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sexta-feira, julho 15, 2011
Ian Curtis (15.07.1956)
Se fosse vivo, completaria, hoje, 55 anos. Como seria a música com os Joy Division? Como seria a música sem os New Order?
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quarta-feira, julho 13, 2011
LIVE AID: vinte e seis anos!
O festival de música que marcou a minha adolescência realizou-se há 26 anos. O Live Aid, a partir de uma ideia de Bob Geldof (Boomtown Rats) e Midge Ure (Ultravox), foi o festival que me prendeu à TV durante largas horas. Na ausência de programas de telediscos, de estações televisivas de música, esta foi a primeira oportunidade de ver os meus ídolos ao vivo... e a preto-e-branco, no meu caso.
A história do Live Aid começa uns meses antes com a canção Do They Know It's Christmas. Depois de ter visto as imagens que horrorizaram o mundo - seres humanos a morrer de fome na Etiópia - Bob Geldof juntou-se a Midge Ure e ambos decidiram compor uma canção que seria interpretada pelos maiores nomes da música britânica da altura, entre os quais estavam Sting, Phil Collins, George Michael, Bono, Duran Duran, Culture Club, Spandau Ballet e Bananarama. O objectivo era simples e ambicioso ao mesmo tempo: angariar fundos para ajudar as vítimas da fome na Etiópia. Surgiu então o single Do They Know It's Christmas, que foi fenómeno mundial de vendas (8 milhões de libras) e é ainda hoje tema obrigatório na época natalícia.
O sucesso de DTKIC deverá ter levado Geldof a pensar mais alto. Havia que aproveitar a generosidade da música e só ao vivo ela poderia, com toda a sua força, fazer alertar o mundo para um problema tão real como distante. Decidiu-se então organizar um concerto que congregasse o que de melhor a música tinha nos anos 80. Foram escolhidos dois palcos - o Estádio de Wembley, onde teria lugar o desfile de artistas britânicos, e o Estádio JF Kennedy, em Filadélfia, onde os artistas americanos actuariam para o mundo. Esta regra não se aplicou na perfeição pois, por exemplo, os Duran Duran actuaram no palco americano.
Phil Collins foi o único artista que actuou nos dois palcos. Entrou em Wembley às 15.18 para tocar com Sting durante cerca de meia-hora. Depois apanhou o Concorde para Filadélfia. Durante a viagem foi entrevistado em directo para a BBC, enquanto Carlos Santana actuava no Estádio JF Kennedy. Entrou no palco americano à 1.00 da manhã (hora inglesa) para cantar Against All Odds e In The Air Tonight.
Aqui pode ver-se um quadro detalhado das actuações, horários e músicas interpretadas. A avaliar pela reacção do público e da imprensa da altura, as actuações mais conseguidas foram as dos U2 e dos Queen com Bono e Freddie Mercury em grande forma.
O Live Aid, nas suas duas vertentes, arrecadou cerca de 40 milhões de libras, dinheiro que foi canalizado para a ajuda aos mais necessitados em África. É claro que este evento não resolveu o problema, mas pelo menos aproximou-nos daqueles que até então eram "invisíveis" aos olhos do mundo desenvolvido.
Para mim, o Live Aid foi um momento mágico em que pude ver pela primeira vez os meus ídolos da música tocar ao vivo. Desde os U2 até aos Simple Minds, passando por Duran Duran, Nik Kershaw, Paul Young, Madonna, enfim tantos! Foi também o da desilusão de ver uma das minhas bandas preferidas da altura cancelar a sua participação - os Tears For Fears - ou de não poder acompanhar a parte americana do concerto até ao fim porque a minha mãe não deixou (o concerto acabou às 4 da manhã)!
Hoje, 26 anos depois, e com a edição do DVD, disponível já há seis anos, podemos recordar todo este fantástico evento. Convido-vos desde já a deixarem nos comentários as vossas memórias deste dia!
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segunda-feira, julho 11, 2011
RICHIE SAMBORA (52)
Richie Sambora era o ídolo de uma antiga namorada de verão que eu tive quando era adolescente. Chamava-se Margarida e, por uns dias, pensou mais em mim do que no Richie. Acho eu. Por isso merece, hoje, referência no Queridos Anos 80, dia em que completa 52 anos.
