E, de repente, Alvin Stardust aterrou nos anos 80, vindo do planeta sixties, a bordo da sua máquina do tempo. O motivo chamava-se Pretend e foi uma daquelas canções gravadas e regravadas até à exaustão nos anos 50. A versão mais bem sucedida comercialmente foi a de Nat King Cole, mas Alvin Stardust inspirou-se, se é que podemos dizer assim, na interpretação de um tal Carl Mann. Foi em 1981. Aos 70 anos, feitos hoje, Alvin continua a rockar por esses palcos fora...abc bangles billy idol bruce springsteen cyndi lauper classix nouveaux climie fisher cult cure erasure depeche mode duran duran echo & the bunnymen gazebo housemartins human league industry jesus and mary chain kim wilde lloyd cole madonna mission new order nik kershaw omd prince sandra sigue sigue sputnik sisters of mercy smiths sound spandau ballet time bandits u2 voice of the beehive waterboys wham yazoo e... muitos mais!
quinta-feira, setembro 27, 2012
ALVIN STARDUST (70)
E, de repente, Alvin Stardust aterrou nos anos 80, vindo do planeta sixties, a bordo da sua máquina do tempo. O motivo chamava-se Pretend e foi uma daquelas canções gravadas e regravadas até à exaustão nos anos 50. A versão mais bem sucedida comercialmente foi a de Nat King Cole, mas Alvin Stardust inspirou-se, se é que podemos dizer assim, na interpretação de um tal Carl Mann. Foi em 1981. Aos 70 anos, feitos hoje, Alvin continua a rockar por esses palcos fora...
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domingo, setembro 23, 2012
BRUCE SPRINGSTEEN (63)
Não vale a pena lembrar-vos, caros leitores, a monstruosidade musical que este homem representa, pois não? O que vale a pena dizer é que caminhos percorre o Boss atualmente. Então, cá vai: o décimo-sétimo álbum de estúdio, Wrecking Ball, saiu há cerca de seis meses, tendo sido precedido do primeiro single, We Take Care Of Our Own. A digressão mundial que lhe sucedeu contemplou Portugal, que, em junho deste ano, o recebeu no Rock In Rio, dezanove anos depois do mítico concerto no Estádio José de Alvalade. Ainda acompanhado pela E-Street Band, mas já sem Clarence Clemons (faleceu em 2011) e Danny Federici (faleceu em 2008), Springsteen deu um "concerto absolutamente memorável", nas palavras da jornalista Catarina Cruz, do JN. Eu, que não me senti especialmente atraído pelo cartaz do festival, gostaria bem de ter assistido a este concerto. Mas há prioridades que têm de ser levadas em consideração e se o line-up não era atrativo, o investimento ainda o era menos. Hoje, Bruce Springsteen completa 63 anos. Parabéns!
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terça-feira, agosto 28, 2012
KIM APPLEBY (51)
Com a irmã, Melanie Appleby, formou a dupla pop Mel & Kim, produto com a marca Stock Aitken Waterman. Deixaram canções como Respectable e Showing Out, num registo pop completamente irrelevante. Após a morte de Mel, em 1990, Kim Appleby, com a ajuda do seu namorado, o ex-Bros Craig Logan, lançou o álbum de estreia, homónimo, composto na sua maioria por canções que fariam parte do álbum seguinte do duo feminino. Don't Worry foi o tema de maior sucesso retirado desse álbum. Seguiu-se-lhe Breakaway, mas já sem o mesmo êxito do primeiro em termos comerciais. Em 2007, regressou com o single High, e, em 2011, lançou mais dois singles. O seu sítio oficial está fechado para manutenção. Hoje, Kim completa 51 anos. Parabéns!
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HUGH CORNWELL (63)
Hugh Cornwell é a definição de um estilo dos anos 80 a que eu chamaria dark-cool. Pela pose, pela indumentária, pela voz. Sim, há poucos como ele na década dourada da pop-rock. Também há poucas bandas como os The Stranglers, difícil de catalogar e ao mesmo tempo tão entusiasmantes na pop e no rock que conseguiram fazer. No seu período áureo, os The Stranglers contaram com Hugh Cornwell como vocalista, povoando os nossos gira-discos e leitores de cassetes com clássicos como Golden Brown, Strange Little Girl, Skin Deep ou Always The Sun.
