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sábado, novembro 21, 2009
sexta-feira, novembro 13, 2009
Amanhã... Just Can't Get Enough!
Amanhã por esta hora devo estar a encaminhar-me para o Pavilhão Atlântico para ver a maior banda do mundo. Depois da frustração do cancelamento do concerto no Porto o que eles mereciam era que eu boicotasse este concerto, mas o Martin Gore era capaz de amuar por isso lá vou eu ver os Depeche Mode pela terceira vez ao vivo. Em 2006 foi assim: texto e fotos. Pelo que podemos ler no Zombie Room, parece que Peace e In Sympathy, do último álbum, vão ficar de fora, bem como a mítica Strangelove e a belíssima Waiting For The Night. Aqui fica o possível, quase certo, alinhamento:1-In Chains
2-Wrong
3-Hole To Feed
4-Walking In My Shoes
5-A Question Of Time
6-Precious
7-World In My Eyes
8-Fly On The Windscreen
9-Sister Of Night (ou Freelove, ou Clean) - Acústico de Martin Gore
10-Home - Acústico de Martin Gore
11-Miles Away
12-Policy Of Truth
13-It's No Good
14-In Your Room
15-I Feel You
16-Enjoy The Silence
17-Never Let Me Down Again
18-Dressed In Black (ou Shake The Disease, ou Somebody) - Acústico do Martin Gore
19-Stripped
20-Behind the Wheel
21-Personal Jesus
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depeche mode
domingo, novembro 08, 2009
45 rotações (V)
Tó Maria Vinhas
Formiga Formiguinha (1980)
Tó Maria Vinhas ficou na história da música portuguesa quando, em 1980, decidiu dar atenção às formigas. Numa altura em que meio mundo dirigia a sua atenção para leões, tigres, cobras e lobos, só para referir alguma da bicharada que foi tema na música pop-rock internacional, em Portugal, alguém lembrava o insecto que não voa, mas que é chato como o catano (já agora, ficam a saber que há mais de doze mil espécies em todo o mundo). Formiga, Formiguinha foi, pois, um fenómeno, em inícios dos anos 80, tendo mesmo dado origem a versões inglesa (Ant, Little Ant), francesa (Fourmi, Petite Fourmi) e italiana (Formica, Piccola Formica). Bem, esta parte foi inventada por mim, mas acho que a canção merecia projecção internacional, não só pela homenagem que o autor faz à existência sempre laboriosa e empreendedora da formiga (convém relembrar que de infantil, como muita gente pensava, esta música não tem nada, sendo mais uma espécie de hino sindicalista de elogio ao trabalhador), mas também porque a própria voz de Tó Maria Vinhas sugere o esgotamento de alguém que passou as últimas 24 horas a trabalhar sem descanso.
O lado B merece também alguma reflexão porque esta poderá muito bem ser a pior música portuguesa de todos os tempos. Meu Amigo, Meu Amigo é aquele tipo de música capaz de nos deixar zangados com o mundo. Aquilo que é suposto ser um hino à amizade torna-se, a meu ver, numa arma de destruição massiva dos nossos ouvidos. E não há amigo que resista depois de ouvir algo como isto: já nem ouves o que digo/nem sequer me dás razão/larga o peso de mendigo/que este mundo é aldrabão. Ou isto: meu amigo, meu amigo/que feitiço te mordeu?/uma seta mal armada/que na boca te gemeu. (Toda a letra aqui).
Actualmente, Tó Maria Vinhas encontra-se afastado, tanto quanto sei, das gravações (em 1992, editou um álbum de fábulas de La Fontaine musicadas), mas escreve para muitos artistas pimba.
tó maria vinhas - formiga formiguinha
tó maria vinhas - meu amigo meu amigo
Formiga Formiguinha (1980)
Tó Maria Vinhas ficou na história da música portuguesa quando, em 1980, decidiu dar atenção às formigas. Numa altura em que meio mundo dirigia a sua atenção para leões, tigres, cobras e lobos, só para referir alguma da bicharada que foi tema na música pop-rock internacional, em Portugal, alguém lembrava o insecto que não voa, mas que é chato como o catano (já agora, ficam a saber que há mais de doze mil espécies em todo o mundo). Formiga, Formiguinha foi, pois, um fenómeno, em inícios dos anos 80, tendo mesmo dado origem a versões inglesa (Ant, Little Ant), francesa (Fourmi, Petite Fourmi) e italiana (Formica, Piccola Formica). Bem, esta parte foi inventada por mim, mas acho que a canção merecia projecção internacional, não só pela homenagem que o autor faz à existência sempre laboriosa e empreendedora da formiga (convém relembrar que de infantil, como muita gente pensava, esta música não tem nada, sendo mais uma espécie de hino sindicalista de elogio ao trabalhador), mas também porque a própria voz de Tó Maria Vinhas sugere o esgotamento de alguém que passou as últimas 24 horas a trabalhar sem descanso.O lado B merece também alguma reflexão porque esta poderá muito bem ser a pior música portuguesa de todos os tempos. Meu Amigo, Meu Amigo é aquele tipo de música capaz de nos deixar zangados com o mundo. Aquilo que é suposto ser um hino à amizade torna-se, a meu ver, numa arma de destruição massiva dos nossos ouvidos. E não há amigo que resista depois de ouvir algo como isto: já nem ouves o que digo/nem sequer me dás razão/larga o peso de mendigo/que este mundo é aldrabão. Ou isto: meu amigo, meu amigo/que feitiço te mordeu?/uma seta mal armada/que na boca te gemeu. (Toda a letra aqui).