Um dos fundadores dos Bon Jovi, Richie Sambora é o seu guitarrista de sempre, parceiro de John Bon Jovi na composição da maior parte das composições do grupo, e segunda voz, que complementa na perfeição, a voz principal de John. Marcou uma época no heavy-rock, ou pop-metal, como lhe queiramos chamar, com aquele efeito vocal, em que liga um tubo à guitarra e faz aquele "uuwwrooo-uuwwrooo-uuwwrooo-uuwwrooo" em Livin On A Prayer. Quem perceber de guitarras e técnica que me explique aquilo que ele faz, se faz favor.
A história recente de Richie Sambora não tem sido fácil. Em Março de 2008, o QA80 já dava conta dos seus problemas com o álcool, os mesmos problemas que o perseguiram até há bem pouco tempo, e que puseram em causa a sua participação na digressão europeia da banda para este ano. Felizmente, as últimas notícias dão-no como acabadinho de sair do rehab e pronto para se juntar aos seus colegas de sempre em palco, o que é uma excelente notícia para todos aqueles que, no próximo dia 31 os vão aplaudir ao Parque da Bela Vista. Parabéns, Richie!
SUZANNE VEGA (52)
Suzanne Vega entrou na minha vida, nos anos 80, com a canção Marlene On The Wall, que fez parte do seu álbum de estreia, o registo homónimo de 1985. Desse álbum, que mais tarde adquiri em CD, fazem parte outras pérolas, tais como Cracking e The Queen And The Soldier (a minha preferida!).O segundo álbum, cujo vinil a minha irmã teve a feliz ideia de adquirir em 1987, catapultou definitivamente a cantora para a fama mundial. Solitude Standing foi o seu momento mais alto em termos comerciais, com o tema Luka a varrer as tabelas de vendas. Desse álbum faz também parte Tom's Diner, um tema a capella que só atingiu a notoriedade merecida quando foi usado numa remix dos The DNA Disciples, em 1990.
Suzanne Vega continuou a gravar, por vezes com grande espaçamento temporal entre os álbuns, mas nunca mais atingiu o sucesso que granjeou na década de 80. A cantora esteve por cá há três anos, actuando em Torres Novas e na Guarda, e em 2009, em Sintra. Hoje, esta menina de voz doce e frágil completa 52 anos. Parabéns!
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quarta-feira, julho 06, 2011
Sábado (9), no Triplex (Porto)
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terça-feira, julho 05, 2011
A Paixão do Rock - Anos 70/80/90
Na próxima sexta-feira, as guitarras vorazes e as melodias intemporais, no V5 bar (Porto). Eu vou lá estar a misturar CDs. Aparece!
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segunda-feira, julho 04, 2011
JOHN WAITE (59)
John Waite faz hoje anos. Já são 59. E que posso eu dizer-vos sobre este inglês que vós já não saibais? (pugnemos pelo regresso da segunda pessoal do plural!). Bom, praticamente nada. Todos vós sabeis que ele canta o Missing You (1984), canção que se fartou de vender em todo o mundo, e que tem uma versão de Tina Turner de 1996. Ter-vos-á talvez escapado que foi precisamente a Tina a destronar o John do primeiro lugar do top da Billboard, em 1984, com um tal de What's Love Got To Do With It...
Todos vós devereis ainda saber que John Waite fez parte dos The Babys, banda cuja actividade ocorreu na segunda metade da década de 70. Mas será com os Bad English que a vossa memória vos fará sorrir com mais celeridade! Com efeito, apesar da curta existência desta banda (88-91), ficou certamente nos vossos ouvidos uma balada chamada When I See You Smile, ao som da qual tereis porventura passado alguns momentos bonitos na companhia da vossa cara metade.
John Waite esteve em Portugal, pela primeira vez, em 2010, no Cinema S. Jorge, em Lisboa. Fostes ver?
