiro e tarzanboy. Ora vamos lá a apontar na agenda: dia 21 de Fevereiro, dia de dançar ao som da década dourada da pop! Vêmo-nos no Ar D'Mar!

Álbum 80 é o nome do programa de rádio dedicado à música dos anos 80 que a Rádio Campo Maior emite de segunda a sexta-feira, das 12:00h às 13:00h. Amanhã, quarta-feira (11), o programa, da responsabilidade de Roberto Cabral, completa um ano de emissões e contará com a participação do Queridos Anos 80. Estejam atentos à emissão online. Infelizmente não vou poder ouvir por razões profissionais, mas, desde já, dou os parabéns ao Roberto e ao Álbum 80 por este ano de emissões!
A minha mãe gostava muito dos Modern Talking, nos anos 80, mas, mais do que a música, por quem ela nutria um carinho especial era Dieter Bohlen, o "loirinho", como ela lhe chamava. Com Thomas Anders, formou dupla de sucesso em todo o mundo graças a temas com títulos tão sugestivos como You're My Heart, You're My Soul, Cheri Cheri Lady ou You Can Win If You Want. Nos Modern Talking, Dieter cantava, produzia e compunha. Ao mesmo tempo, passava pelas suas mãos, musicalmente falando claro, CC Catch, estrela maior do euro-disco no feminino. Não é difícil identificar uma canção produzida por Bohlen. Praticamente todas as suas músicas têm, a certa altura, um coro em falsetto. É assim com os Modern Talking, é assim com os Blue System, banda que Bohlen fundou após a primeira dissolução dos MT. Fora deste contexto, Bohlen foi ainda responsável pelo êxito Midnight Lady, na voz de Chris Norman. A wikipedia dá conta de que as vendas dos discos dos MT e dos BS ascendem a 125 milhões de unidades, mas se pensarmos em todos os singles e álbuns em que Bohlen colocou a sua mão, os números sobem para os 165 milhões, o que nos dá a ideia da importância deste senhor na pop-euro-disco dos anos 80. A Rússia já lhe reconheceu esse destaque ao atribuir-lhe o prémio Artista do Povo da URSS, um galardão que apenas é atribuido a cidadãos russos (com a única excepção a ser o músico alemão). Mr. Bohlen, parabéns pelos seus 55 anos.