Actualmente, Tó Maria Vinhas encontra-se afastado, tanto quanto sei, das gravações (em 1992, editou um álbum de fábulas de La Fontaine musicadas), mas escreve para muitos artistas pimba.
tó maria vinhas - formiga formiguinha
tó maria vinhas - meu amigo meu amigo
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sábado, novembro 07, 2009
Geração 70 80 90 - AR D'MAR - 7/Novembro

Este sábado, 7 de Novembro, marcamos encontro no Ar D’Mar. O motivo é nobre: o primeiro aniversário do novo espaço à beira-mar. Para celebrar o momento, a dupla de DJs do costume, Pedro Mineiro e tarzanboy, que põe toda a gente a dançar ao som das melhores músicas da década de 80 (com alguns toques da anos 70 e 90 também…). O momento exige festa e o champanhe e o bolo não faltarão, tudo isto temperado pela nova climatização que o Ar D'Mar vai inaugurar. Próximo sábado: a ordem é dançar e festejar. Apareçam!
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segunda-feira, novembro 02, 2009
Este homem ensinou-me a ouvir música
Entre as referências da nossa infância ou adolescência, para além da nossa família e professores, há aqueles nomes que, a dada altura se cruzaram no nosso caminho, com quem eventualmente até nunca falámos, mas que, por alguma razão, deixaram uma marca duradoura no nosso crescimento. No meu caso, António Sérgio, o jornalista de rádio que faleceu anteontem, está nesse grupo de pessoas sem as quais, se calhar, uma parte de mim não seria o que é hoje. Refiro-me, claro, à parte que gosta de música. Com Sérgio aprendi a ouvir música. Com o Som da Frente, percebi que havia muito mais música para além das tabelas de vendas que o TOP Disco mostrava, muita coisa que valia a pena ser escutada, ouvida, devorada. Nomes como Wire, Band Of Susans, The Pursuit Of Happiness, Ultra Vivid Scene, Pale Saints chegaram-me através da voz grave e intensa de António Sérgio. E curiosamente, no meu caso, "Som da Frente" foi, durante algum tempo, nos anos 80, uma designação para um estilo de música, dita de vanguarda, e que nos anos 90 tomaria a importação de indie. Só depois percebi que se tratava de um programa de rádio que dava a más horas, mas que, e se calhar por isso mesmo, valia a pena ouvir e sacrificar tempo de descanso.
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sexta-feira, outubro 30, 2009
GRACE SLICK (70)
Setenta anos são setenta anos e Grace Slick não escapa à inexorável passagem do tempo. Esta senhora, que vem dos anos 60, formou com Mickey Thomas o duo de vocalistas dos Starship de 1985 a 1988, já depois de a banda ser rebaptizada a partir de Jefferson Starship (designação que, por sua vez, tinha subtituído a de Jefferson Airplane). Em 1989, gravou com os originais Jefferson Airplane um álbum homónimo (a história desta banda é um autêntico puzzle de entradas e saídas...). Naquilo que interessa para este blogue, os Starship foram a banda responsável por temas como We Built This City, Sara ou Nothing's Gonna Stop Us Now. É este último que podem escutar a seguir. A solo, Grace editou três álbuns ainda na primeira metade da década de 80. Resta-me dar-lhe os parabéns pela bonita idade que completa hoje. 70 anos!starship - nothing's gonna stop us now
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quarta-feira, outubro 28, 2009
Novo teledisco: D.A.D. - Sleeping My Day Away
Os fãs de hard 'n' heavy têm no próximo dia 6 de Novembro um apetitoso prato a ser servido no Campo Pequeno. Na ementa, os dinamarqueses D.A.D. (sigla de Disneyland After Dark) e os escoceses Gun. É precisamente dos primeiros que recupero um tema potentíssimo que qualquer pista de dança rock não enjeita: Sleeping My Day Away. Editado mesmo no final da década de 80, este é o tema mais famoso dos D.A.D. e faz parte do terceiro álbum da banda, No Fuel Left For The Pilgrims. O teledisco, que podemos ver na barra lateral, foi realizado por Andy Morahan cujo trabalho foi bastante profícuo nos anos 80, tanto no rock como na pop. Aqui, a banda surge a tocar numa espécie de claustros com o símbolo da banda em fundo. Por entre as colunas e as arcadas, os músicos caminham de um lado para o outro com as suas cabeleiras ao vento e, no refrão, surgem numa cama ora retorcendo-se ora brincando às almofadas. Ao contrário de muitas outras bandas similares da altura, aqui não aparecem miúdas jeitosas a perguntarem qual o shampô que mantém aquelas cabeleiras em tão bom estado. É uma pena. O teledisco só tinha a ganhar com o elemento feminino, vulgo, gajedo. Como se não bastasse esta ausência, um dos rapazes anda ali de um lado para o outro com um fato verde-alface e, na cabeça, um capacete com o símbolo da cruz vermelha (que a certa altura entra em erupção), numa opção estética no mínimo discutível. O solo de guitarra traz-nos o toque "it's-a-kind-of-magic", com o aparecimento de figuras animadas ao estilo do teledisco dos Queen. Já agora, e porque vocês estão mortinhos por saber, a animação é da responsabilidade do senhor Torleif Hoppe.