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domingo, julho 03, 2011
Para gostar e divulgar
Com a transformação da página do Queridos Anos 80 no Facebook de perfil pessoal em perfil de produto ou marca, agora a coisa funciona com "Gostos" e já não com amigos. Ainda que se perca alguma interactividade (de mim para vocês, principalmente), esta transformação era inevitável. O essencial é que o espírito de comunidade se mantém e a partilha de gostos musicais, alicerçada, por vezes, em relatos de uma adolescência perdida ou em discussões do tipo "a-minha-banda-é-melhor-que-a-tua" transforma o mural do Queridos Anos 80 em espaço de emoções à flor da pele. Como se fossemos teenagers. Fica o convite para quem ainda não passou por lá. Juntem-se à malta e vamos celebrar a música da década dourada da pop.
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VINCE CLARKE (51)
Se este senhor não existisse, os anos 80 teriam sido, provavelmente, um longo bocejo no que à música electrónica diz respeito. Há quem lhe chame talento, eu chamo-lhe génio. Tudo o que Vince Clarke tocou foi ouro, ou andou perto disso.A primeira amostra de visibilidade, teve-a nos Depeche Mode, e com o álbum Speak And Spell. O imortal Just Can't Get Enough é da sua autoria. Jamais se saberá que rumo os DM tomariam se Clarke não tivesse saído da banda logo após a edição deste primeiro álbum...
O que se sabe é que o compositor se juntou à magnífica Alison Moyet, com quem gravou dois álbuns e deixou para a história aquela que eu considero a melhor canção dos anos 80: Only You. Mas, para além deste pedacinho de pop magistralmente belo, há ainda Nobody's Diary, Situation ou Don't Go, por exemplo.
Logo após o fim do grupo, Clarke juntou-se a Eric Radcliff, nos Assembly, que, recrutando Feargal Sharkey tiveram relativo êxito com o tema Never Never. Depois, com Paul Quinn, gravou o single One Day.
Mas Vince Clarke precisava de um projecto que lhe proporcionasse uma experiência mais sólida e duradoura, um novo fôlego que o projectasse definitivamente em termos comerciais. E esse projecto nasceu em 1985 com o nome Erasure. Após um anúncio no Melody Maker, que procurava um vocalista para dar corpo à genialidade electrónica de Clarke, surgiu Andy Bell, e o resto foi história. Temas como Sometimes, Chains of Love, Ship Of Fools, A Little Respect, Chorus, ou o EP Abba-esque, fizeram dos Erasure uma das bandas da pop electrónica mais fascinantes da década. E continuam de boa saúde, preparando a edição do nono álbum de originais para o próximo outono, com o título Tomorrow's World.
m 2008, Clarke e Moyet reformaram os Yazoo para celebrarem os 25 anos da banda. Por toda uma carreira cheia de momentos brilhantes, e porque hoje completa 51 anos, Vince Clarke merece os nossos parabéns. E o nosso obrigado!
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sexta-feira, julho 01, 2011
DEBBIE HARRY (66)
Deborah Harry, a loira platinada, vocalista dos Blondie, nasceu há 66 anos. Ponham bem os olhos nas imagens e vejam só como se pode envelhecer com estilo. Nunca foi tecnicamente uma boa cantora, mas beneficiou daquele estatuto de sex-symbol que sempre a acompanhou ao longo dos anos e que faz esquecer tudo o resto. Basicamente uma banda dos anos 70 surgida da revolução new wave, os Blondie existiram até 1982, ano em que encerraram a actividade, em grande parte devido à doença que atingiu Chris Stein, membro fundador do grupo.Debbie também teve carreira a solo. Insignificante, mas teve! Iniciou-a ainda cedo, em 1981, com o álbum Koo Koo, mas o desastre que constituiu o disco em termos comerciais, aliado à doença de Stein, fizeram-na retirar-se da cena musical durante cinco anos.
Em 1986 regressou com Rockbird e com a sua mais famosa canção a solo até hoje, a tal dos linguados nos States: French Kissin (In The USA). Em 1989 editou um álbum mais virado para o euro-dance, Def Dumb And Blonde, mas a sua estrelinha musical nunca brilhou ao mesmo nível do grupo de que fora vocalista.