Em 1988, quando ainda fazia parte da banda, meteu-se numa má aventura a solo: o álbum Wolf foi quase ignorado pelo público e foi violentamente maltratado pela crítica. Após deixar a sua banda de sempre, em 1990, continuou um percurso a solo que, apesar de um número assinalável de álbuns, nunca lhe trouxe o reconhecimento à escala mundial. Paralelamente manteve uma carreira, ainda que discreta, como ator. Escreveu ainda quatro livros, entre os quais a autobiografia A Multitude Of Sins (2004).
As últimas notícias dão-no com várias datas ao vivo, em outubro e novembro, previstas para Reino Unido, Holanda e Alemanha, em promoção do álbum Totem & Taboo, que vai ser editado em 10 de setembro. Pelo meio, poderemos ouvi-lo, em direto, numa série de entrevistas para a rádio.
Hoje, Hugh Cornwell completa 63 anos. Parabéns!
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segunda-feira, agosto 20, 2012
The Killing Moon
O destino marcou reencontro entre mim e o 12 polegadas de The Killing Moon, dos Echo & The Bunnymen. Foi no último sábado, na loja de discos Porto Calling, no Porto. Dez euros.
Mais do que a qualidade inegável da música, aqui havia uma questão sentimental mal resolvida. Tinha-lhe perdido o rasto em finais da década de 80, talvez inícios de 90, muito provavelmente em casa de um amigo, ou de um conhecido de um amigo, ou de um amigo de um conhecido. No tempo em que o vinil rodava de casa em casa para preencher fitas de cassetes crómio. Por isso, foi mágico este reencontro. Tal como mágica é a capa deste disco. Para a música, para esta versão extended, então, não tenho palavras. Toca cá dentro.
A Porto Calling abriu em março deste ano, estará ainda a procurar o seu espaço no já bem preenchido mercado de vinil da cidade do Porto, mas apresenta-se desde logo com um toque distinto de qualidade, ou não fosse o responsável pela loja - Pedro Branco - nas palavras do António Jorge (Soundfactory), que simpaticamente me atendeu, um dos melhores negociantes de vinil da web portuguesa. Uma visita à loja dispensa, no entanto, essa informação: de letra em letra, encontramos autênticas preciosidades "vinílicas" que fazem as delícias de qualquer discografia alternativa/indie. O espaço, como podem ver pela imagem, é bastante agradável, e até há ambiente para tomar um cafezinho ao som do vinil que estiver a rodar. Neste sábado, ouvia-se Seventh Dream Of Teenage Heaven, dos Love And Rockets, por certo antecipando a vinda ao nosso país, para três concertos, de David J.
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domingo, agosto 19, 2012
JOEY TEMPEST (49)
Os Europe marcaram, para o bem ou para o mal, dependendo dos gostos, a música dos anos 80. Há quem lhes jure amor eterno (e eu conheço pessoalmente uma pessoa assim, que nem sequer é da geração de 80). Há quem ainda tenha pesadelos com The Final Countdown, fazendo disso tema de prolíficas conversas no sofá do psiquiatra (um exagerado, eu).
Os rapazes do hard-rock sueco regressaram ao ativo há uns anos e, neste século XXI, já contam com quatro álbuns de originais. O último foi lançado em abril deste ano, chama-se Bag Of Bones e é disco de ouro na Suécia. Firebox é o segundo single extraído do longa-duração e pode ser visto no sítio oficial da banda. A lista de datas ao vivo é impressionante e atesta a vitalidade que a banda de Carrie, Rock The Night, Cherokee revela atualmente. Portugal não passou ao lado desta nova fase dos Europe: em 2009, em Faro, em 2010, em Olhão e, em 2011, em Vila Real.
Hoje, o vocalista, Joey Tempest, completa 49 anos. Parabéns!