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domingo, outubro 25, 2009
Morrissey hospitalizado - Actualização
A Sky News adianta que Morrissey foi hospitalizado depois de ter desmaiado em palco, durante um concerto em Swindon, esta noite. A sua situação é estável. Get well, Moz!Morrissey já saiu do hospital, depois de ontem à noite ter desmaiado em palco. Todos os pormenores na Sky News.
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sexta-feira, outubro 23, 2009
45 rotações (IV) / Tempo dos Mais Novos (I)
Magda Teresa
A Era dos Super Heróis (1980)

O capítulo quatro da rubrica "45 rotações" é também o primeiro de uma nova secção a que resolvi dar o nome de "Tempo dos Mais Novos", nome do programa infanto-juvenil da RTP que punha a miudagem a ver televisão ao fim da tarde em vez de fazer os Tê Pê Cês (para os brasileiros que visitam o QA80, TPC são as iniciais de Trabalho Para Casa que os alunos trazem da escola).
Então para inaugurar este espaço, trago a pequenita Magda Teresa e o seu A Era dos Super Heróis. Alguém se lembra desta canção? Eu tenho uma leve memória do refrão, mas da pequena Magda, nada. Aliás, a vasta equipa que compõe o corpo redactorial do QA80 (que é constituída, como todos sabem, por mim) vasculhou, vasculhou e nada conseguiu encontrar da menina Magda Teresa. Para adensar o mistério, o single apresenta o tema principal cantado com sotaque brasileiro e o lado B com sotaque português de Portugal.
Aquilo que sei é o que está na contra-capa do single. O tema principal foi composto por Sérgio Lopes e Paulo Coelho, sim, ele mesmo, o escritor, na altura apenas um letrista para canções. A Era dos Super Heróis é uma espécie de desmistificação dos homens e mulheres com superpoderes, e, apesar de canção infantil, tem um toque de consciência social quando se ouve, a partir de certa altura, "Passar o dia sem se aborrecer / Nem é possível com super poder / Pois o perigo de ser agredido / Tá por todo o lado". Mas o que mais me surpreendeu na letra de Paulo Coelho, recordo, numa canção para crianças, é o momento "Maiores de 18" que a determinado momento nos é dado a ouvir: "Lanterna Verde gastou sua pilha / Transando a Mulher Maravilha". Não sei, não, mas da última vez que vi uma novela brasileira, o verbo "transar" queria dizer aquilo-que-todos-sabemos... Quanto à metáfora da "pilha", o melhor é não fazer comentários... Consegui apurar que este tema teve uma versão dos Dominó, uma boy-band brasileira dos anos 80.
O lado B chama-se A Canção Que Anda No Ar e foi composta por Cristiana Kopke e Mike Sergeant (Green Windows e Gemini). Aliás, Mike é o responsável pelos arranjos e direcção de orquestra dos dois temas, de onde se conclui que a mocinha deve ser portuguesa. Mas chega de paleio e vamos ao que interessa:
magda teresa - a era dos super herois
magda teresa - a canção que anda no ar
A Era dos Super Heróis (1980)

O capítulo quatro da rubrica "45 rotações" é também o primeiro de uma nova secção a que resolvi dar o nome de "Tempo dos Mais Novos", nome do programa infanto-juvenil da RTP que punha a miudagem a ver televisão ao fim da tarde em vez de fazer os Tê Pê Cês (para os brasileiros que visitam o QA80, TPC são as iniciais de Trabalho Para Casa que os alunos trazem da escola).Então para inaugurar este espaço, trago a pequenita Magda Teresa e o seu A Era dos Super Heróis. Alguém se lembra desta canção? Eu tenho uma leve memória do refrão, mas da pequena Magda, nada. Aliás, a vasta equipa que compõe o corpo redactorial do QA80 (que é constituída, como todos sabem, por mim) vasculhou, vasculhou e nada conseguiu encontrar da menina Magda Teresa. Para adensar o mistério, o single apresenta o tema principal cantado com sotaque brasileiro e o lado B com sotaque português de Portugal.
Aquilo que sei é o que está na contra-capa do single. O tema principal foi composto por Sérgio Lopes e Paulo Coelho, sim, ele mesmo, o escritor, na altura apenas um letrista para canções. A Era dos Super Heróis é uma espécie de desmistificação dos homens e mulheres com superpoderes, e, apesar de canção infantil, tem um toque de consciência social quando se ouve, a partir de certa altura, "Passar o dia sem se aborrecer / Nem é possível com super poder / Pois o perigo de ser agredido / Tá por todo o lado". Mas o que mais me surpreendeu na letra de Paulo Coelho, recordo, numa canção para crianças, é o momento "Maiores de 18" que a determinado momento nos é dado a ouvir: "Lanterna Verde gastou sua pilha / Transando a Mulher Maravilha". Não sei, não, mas da última vez que vi uma novela brasileira, o verbo "transar" queria dizer aquilo-que-todos-sabemos... Quanto à metáfora da "pilha", o melhor é não fazer comentários... Consegui apurar que este tema teve uma versão dos Dominó, uma boy-band brasileira dos anos 80.