Durante a década de 90, Debbie Harry investiu numa carreira musical muito pouco produtiva através do álbum Debravation (1993) e da participação no projecto The Jazz Passengers (1997). Entrou também no mundo da representação, tendo participado em algumas produções cinematográficas.
Em 1999, a grande novidade: os Blondie voltavam à actividade com o álbum No Exit - o primeiro em 17 anos - e o tema Maria, que animou muitas pistas de dança. O seu quinto álbum a solo surgiu em 2007 com o título Necessary Evil. E o nono longa-duração dos Blondie acabou de ver a luz do dia: chama-se Panic of Girls. A senhora ainda está aí para as curvas. Parabéns, Debbie!
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quinta-feira, junho 30, 2011
JULIANNE REGAN (49)
Tomei contacto com a voz doce e angelical de Julianne Regan através de Severina, dos The Mission, música para a qual contribuiu com coros de arrepiar, elevando o tema a um nível quase transcendente. Como vocalista principal dos All About Eve, ouvi-a pela primeira vez no single Martha's Harbour, a balada que lhes deu visibilidade mundial. Este single tinha, no lado B, uma fantástica versão ao vivo de outra das minhas preferidas: In The Meadow.
Os All About Eve gravaram quatro álbuns no período entre 1988 e 1992, situando-se musicalmente na área de uns The Mission, The Cult (fase Love), Balaam and the Angel ou até mesmo Gene Loves Jezebel. Aliás, não por acaso, Julianne foi viola-baixo destes últimos, numa fase ainda inicial da banda dos irmãos Aston, e ainda antes dos All About Eve. Nos anos 90, após a saída da banda, Julianne chegou a trabalhar como empregada de limpeza, mas a música voltou a cruzar-se no seu caminho, através dos projectos Mice e Jules & Jim.
Em 1999, os All About Eve voltaram à actividade, muito por influência de um Wayne Hussey que também ressuscitara os The Mission, mas em 2006 voltaram a encerrar a actividade, após a saída do best of Keepsakes. Rezam as crónicas que existe um álbum de originais inacabado... A ver vamos se um dia vê a luz do dia. Em 2009, Wayne Hussey revelou que iria gravar um álbum a meias com Julianne Regan e que esse álbum incluiria versões de Enjoy The Silence (Depeche Mode) e Ordinary World (Duran Duran). A sua colcaboração com os The Mission parece ter uma duração vitalícia (não me oponho!): voltou a fazer coros para a banda, desta vez para o álbum God Is A Bullet (2007).
Hoje, Julianne Regan completa 49 anos! Parabéns!
TOP OF THE POPS, na BBC. Os All About Eve preparam-se para "interpretar" Martha's Harbour, em playback, no entanto, apenas os telespectadores têm direito a som. No estúdio é o silêncio total. Vejam o que acontece: aqui. Uma semana depois, a BBC voltou a chamá-los ao programa... Os All About Eve aceitaram e Julianne Regan exigiu cantar ao vivo... Eis o vídeo:
TOP OF THE POPS, na BBC. Os All About Eve preparam-se para "interpretar" Martha's Harbour, em playback, no entanto, apenas os telespectadores têm direito a som. No estúdio é o silêncio total. Vejam o que acontece: aqui. Uma semana depois, a BBC voltou a chamá-los ao programa... Os All About Eve aceitaram e Julianne Regan exigiu cantar ao vivo... Eis o vídeo:
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quarta-feira, junho 29, 2011
COLIN HAY (58)
Who Can iT Be Knocking At My Door? deve ser uma das frases mais conhecidas da música dos anos 80. Colin Hay é o nome do senhor que canta Who Can It Be Now, êxito maior dos australianos Men At Work, a única banda que verdadeiramente merece descansar no 1º de Maio. Eu disse "australianos", apesar de Colin Hay ser escocês, tendo emigrado para a terra dos cangurus aos 14 anos. Aí fundou os Men At Work e... a sua história pode ser lida aqui. Colin Hay, que completa hoje 58 anos, mantém carreira a solo, tendo lançado Gathering Mercury ainda este ano. O site oficial do músico traz as últimas novidades.