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sexta-feira, agosto 17, 2012
KEVIN ROWLAND (59)
Kevin Rowland foi o vocalista dos Dexys Midnight Runners, banda que deixou marca indelével nos anos 80 através de temas como Geno, Celtic Soul Brothers e Come On Eileen. Após a dissolução dos Dexys, em 1987, Rowland avançou com The Wanderer, o seu primeiro registo a solo, do qual fez parte a bem conhecida Walk Away. Após um longo período de afastamento, editou, em 1999, o segundo álbum, My Beauty, um conjunto de versões de temas clássicos (e, já agora, um álbum com uma capa no mínimo peculiar...). Em 2003, reformulou os Dexys Midnight Runners (ainda que com apenas mais um membro da banda original...) e lançou um greatest hits com dois temas novos. Três anos mais tarde, anunciou álbum novo da banda, mas, até hoje, não houve novidades. Aqui podem espreitar o myspace oficial do cantor. Hoje, Kevin Rowland faz 59 anos. Parabéns!
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BELINDA CARLISLE (54)
Duas das caras mais bonitas da música dos anos 80 celebram o aniversário no mesmo dia. Belinda Carlisle é seis anos mais velha do que Maria McKee, mas não se dá pela diferença. Belinda continua... linda (que belo trocadilho).
Já passaram cinco anos desde a edição de Voilà, um conjunto de versões de clássicos franceses que constitui, até à data, o último trabalho de estúdio da ex-Go-Go's. Mas não se julgue que Belinda Carlisle tem estado parada. A sua agenda de concertos continua bastante preenchida e ainda em julho passado partilhou o palco, em Glasgow, com gente como Rick Astley, The Real Thing, Paul Young, Curiosity Killed The Cat, entre outros, no evento Here And Now (uma edição já se realizou em Portugal). Amanhã mesmo, dia 18 de agosto, podemos vê-la no Flashback Festival, em Clumber Park.
No ano passado, mais precisamente no dia 11 de agosto, teve direito, juntamente com as Go-Go's - a banda que ajudou a fundar em 1978 e com a qual se voltou a reunir por ocasião dos 30 anos do álbum The Beauty And The Beat - à estrelinha no Passeio da Fama de Hollywood.
Hoje, a minha querida Belinda Carlisle completa 54 anos. Parabéns
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MARIA MCKEE (48)
Um dos visitantes assíduos da página do Queridos Anos 80 no facebook escreveu, hoje de tarde, que em 1985 se apaixonou pela capa do LP de estreia dos Lone Justice. Caro Rodrigo, como eu te compreendo. Não se pode dizer que os Lone Justice tenham sido uma banda influente dos anos 80, mas que tiveram em Maria McKee uma das vocalistas mais bonitas da década, lá isso tiveram. Antes que me comecem a apelidar de machista superficial e coisas do género, devo dizer que também gosto da música dos Lone Justice. Sweet Sweet Baby e Shelter são grandes canções. Gosto particularmente da segunda, que fez parte do álbum com o mesmo nome.
Neste momento, Maria McKee está envolvida no filme After The Triumph Of Our Birth, realizado pelo marido, Jim Akin, com estreia agendada para setembro. Maria McKee faz parte do elenco e, claro, contribuiu com a música. Podemos ver a preview aqui.
Hoje, Maria McKee completa 48 anos. Parabéns!
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quinta-feira, agosto 16, 2012
JAMES "J.T." TAYLOR (59)
Quando James "J.T." Taylor entrou para os Kool & The Gang e assumiu a função de vocalista, em 1979, já a banda tinha um percurso de respeito de mais de dez anos de existência. Para um adolescente nos anos 80 como eu, que pouca ou nenhuma atenção tinha dado aos seventies, é natural que a fase de JT tenha sido a mais marcante, até porque temas como Ladies' Night, Celebration, Fresh e a balada Cherish tiveram muito air play nas rádios da altura, sem falar das pistas de dança, que os passavam insistentemente (e ainda passam...).
Os Kool & The Gang ainda existem, mas JT já não faz parte. O cantor, que foi professor antes de assumir a música como profissão, tem uma carreira a solo com quatro álbuns em carteira, o último dos quais editado no ano 2000. O sítio oficial do cantor dá conta do lançamento do single Showdown, em maio de 2011, canção que faria parte de um próximo álbum do qual ainda nada se sabe.
Hoje, JT Taylor completa 59 anos. Parabéns!