O lado B chama-se A Canção Que Anda No Ar e foi composta por Cristiana Kopke e Mike Sergeant (Green Windows e Gemini). Aliás, Mike é o responsável pelos arranjos e direcção de orquestra dos dois temas, de onde se conclui que a mocinha deve ser portuguesa. Mas chega de paleio e vamos ao que interessa:
magda teresa - a era dos super herois
magda teresa - a canção que anda no ar
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David Lee Roth ou Sammy Hagar? - SONDAGEM ENCERRADA
O público votou e o público decidiu: Sammy Hagar é o vocalista preferido para os Van Halen. Foram 47 cliques que deram a Hagar 53% (25 votos). David Lee Roth não ficou muito longe, com 42% (20 votos), enquanto que duas pessoas expressaram a sua indiferença face ao grupo. Obrigado a todos pela participação de todos.------------------------------------------------
Questão existencial para fãs de Van Halen: naqueles vossos sonhos em que aparecem em palco de guitarra ao ombro, perante 20 ou 30 mil groupies a gritar pelo vosso nome (Eddie, pois claro), quem surge à vossa direita agarrado ao microfone? David Lee Roth? Ou Sammy Hagar? O sucesso da banda com um ou com outro faz adivinhar um dilema de difícil resolução. Vamos lá a votar. Quem simplesmente não gosta de Van Halen, tem também direito a voto! É na barra lateral. Obrigado!
van halen (com david lee roth) - jump
van halen (com sammy hagar) - when it's love
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sábado, outubro 17, 2009
A-ha
There's no end to the lengths I'll go to
Vieram do país dos fiordes (não confundir com "filhozes"), a Noruega. Os nomes dos três "marmanjos" são Pal Waaktaar, Magne "Mags" Furuholmen e o vocalista Morten Harket e eram muito mais que uma banda caras larocas. Tinham talento e deixaram-nos um conjunto de canções que documentam alguma da melhor pop que se fez na década de 80.
Take On Me (1985) trouxe-nos um dos melhores telediscos de sempre, apresentando um crossover entre a banda desenhada e a vida real. Esta música ainda hoje é um dos ícones dos anos 80 com o início de batida forte e rápida e depois a entrada da inconfundível melodia das teclas. O refrão, bom, quem é que não sabe cantar o refrão? E quem é que consegue?
The Sun Always Shines On TV (1986) seguiu-se a Take On Me com grande sucesso. Os dois temas fazem parte do álbum de estreia, o magnífico Hunting High And Low, que inclui ainda a balada do mesmo nome, promovida por mais um teledisco fantástico.
Em 1986, surgiu Scoundrel Days, o segundo LP, do qual fazem parte I've Been Losing You e Cry Wolf. A receita era a mesma, o sucesso também. Após a participação, não muito feliz, na minha opinião, na banda sonora de 007 - The Living Daylights (1987), editaram Stay On These Roads, terceiro álbum, que, apesar de uma bonita balada como tema-título do álbum, encarregou-se de demonstrar que este jovens noruegueses tinham já esticado demasiado a corda. Por outras palavras, o declínio, gradual, começara.
Durante a década de 90, e apesar da edição de três álbuns, um deles sendo a compilação dos maiores âxitos, os A-ha decidiram encerrar a sua actividade (por outras palavras: fazer uma pausa por tempo indeterminado) e os seus três elementos procuraram novos objectivos na música. Pal formou os Savoy, Mags fundou o Timbersound e Morten gravou três álbuns, dois deles cantados em norueguês. Para uma listagem completa da discografia dos vários projectos cliquem aqui.
Em 2000 regressaram com Minor Earth, Major Sky. Este segundo fôlego durou precisamente nove anos: esta semana os A-ha anunciaram a despedida, que será marcada por uma digressão mundial em 2010 (será que Portugal poderá vê-los ao vivo?). Lifelines (2002), Analogue (2005) e Foot of the Mountain (2009) completam uma discografia de nove álbuns com que oa A-ha tornaram as nossas existências mais felizes. Pal, Mags e Morten, obrigado!
PS - Há dois anos, os leitores do QA80 elegeram a sua música favorita dos A-ha. Vê aqui qual foi.
Vieram do país dos fiordes (não confundir com "filhozes"), a Noruega. Os nomes dos três "marmanjos" são Pal Waaktaar, Magne "Mags" Furuholmen e o vocalista Morten Harket e eram muito mais que uma banda caras larocas. Tinham talento e deixaram-nos um conjunto de canções que documentam alguma da melhor pop que se fez na década de 80.Take On Me (1985) trouxe-nos um dos melhores telediscos de sempre, apresentando um crossover entre a banda desenhada e a vida real. Esta música ainda hoje é um dos ícones dos anos 80 com o início de batida forte e rápida e depois a entrada da inconfundível melodia das teclas. O refrão, bom, quem é que não sabe cantar o refrão? E quem é que consegue?