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domingo, junho 26, 2011
HARRIET WHEELER (48)
Foi em Janeiro de 1989, mesmo no ocaso da década dourada da pop, que Can't Be Sure viu a luz do dia. A banda chamava-se The Sundays, vinha de Londres e a voz angelical que nos seduzia era a de Harriet Wheeler. A canção tornou-se num fenómeno das tabelas indie e viria a fazer parte do magnífico álbum de estreia, Reading, Writing and Arithmetic, editado em Abril de 1990. Deste longa-duração faz ainda parte a deliciosa Here's Where The Story Ends. Os Sundays apenas editaram mais dois álbuns (Blind, em 1992, e Static and Silence, em 1997) e o mundo pouco mais ouviu falar deles. Harriet e o guitarrista David Gavurin casaram-se e tiveram uma filha. Hoje, Harriet completa 48 anos, e pela primeira vez na história deste blogue, não consegui encontrar uma foto actual da aniversariante. Parabéns!
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CHRIS ISAAK (55)
Wicked Game é uma bela canção, e é tão conhecida quanto o seu próprio teledisco. Nele, o artista passa o tempo todo a esfregar-se na modelo Helena Christensen, em plena praia, com o mar a beijar-lhes os corpos ardentes de desejo. O artista viu o seu nome catapultado para a fama mundial quando Wicked Game foi a referência musical do filme Wild At Heart (Um Coração Selvagem), de David Lynch. O artista, que também é actor, chama-se Chris Isaak e faz hoje 55 anos. Parabéns!
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MICK JONES (56)
Mick Jones foi guitarrista, vocalista e compositor dos The Clash, banda mítica do fenómeno punk de finais dos anos 70. Ao lado de Strummer e companhia, cantou temas como Should I Stay Or Should I Go ou Train In Vain. Em 1983 foi despedido pela banda, mas não ficou parado. Fundou os General Public e, mais tarde, os Big Audio Dynamite, dos quais podemos destacar os temas E=MC² e V Thirteen. Em 2002, fundou os Carbon/Silicon com o ex-Generation X e Sigue Sigue Sputnik, Tony James. Editaram já três álbuns, mas nenhum deles custou qualquer quantia de dinheiro pois foram... oferecidos aos fãs na Internet. A banda encorajou mesmo os seguidores a partilharem os álbuns online em softwares P2P. As últimas notícias dão-no presente na banda de suporte dos Gorillaz (aliás, tal como Paul Simonon, outro ex-Clash) e a preparar um filme sobre a edição do álbum London Calling, também com Simonon. Mick Jones faz hoje 56 anos. Parabéns!
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TERRI NUNN (50)
Terri Nunn apareceu nos nossos ecrãs, nos anos 80, a explorar os destroços de um avião. A canção ficou para a história como "a canção do Top Gun" e instituiu-se como um dos temas mais marcantes da década. Curiosamente, Take My Breath Away afastava-se da sonoridade da banda de que Terri era vocalista, os Berlin, mas nem por isso deixava de ser o tema de maior sucesso comercial que o grupo produziu. Terri Nunn não chegou a atingir o estatuto de outras louras da mesma década, mas aqui estamos nós para lhe fazer a referência mais do que justa. A lourinha dos Berlin completa hoje 50 anos. Parabéns!
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sábado, junho 25, 2011
CARLY SIMON (66)
Falar de Carly Simon é, para mim, tarefa ingrata porque a senhora simplesmente nada me diz, no sentido de que a sua música provoca em mim pouco mais do que um longo bocejo. Sei que a sua carreira está basicamente identificada com os anos 70, altura em que casou com James Taylor (outro que tal...), e que os anos 80 assistiram a uma queda acentuada no seu sucesso comercial. Ainda assim, são dignos de registo os singles Why (1981), Coming Around Again (1987), e Let The River Run (1988), canção com a qual Carly Simon conseguiu o que ninguém a solo tinha até então conseguido - ganhar Oscar, Globo de Ouro e Grammy. Hoje, Carly Simon completa 66 anos. Parabéns!