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MADONNA (54)
Os últimos tempos de Madonna têm sido ocupados basicamente com duas tarefas: (1) promover o álbum MDNA, que saiu em março deste ano e (2) arranjar confusão aqui e ali.
A mim faz-me alguma espécie quando um artista começa a ser falado tanto pela música que faz como pela polémica que gera. Não sei se Madonna está numa fase "desesperadamente procurando problemas" ou se as perspetivas de vendas do seu álbum não são as melhores, o que é certo é que a rainha da pop tem visto o seu nome envolvido em algumas questões políticas. E só no espaço de um mês temos duas bem fresquinhas.
Em 14 de julho, a Frente Nacional, partido francês de extrema-direita, anunciou que ia processar a cantora, depois de, no concerto em Paris, ter surgido no ecrã gigante a foto de Marine LePen, a líder do partido, com uma cruz suástica colocada sobre a face. Já este mês, foi a vez das autoridades russas terem sido alvo da cantora: em pleno concerto em Moscovo, Madonna pediu a libertação das Pussy Riot, uma banda punk feminina que, em fevereiro, escolheu uma igreja ortodoxa para protestar contra a reeleição de Putin. Resultado: todas na prisão. Ainda hoje, li um artigo de opinião no Moscow Times, em que o autor arrasa Madonna e aquilo que, na sua opinião, está por detrás disto tudo: a máquina propagandística ocidental anti-rússia, liderada pelos media.
Onde fica a música, no meio disto tudo, pergunto eu? Obviamente que fica no lugar onde a quisermos colocar, mas será necessário todo este ruído lateral para se chegar ao que é realmente essencial?
Madonna completa hoje 54 anos. Parabéns!
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quarta-feira, agosto 15, 2012
MATT JOHNSON (51)
Dos The The tem-se ouvido falar pouco - ou quase nada. O último álbum de originais data do ano 2000 (Nakedself) e Matt Johnson parece não querer saber do circuito comercial para nada (o que não implica que o circuito comercial queira saber dele para alguma coisa). As suas duas últimas ações musicais dignas de registo são as bandas sonoras para o filme Tony (2010) e para o documentário Moonbug (2012).
O sítio oficial dos The The, que é como quem diz Matt Johnson, traz como mais recente novidade o lançamento do livro Tales Of The Two Puddings, um conjunto de memórias de Eddie Johnson (pai de Matt), sobre o tempo em que geria o pub Two Puddings (Londres), um local por onde passou muita gente conhecida. Esta é a primeira edição da editora criada pelo próprio Matt Johnson, que continua muito empenhado em divulgar, através do seu sítio, os seus pensamentos políticos, muito críticos em relação ao capitalismo ocidental e à globalização.
Hoje, o autor dessas maravilhas pop que são This Is The Day ou The Beat(en) Generation, completa 51 anos. Parabéns!
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segunda-feira, agosto 13, 2012
FEARGAL SHARKEY (54)
Não conheço praticamente nada dos Undertones, banda que Feargal Sharkey ajudou a fundar em 1976. Pesquisando aqui e ali, fiquei a saber que eles deixaram um punhado de canções que atingiram alguma relevância nas tabelas britânicas. Em 1983 encerraram a atividade, alguns membros criaram os That Petrol Emotion e Feargal iniciou carreira a solo (não sem antes se juntar a Vince Clarke, nos The Assembly, para produzirem o êxito Never Never).
Toda a gente conhece o maior êxito - e único à escala global, digo eu - de Feargal Sharkey, mas pouca gente saberá que A Good Heart foi escrita por Maria McKee, e que à volta desta música há uma história engraçada. Ora, um ano após A Good Heart ter varrido os tops mundiais, Feargal Sharkey teve outro relativo êxito com You Little Thief, tema composto por Benmont Tench, membro da banda de Tom Petty, que escreveu a canção como resposta a A Good Heart, com cuja autora - Maria McKee - ele tinha tido um relacionamento. Feargal Sharkey achou por bem dar uma oportunidade aos dois, nesta troca de galhardetes, cantando as músicas respetivas. Bonito, sim senhor.