The Sun Always Shines On TV (1986) seguiu-se a Take On Me com grande sucesso. Os dois temas fazem parte do álbum de estreia, o magnífico Hunting High And Low, que inclui ainda a balada do mesmo nome, promovida por mais um teledisco fantástico.Em 1986, surgiu Scoundrel Days, o segundo LP, do qual fazem parte I've Been Losing You e Cry Wolf. A receita era a mesma, o sucesso também. Após a participação, não muito feliz, na minha opinião, na banda sonora de 007 - The Living Daylights (1987), editaram Stay On These Roads, terceiro álbum, que, apesar de uma bonita balada como tema-título do álbum, encarregou-se de demonstrar que este jovens noruegueses tinham já esticado demasiado a corda. Por outras palavras, o declínio, gradual, começara.
Durante a década de 90, e apesar da edição de três álbuns, um deles sendo a compilação dos maiores âxitos, os A-ha decidiram encerrar a sua actividade (por outras palavras: fazer uma pausa por tempo indeterminado) e os seus três elementos procuraram novos objectivos na música. Pal formou os Savoy, Mags fundou o Timbersound e Morten gravou três álbuns, dois deles cantados em norueguês. Para uma listagem completa da discografia dos vários projectos cliquem aqui.
Em 2000 regressaram com Minor Earth, Major Sky. Este segundo fôlego durou precisamente nove anos: esta semana os A-ha anunciaram a despedida, que será marcada por uma digressão mundial em 2010 (será que Portugal poderá vê-los ao vivo?). Lifelines (2002), Analogue (2005) e Foot of the Mountain (2009) completam uma discografia de nove álbuns com que oa A-ha tornaram as nossas existências mais felizes. Pal, Mags e Morten, obrigado!
PS - Há dois anos, os leitores do QA80 elegeram a sua música favorita dos A-ha. Vê aqui qual foi.
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quarta-feira, outubro 14, 2009
45 rotações (III)
Amália Rodrigues
O Senhor Extraterrestre (1981)
A passagem dos dez anos sobre a morte de Amália Rodrigues motivou-me a recuperar uma aventura pop em que a maior fadista portuguesa de sempre embarcou nos anos 80. Foi pela mão genial de Carlos Paião, em 1981, que surgiu um maxi-single de vinil amarelo com duas canções. No lado A, O Senhor Extraterrestre, a fazer lembrar marchas populares, cuja letra chegou a fazer parte de um manual escolar da primária. No lado B, Amigo Brasileiro, com ritmos latinos como pano de fundo. A voz, a da inconfundível Amália Rodrigues. Os Arranjos e a direcção de orquestra pelo maestro Gaya. A produção foi de Mário Martins. Não faço ideia do impacto que este disco teve na altura (tinha apenas dez anos), mas hoje é considerado por alguns como uma preciosidade. Há uns tempos, o Blitz considerou-o mesmo uma relíquia, e há lojas de discos online a vendê-lo por vinte euros. Eu comprei o meu exemplar por cinquenta cêntimos. Sim, leram bem. Foi, como não podia deixar de ser, na feira da Vandoma. A capa do disco apresenta-nos uma banda desenhada cujas personagens são Amália e o senhor ET. Se clicarem nas imagens acima, poderão vê-la em pormenor.
Amalia Rodrigues - Sr. Extraterrestre
Amalia Rodrigues - Amigo Brasileiro
O Senhor Extraterrestre (1981)
A passagem dos dez anos sobre a morte de Amália Rodrigues motivou-me a recuperar uma aventura pop em que a maior fadista portuguesa de sempre embarcou nos anos 80. Foi pela mão genial de Carlos Paião, em 1981, que surgiu um maxi-single de vinil amarelo com duas canções. No lado A, O Senhor Extraterrestre, a fazer lembrar marchas populares, cuja letra chegou a fazer parte de um manual escolar da primária. No lado B, Amigo Brasileiro, com ritmos latinos como pano de fundo. A voz, a da inconfundível Amália Rodrigues. Os Arranjos e a direcção de orquestra pelo maestro Gaya. A produção foi de Mário Martins. Não faço ideia do impacto que este disco teve na altura (tinha apenas dez anos), mas hoje é considerado por alguns como uma preciosidade. Há uns tempos, o Blitz considerou-o mesmo uma relíquia, e há lojas de discos online a vendê-lo por vinte euros. Eu comprei o meu exemplar por cinquenta cêntimos. Sim, leram bem. Foi, como não podia deixar de ser, na feira da Vandoma. A capa do disco apresenta-nos uma banda desenhada cujas personagens são Amália e o senhor ET. Se clicarem nas imagens acima, poderão vê-la em pormenor.Amalia Rodrigues - Sr. Extraterrestre
Amalia Rodrigues - Amigo Brasileiro
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sábado, outubro 10, 2009
Cock Robin: alguém esteve lá?
Será que alguém poderia deixar aqui o seu testemunho sobre o que se passou ontem? Thanks in advance...