Deixo-vos com Coming Around Again:
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sexta-feira, junho 24, 2011
ANDY MCCLUSKEY (52)
Fundador dos Orchestral Manoeuvres in the Dark, ao lado de Paul Humphreys, Andy McCluskey completa hoje 52 anos. Na sua voz, temas como Enola Gay, Mais of Orleans, Joan of Arc ou If You Leave construiram a história de uma das bandas synth-pop mais fascinantes dos anos 80. Para além de vocalista e compositor, Andy toca baixo e é conhecido por tocar com a viola-baixo ao contrário, ou seja, com as cordas mais grossas em baixo. E porquê? Porque, apesar de ser destro, Andy aprendeu a tocar baixo num modelo destinado a esquerdinos... Em 1989, Humphreys e a restante banda abandonaram o projecto, mas McCluskey prosseguiu sob a designação OMD, tendo gravado, nesta condição, ainda três álbuns. Em 1998, foi o responsável pelo aparecimento da girl band Atomic Kitten, após cuja colaboração, tentou repetir a fórmula com umas tais The Genie Queen, mas sem o mesmo sucesso do grupo anterior. Em 2005, Paul e Andy voltaram a juntar-se e, desde então, os OMD têm percorrido diversos palcos internacionais.
O novo site da banda foi lançado no ano passado, servindo de apoio ao lançamento de History Of Modern (2010), o décimo primeiro álbum de estúdio dos OMD. É lamentável que, com tanto regresso ao nosso país, ainda ninguém se tenha lembrado de trazer a Portugal esta banda. Nos próximos tempos, o mais próximo que estarão do nosso país é na Bélgica, a 30 de Julho.
Em 20 de Junho de 2009, o duo actuou com a Royal Philarmonic Orquestra. É dessa prestação que podem visualizar o seguinte vídeo. A canção interpretada é Joan of Arc.
O novo site da banda foi lançado no ano passado, servindo de apoio ao lançamento de History Of Modern (2010), o décimo primeiro álbum de estúdio dos OMD. É lamentável que, com tanto regresso ao nosso país, ainda ninguém se tenha lembrado de trazer a Portugal esta banda. Nos próximos tempos, o mais próximo que estarão do nosso país é na Bélgica, a 30 de Julho.
Em 20 de Junho de 2009, o duo actuou com a Royal Philarmonic Orquestra. É dessa prestação que podem visualizar o seguinte vídeo. A canção interpretada é Joan of Arc.
Repito: para quando os OMD em Portugal?
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CURT SMITH (50)
Quando Curt Smith se juntou a Rolando Orzabal para formar os Tears For Fears, nascia uma das mais apaixonantes bandas pop dos anos 80, e que marcou a minha adolescência. Ainda hoje estou para ultrapassar o trauma de não terem participado no Live Aid. Curt Smith foi a voz do maior êxito de sempre do grupo - Everybody Wants To Rule The World - para além de ter desempenhado a função de baixista, teclista e até de compositor. Em 1991, deixou o grupo, tendo iniciado carreira a solo com Soul On Board, um álbum que passou despercebido. O século XXI viu o regresso dos Tears For Fears com Smith e Orzabal lado a lado pela primeira vez em dez anos. Gravaram o álbum Everybody Love A Happy Ending (2004) e, desde então, têm actuado nos mais diversos palcos do mundo. E Portugal? Para quando? Curt Smith faz hoje 50 anos. Parabéns!Deixo-vos com Mad World:
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GLENN MEDEIROS (41)
Vai fazer 7 anos que escrevi um texto sobre Glenn Medeiros, exorcizando de vez um fantasma que me atormentava havia muitos anos. Esse texto chegou mesmo a ser traduzido por uma fã portuguesa para um site não-oficial do cantor. Hoje, o rapaz de Nothing's Gonna Change My Love For You completa 41 anos. Em 2003 gravou um álbum intitulado Me e em 2005 lançou um álbum de Natal, mas a sua vida é quase totalmente dedicada à profissão com que sonhou desde miúdo: professor de História. Parabéns, Glenn! Para os fãs do cantor luso-descendente, e eu sei que há muitos fãs brasileiros que visitam o QA80, podem ver uma entrevista de 2009, dada à KHNL: aqui.Deixo-vos, como não podia deixar de ser, com a sua signature ballad:
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