O nosso homem cedo abandonou a música do ponto de vista dos palcos e dos estúdios, dedicando-se a defender os direitos de autor na música britânica, ao serviço dos quais ocupa atualmente uma posição de respeito.
Hoje, Feargal completa 54 anos. Parabéns!
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domingo, agosto 12, 2012
TANITA TIKARAM (43)
Há dois anos, escrevia neste blogue que Tanita Tikaram se encontrava a gravar o seu oitavo álbum. Ora, dois anos é muito tempo para uma artista que teve o seu ponto alto no final da década de 80, com canções como Good Tradition e Twist In My Sobriety, e que, daí para cá, quase desapareceu do circuito. Mas a rapariga tem alma persistente e o lançamento desse longa duração, cujo título é Can't Go Back, está agendado para o final deste mês/início de setembro. O primeiro avanço para este trabalho, Dust On My Shoes, pode ser visto e ouvido aqui. No facebook oficial de Tanita, podemos espreitar o pressing deste álbum e interagir com a cantautora. Mas a sua presença na Net não se resume à página no facebook: Tanita mantém um blogue, digamos, mais ou menos atualizado (a última entrada data de junho) e um sítio oficial muito aconhegadinho, com uma secção de podcasts que vale a pena visitar.
Hoje, Tanita Tikaram completa 43 anos. Parabéns!
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MARK KNOPFLER (63)
A Rolling Stone considerou-o o vigésimo sétimo melhor guitarrista de todos os tempos, posição de respeito num universo tão povoado como é esse dos homens (e mulheres, já agora) que tratam a guitarra por tu. No caso de Mark Knopfler, fomos surpreendidos por um estilo muito próprio de dedilhar as cordas, ao serviço da sua banda de sempre, os Dire Straits.
As últimas notícias de Mark dão-nos conta do lançamento, agendado para 3 de setembro, do seu sétimo álbum a solo, o primeiro duplo da sua carreira. Chama-se Privateering e contém um total de vinte canções. Uma delas, Redbud Tree, pode ser ouvida aqui.
Ao nível de concertos, o antigo líder dos Dire Straits vai partilhar o palco com Bob Dylan numa digressão que vai cobrir o território americano em outubro e novembro deste ano.
Hoje, Mark Knopfler completa 63 anos. Parabéns!
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sexta-feira, agosto 03, 2012
JAMES HETFIELD (49)
Os Metallica estão para o heavy-metal assim como Pelé ou Maradona para o futebol. Não sendo um fã e muito menos um expert deste estilo musical, não me é difícil perceber o estatuto destes norte-americanos no heavy. O vocalista, James Hetfield, foi um dos fundadores, no longínquo ano de 1981, e compõe a maior parte do material da banda. Este senhor disse um dia que a principal razão que o levou a aprender a tocar guitarra foram os Aerosmith. Hoje, faz 49 anos. Parabéns!
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terça-feira, julho 31, 2012
DANIEL ASH (55)
Daniel Ash é o responsável por aquele que será, provavelmente, o melhor instrumental de sempre. Chama-se Saudade, assim mesmo, em português, e faz parte do álbum de estreia dos Love And Rockets, banda que Ash fundou em 1985 (já depois da pequena aventura chamada Tones On Tail) com David J e Kevin Haskins, todos eles ex-membros dos míticos Bauhaus. Com os Love and Rockets gravou sete álbuns. A solo editou quatro (um deles ao vivo), o primeiro dos quais em 1991. Em 2008, voltou ao activo com os Bauhaus (álbum Go Away White) e reuniu os Love and Rockets para uma actuação no festival Coachella. Hoje, Daniel Ash completa 55 anos. Parabéns!