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sexta-feira, outubro 09, 2009
JOÃO LOUREIRO (46)
Os Ban foram uma das minhas bandas pop preferidas dos anos 80. Tinham melodias catchy, tinham uma Ana Deus que enchia as canções com a sua voz cheia de soul, tinham um conjunto muito competente de músicos. E tinham João Loureiro, que, sem ser um portento de técnica vocal, encaixava bem no estilo pop limpinho e sofisticado que os Ban faziam. Estou, obviamente, a reportar-me à fase mainstream, à fase do Coliseu do Porto "à pinha" para os ver tocar Irreal Social, Num Filme Sempre Pop, Desnexos (Essenciais) e Dias Atlânticos, entre muitas outras. É que os Ban tiveram uma primeira fase, pouco conhecida do público geral, que se caracterizou por uma colagem à onda urbano-depressiva de uns Joy Division ou Echo & the Bunnymen. Essa fase ficou bem marcada pelo mini-LP Alma Dorida, cuja canção-título é das coisas mais belas alguma vez feitas em Portugal. Em 1992 foi editado o CD Documento 83-86, que contém esta e outras primeiras gravações dos Ban, ainda longe da sonoridade comercial que os viria a caracterizar. Depois da dissolução da banda, Loureiro junta-se a Alexandre Soares para formar os Zero, projecto que obteve pouco reconhecimento comercial. Loureiro passou então a dedicar-se à advocacia e a negócios empresariais, antes de se aventurar na presidência do Boavista. Agora que a aventura clubista terminou mal, Loureiro prepara o regresso surpreendente dos BAN (sem Ana Deus...). Estou muito curioso para ver o que vai sair daqui... Para já, endereçamos os parabéns a João Loureiro, que completa 46 anos.ban - irreal social
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Cock Robin
Things aren't quite as they seem inside my domain
Falar dos Cock Robin (nome de pássaro chamado “pisco” ou “tordo americano”) é lembrar quatro canções que marcaram os anos 80: When Your Heart Is Weak, The Promise You Made, Thought You Were On My Side e, a preferida do QA80, Just Around The Corner.
O grupo surgiu em 1983 e foi composto pelo vocalista/compositor/baixista Peter Kingsberry, um rapaz de boa voz, ainda que um pouco chorona, assim a atirar para a country; a cantora Anne Lacazio (de ascendência italo-chinesa), uma mocinha que gostava de ser a Stevie Nicks quando fosse grande, mas que não lhe chegou aos calcanhares, ainda que se tenha portoado à altura do exigido nos Cock Robin; o guitarrista Clive Wright; e o baterista Louis Molino III.
A curta carreira do grupo produziu três álbuns. O primeiro, Cock Robin (1985), lançou-os imediatamente para o estrelato, principalmente na Europa, graças aos temas Thought Your Were On My Side, The Promise You Made e When Your Heart Is Weak.
Por alturas do segundo álbum, After Here, Through Midland (1987), o grupo apresenta-se já como um duo Peter e Anne. Este LP produziu a sua melhor canção, na minha opinião: Just Around The Corner.
O último álbum dos Cock Robin, First Love/Last Rites (1989), ainda lançou o single It’s Only Make Believe, mas o destino do grupo estava traçado e os Cock Robin não sobreviveram à viragem da década. Para quem quer o essencial da sua carreira, o QA80 recomenda o Best Of editado pela Sony. Existe uma boa meia dúzia (!!!) de best ofs dos Cock Robin, por isso hipóteses de escolha não faltam.
Peter Kingsberry enveredou por carreira a solo, tendo gravado quatro álbuns: A Different Man (1991), Once In A Million (1994), Pretty Ballerina (1997) e Mon Inconnue (2002). O título do seu último álbum indicia que é cantado em francês, o que não é estranho se levarmos em linha de conta que Peter vive em França há muitos anos. Quanto a Anne Lacazio, gravou em 2000 o álbum Eat Life, cuja edição física não chegou a existir. No entanto, e porque a Internet tem destas coisas maravilhosas, consegui aceder a algumas músicas desse álbum, neste site.
Grandes novidades trouxe o ano de 2006. Seguindo o exemplo de muitas outras bandas 80s, os Cock Robin voltaram a reunir-se, e, com três dos fundadores originais (Louis Molino III ficou de fora), editaram mesmo o seu quarto álbum de originais, de nome I Don't Want To Save The World. Hoje, estão no Coliseu doas Recreios, para uma prestação que irá incluir uma festa dos anos 80.
Falar dos Cock Robin (nome de pássaro chamado “pisco” ou “tordo americano”) é lembrar quatro canções que marcaram os anos 80: When Your Heart Is Weak, The Promise You Made, Thought You Were On My Side e, a preferida do QA80, Just Around The Corner.O grupo surgiu em 1983 e foi composto pelo vocalista/compositor/baixista Peter Kingsberry, um rapaz de boa voz, ainda que um pouco chorona, assim a atirar para a country; a cantora Anne Lacazio (de ascendência italo-chinesa), uma mocinha que gostava de ser a Stevie Nicks quando fosse grande, mas que não lhe chegou aos calcanhares, ainda que se tenha portoado à altura do exigido nos Cock Robin; o guitarrista Clive Wright; e o baterista Louis Molino III.
A curta carreira do grupo produziu três álbuns. O primeiro, Cock Robin (1985), lançou-os imediatamente para o estrelato, principalmente na Europa, graças aos temas Thought Your Were On My Side, The Promise You Made e When Your Heart Is Weak.
Por alturas do segundo álbum, After Here, Through Midland (1987), o grupo apresenta-se já como um duo Peter e Anne. Este LP produziu a sua melhor canção, na minha opinião: Just Around The Corner.
O último álbum dos Cock Robin, First Love/Last Rites (1989), ainda lançou o single It’s Only Make Believe, mas o destino do grupo estava traçado e os Cock Robin não sobreviveram à viragem da década. Para quem quer o essencial da sua carreira, o QA80 recomenda o Best Of editado pela Sony. Existe uma boa meia dúzia (!!!) de best ofs dos Cock Robin, por isso hipóteses de escolha não faltam.
Peter Kingsberry enveredou por carreira a solo, tendo gravado quatro álbuns: A Different Man (1991), Once In A Million (1994), Pretty Ballerina (1997) e Mon Inconnue (2002). O título do seu último álbum indicia que é cantado em francês, o que não é estranho se levarmos em linha de conta que Peter vive em França há muitos anos. Quanto a Anne Lacazio, gravou em 2000 o álbum Eat Life, cuja edição física não chegou a existir. No entanto, e porque a Internet tem destas coisas maravilhosas, consegui aceder a algumas músicas desse álbum, neste site.Grandes novidades trouxe o ano de 2006. Seguindo o exemplo de muitas outras bandas 80s, os Cock Robin voltaram a reunir-se, e, com três dos fundadores originais (Louis Molino III ficou de fora), editaram mesmo o seu quarto álbum de originais, de nome I Don't Want To Save The World. Hoje, estão no Coliseu doas Recreios, para uma prestação que irá incluir uma festa dos anos 80.
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domingo, outubro 04, 2009
Novo teledisco: TALK TALK - It's My Life
No Dia Mundial dos Animais, trago ao QA80 o teledisco de It's My Life, dos Talk Talk, uma daquelas canções que fazem dos anos 80 uma década musicalmente inigualável. Este teledisco foi realizado pelo grande Tim Pope, realizador prolífico de telediscos nos anos 80, que marcou o género através da colaboração com os Cure. Tendo como ideia subjacente uma crítica mordaz ao playback (a técnica que Carlos Paião celebrizou), o videoclip mostra-nos um Mark Hollis, num jardim zoológico, de boca fechada, enquanto se vão sucedendo imagens belíssimas de animais e da natureza. Então aquela da baleia é, como diram os ingleses, breathtaking. Para ver na barra lateral.
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quinta-feira, outubro 01, 2009
Dia Mundial da Música
Hoje alinhei na promoção da JoJo's, provavelmente a mais antiga loja de discos da cidade do Porto, que pôs 20% de desconto em tudo, para celebrar o Dia Mundial da Música. E permitam-me dizer-vos que a loja, que foi expandida com um auditório e um segundo andar com vinis raros, está um mimo. Um espaço que vai muito para além da música, onde se respira cultura, com ofertas ao nível da leitura, do DVD e até da roupa.
Relativamente às compras, trouxe uma quantidade assinalável de singles em vinil obscuros dos anos 80, que pretendo partilhar com todos vós aqui no QA80, e ainda best ofs em CD de The Cars, Garbage, Rod Stewart e Talking Heads. É precisamente com a banda de David Byrne que vos deixo, em formato teledisco. A canção é Wild Wild Life e o teledisco é do melhor que se fez nos anos 80.
Relativamente às compras, trouxe uma quantidade assinalável de singles em vinil obscuros dos anos 80, que pretendo partilhar com todos vós aqui no QA80, e ainda best ofs em CD de The Cars, Garbage, Rod Stewart e Talking Heads. É precisamente com a banda de David Byrne que vos deixo, em formato teledisco. A canção é Wild Wild Life e o teledisco é do melhor que se fez nos anos 80.
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terça-feira, setembro 29, 2009
Geração 70 80 90 - AR D'MAR - 3/Outubro

No próximo sábado, 3 de Outubro, a noite Geração 70 80 90 tem encontro marcado com todos vós, mais uma vez no magnífico espaço do AR D'MAR. Será a sétima edição desta festa que já corre de boca em boca pelo Porto, Gaia e arredores. Junto ao mar, na praia de Canide-Norte, a comunidade revivalista volta a reunir-se para dançar ao som das canções escolhidas pelos DJs Pedro Mineiro e tarzanboy. Apareçam e divirtam-se! Até sábado!