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segunda-feira, julho 30, 2012
KATE BUSH (54)
A minha música preferida de Kate Bush chama-se Wuthering Heights e é dos anos 70. Adoro esta canção não só pela melodia, mas também pela carga dramática que transporta consigo ao remeter-nos para o universo literário da obra de Emily Brontë (O Monte dos Vendavais). Confesso que o trabalho de Kate Bush nunca me atraiu, mas também nunca me esforcei por conhecê-lo em profundidade. Fiquei-me pelos êxitos Babooshka (1980), Running Up That Hill (1985), Cloudbusting (1985) e os fabulosos Don't Give Up (1986), que foi gravado para o álbum So de Peter Gabriel, e This Woman's Work (1989). Após os anos 80, Kate gravou pouco. A sua actividade discográfica resumiu-se, no últimos 15 anos a quatro álbuns: The Red Shoes (1993), Aerial (2005), Director's Cut (2011, um conjunto de novas roupagens para canções dos álbuns The Sensual World (1989) e The Red Shoes (1993)) e 50 Words For Snow (2011). Antes de Director's Cut, Kate Bush tinha gravado o tema Lyra para a banda sonora de The Golden Compass (A Bússola Dourada, 2007). Kate Bush faz hoje 54 anos! Parabéns!
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quinta-feira, julho 26, 2012
Justin is to blame
Justin Vernon e os seus Bon Iver foram os responsáveis pelo melhor concerto a que pude assistir este ano. Faltam as palavras, muitas palavras, todas as palavras, para expressar o que senti ontem, num Coliseu do Porto a abarrotar. A "nota 80s" surgiu na música ambiente que antecedeu o concerto. A certa altura ouviu-se "No One Is To Blame", de Howard Jones. Fico sempre na dúvida. A escolha destes momentos musicais, debitados pela instalação sonora, será da responsabilidade de quem vai tocar? Fica a cargo das preferências do pessoal do som? Dúvida perfeitamente circunstancial e inócua, mas para a qual nunca encontrei resposta. Ficaria, porém, contente se Justin Vernon gostasse do dito tema de Howard Jones, que é um dos meus preferidos de sempre.
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terça-feira, julho 24, 2012
Morrissey cancelado
Por esta hora, o Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais, poderia estar a viver uma noite mágica, com milhares de pessoas a cantar em uníssono everyday is like Sunday, everyday is silent and grey... Mas não está. O concerto de Morrissey, integrado no tão badalado Cascais Music Festival, foi cancelado, alegadamente - e nisto eu sou um desconfiado do caraças - devido a uma súbita dor de costas (assumo o itálico) do baixista Solomon Walker. A nótícia, já de si, é má, mas torna-se péssima porque o anúncio surgiu a poucas horas do início do concerto, com muito boa gente - conheço pelo menos duas - a ser surpreendida já a meio de uma viagem de 300 kms só para ver aquele que ainda é uma referência musical na vida de toda uma geração. A boa notícia é que eu não fui uma dessas pessoas. Estive a pontos de me fazer à estrada, mas outras obrigações tomaram a dianteira.
Uma amiga minha aponta a hipótese de Morrissey não ter gostado do facto de ir tocar num hipódromo, conhecendo todos nós a sua luta persistente pelos direitos dos animais. Eu cá vou mais pela escassa procura de bilhetes. Na semana passada, quando passei pela FNAC, ainda havia mais de mil bilhetes disponíveis, facto que estranhei. Para além disso, não será de menosprezar o possível dano que o concerto de Bon Iver, marcado para Lisboa para o mesmo dia, à mesma hora, poder ter causado à venda de bilhetes para Morrissey. São tudo especulações, eu sei, mas aquela da dor nas costas, sinceramente... That joke isn't funny anymore, Moz!
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domingo, julho 22, 2012
DON HENLEY (65)
Grande música, grande teledisco. Quem não se lembra de The Boys Of Summer, que começava com "nobody on the road, nobody on the beach..." e por aí fora? Pois bem, o senhor que a canta faz hoje 65 anos e chama-se Don Henley. Para além desse sucesso, bem cravado nas minhas memórias eighties, este senhor fez parte dos Eagles, banda dos anos 70 que se tornou mundialmente famosa por ser proprietária de um empreendimento de hotelaria na Califórnia... Parabéns, Don!
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quarta-feira, julho 11, 2012
PETER MURPHY (55)
Foi vocalista dos Bauhaus, banda que se extinguiu em 1983 (apesar de um regresso recente que culminou na edição do álbum Go Away White), deixando para a posteridade um registo importante naquilo que na altura se chamava música de vanguarda. Fundou os Dali's Car, com Mick Carn, ex-Japan. Chegaram a lançar um álbum, mas foi a solo que a música de Peter Murphy atingiu todo o seu esplendor. Data de 1986, a edição de Should The World Fail To Fall Apart, o seu primeiro longa-duração. Dois anos depois, surgiu o álbum que ainda hoje é uma referência para mim - Love Hysteria. Músicas como Indigo Eyes e All Night Long são tesouros a conservar muito bem e a revelar apenas a quem o fizer por merecer. Os álbuns Deep (1990) e Cascade (1995) estão, também, entre os meus preferidos.