Blogue oficial do AR D'MAR: http://barardemar.blogspot.com/
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LUKE e MATT GOSS (41)
Na segunda metade da década de 80, e numa altura em que os Wham encostavam às boxes para não mais voltar, o mundo teenager feminino foi varrido pelo fenómeno Bros. Eles eram os gémeos Luke e Matt Goss e o outro, Craig Logan, que a minha prima apelidava simplesmente de "o feio". Com I Owe You Nothing e When Will I Be Famous, retirados do álbum de estreia Push, os Bros arrebataram os primeiros lugares dos tops mundiais e deixaram a sua marca na pop pastilha-elástica dos anos 80. Conheceram ainda o sucesso com a balada Cat Among The Pigeons. Depois, o balão estourou e os rapazes separaram-se. Matt dedicou-se a carreira a solo pouco significativa, mas que ainda dura, e Luke enveredou pela sétima arte. Hoje, os gémeos fazem 41 anos. Parabéns!bros - i owe you nothing
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sábado, setembro 26, 2009
It's a kind of magic (XXVI)
Os The Cult tocaram ontem no Coliseu dos Recreios e parece que foi um grande concerto. Eu continuo a desafiar o destino e, mais uma vez, faltei à chamada. Sim, ainda me falta ver esta banda ao vivo. E oportunidades não têm faltado, também aqui, no Porto. O alinhamento de ontem foi dominado pelo álbum que mos deu a conhecer, o magnífico Love, de 1985. Dele faz parte She Sells Sanctuary, um hino que preenche muito bem qualquer pista de dança rock que se preze. A actuação que trago aqui é da altura do lançamento do álbum, mostrando uns Cult no auge das suas capacidades, e um Ian Astbury como só ele sabe ser. O vídeo que se segue é um momento mágico. Foi em 1985
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quinta-feira, setembro 24, 2009
You're the voice (VIII)
No YouTube encontra-se do melhor e do pior. Desta vez trago-vos uma versão extraordinária de Dancing In The Dark, de Bruce Springsteen. E responsável por esta versão chama-se Dan e é um verdadeiro artista. Gostava de cantar e tocar como ele (bem, se soubesse tocar o que quer que fosse já era bom). Ora vejam:
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quarta-feira, setembro 23, 2009
BRUCE SPRINGSTEEN (60)

You can't start a fire without a spark! O Boss faz anos!
Parabéns ao Boss!
bruce springsteen - dancing in the dark
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ADELAIDE FERREIRA (50)
Adelaide Ferreira começou a dar nas vistas em termos musicais à custa de um rock de cariz muito artesanal. A canção chamava-se Baby Suicida (1981) e mostrou que a actriz queria também ser cantora. A partir daí, Adelaide construiu uma carreira basicamente alicerçada em baladas, de que se destacaram Penso Em Ti (1985), Papel Principal (1986) e Dava Tudo (1989). Hoje, Adelaide Ferreira completa 50 anos. Parabéns!
adelaide ferreira - baby suicida
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segunda-feira, setembro 21, 2009
Geração 70 80 90 (5/Set): fotos disponíveis
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terça-feira, setembro 15, 2009
Novo teledisco: PATRICK SWAYZE - She's Like The Wind
Patrick Swayze morreu hoje com 57 anos. O protagonista de Dirty Dancing - um filme que iluminou a adolescência de muita miúda nos anos 80 - era um excelente dançarino, um bom actor (no estilo romântico em que se especializou) e, porque não dizê-lo, um razoável cantor. É ele quem canta She's Like The Wind, tema que compôs em 1984 com Stacy Widelitz para a banda sonora de Grandview USA, mas que apenas veria a luz do dia com Dirty Dancing, em 1988. É esse teledisco que vos convido a ver, na barra lateral, completamente rodado a preto e branco, mostrando excertos do filme intercalados com aparições de Swayze e de Wendy Fraser, que também participa.
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quarta-feira, setembro 09, 2009
DAVID STEWART (57)
Dave Stewart formou com Annie Lennox uma das duplas mais apaixonantes da música pop dos anos 80. Os Eurythmics são uma das minhas paixões musicais, com temas como Love Is A Stranger, Sweet Dreams, There Must Be An Angel ou When Tomorrow Comes entre os meus preferidos. A actividade musical de Stewart sobreviveu ao fim dos Eurythmics, durante a década de 90, mas sem a projecção do seu grupo de sempre. As últimas notícias dão conta da sua luta contra a exploração de que os artistas estão a ser alvo da parte das empresas de toques de telemóvel. Musicalmente falando, Stewart esteve envolvido no projecto Dave Stewart and His 30-Piece Rock Fabulous Orchestra, com a qual tocou temas de gente famosa como se pode ver no cartaz promocional. Recentemente foi o responsável pela música do musical Ghost, inspirado no famoso filme com Demi Moore e Patrick Swayze. Hoje, Dave Stewart completa 57 anos. Parabéns!eurythmics - there must be an angel
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Novo teledisco: NENA - 99 red balloons
No dia 9 do 9 de 2009, lembrei-me de trazer à barra lateral o teledisco do maior êxito da alemã Nena - 99 Red Balloons. Este teledisco é uma mistura dos dois clips feitos para a versão alemã da música, um tendo por base imagens ao vivo em Berlim e outro filmado numa base militar holandesa onde Nena vagueia por um descampado antes de se juntar à banda. 99 Red Balloons para ver na barra lateral.
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sexta-feira, setembro 04, 2009
Novo teledisco: THE MEN THEY COULDN'T HANG - The Colours
Os The Men They Couldn't Hang estarão amanhã na Festa do Avante, mais ou menos pelas 19h, para aquela que parece ser a sua segunda vez em Portugal (o André viu-os há dez anos!). Os TMTCH foram uma espécie de Pogues com menos sucesso, mas, na minha opinião, não com menos talento (e com dentes mais saudáveis, já agora). "Conheci-os" por alturas da edição do primeiro álbum e fiquei fã para sempre. Há poucos anos comprei o best of deles - Majestic Grill - do qual faz parte o magnífico The Colours, cujo teledisco trouxe hoje à barra lateral. É mais um daqueles pedaços deliciosos de folk, cheios de História (com H maiúsculo), que caracterizam a carreira desta banda britânica. Amanhã, gostava de estar na Quinta da Atalaia...
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