Segue a lista discográfica de Peter Murphy a partir de 1990: Deep (1990), Holy Smoke (1992), Cascade (1995), Recall (1998, EP), Wild Birds 1985-1995: The Best of the Beggars Banquet Years (2000), Alive Just For Love (2001), Dust (2002), Unshattered (2004) e Ninth (2011).
Peter Murphy (com ou sem Bauhaus) já passou várias vezes por Portugal, mas apenas pude vê-lo pela primeira vez no concerto de Gaia de 2007.
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terça-feira, julho 10, 2012
NEIL TENNANT (58)
A música dos anos 80 não teria sido a mesma sem os Pet Shop Boys. Neil Tennant e Chris Lowe deram-nos o que de melhor houve na pop electrónica, mesmo num formato que produziu tanta coisa de qualidade.Licenciado em História, Neil trabalhou durante dois anos na subsidiária inglesa da Marvel Comics. Chegou também a trabalhar na revista musical Smash Hits, facto que, um dia, lhe permitiu ir aos EUA entrevistar os Police e conhecer Bobby Orlando, produtor que estaria na génese do aparecimento dos Pet Shop Boys, mais concretamente, através dos primeiro single, West End Girls. Em 1989, juntou-se a Johhny Marr e Bernard Sumner, numa mais que feliz colaboração. A banda chamava-se Electronic, o Tennant emprestou a sua voz no single Getting Away With It. Neil Tennant tem várias colcaborações com outros artistas, contribuindo com a sua voz inconfundível. Estou-me a lembrar, por exemplo, de No Regrets, de Robbie Williams. Os Pet Shop Boys estão de boa saúde e ainda estiveram em Portugal, em 2010, no festival SBSR, aproveitando para promover o seu décimo álbum de estúdio, Yes. Hoje, Neil completa 58 anos. Parabéns!
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segunda-feira, julho 09, 2012
MARC ALMOND (55)
Marc Almond é um homem de sorte. Em 1994, foi hospitalizado devido ao consumo de drogas. Dez anos depois, em outubro de 2004, sofreu um quase fatal acidente de mota. Apesar de ter deixado o hospital três semanas depois do acidente, o cantor passou os anos seguintes na mesa de operações e em terapia contra stresse pós-traumático. Em fevereiro de 2008, cancelou uma vinda à Casa da Música, precisamente por razões de saúde.
Esta introdução mais ou menos sombria serve para dizer que a perda de Marc Almond seria uma grande... perda. Um homem que, ao lado de David Ball, nos deu uma magnífica versão de Tainted Love e canções como Say Hello Wave Goodbye, Torch ou What!, entre outras, é uma personalidade incontornável da synth-pop dos anos 80. Quando os Soft Cell acabaram, em 1984, Almond iniciou uma carreira a solo que haveria de se estender até ao presente. Nos anos 80, destaque para as canções Stories of Johnny e Tears Run Rings. Para encerrar a década em beleza, recuperou Gene Pitney, ao lado do qual gravou uma versão de Something's Gotten Hold Of My Heart.
Quanto aos Soft Cell, voltaram à actividade em 2001, tendo gravado o álbum Cruelty Without Beauty (2002), que deu origem a uma digressão europeia.
Marc Almond voltou em força aos palcos em 2007, ano em que lançou o álbum Stardom Road, um registo de covers. EM 2010, Almond editou o seu primeiro álbum de originais a solo em quase dez anos. Chama-se Varieté. O cantor comemora hoje 55 anos. Parabéns, Marc!
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JIM KERR (53)
Nunca vi em Jim Kerr um cantor tecnicamente dotado, daqueles que são quase infalíveis ao vivo. No entanto, posso assegurar-vos que estamos perante um dos meus ídolos de infância, porque o vocalista dos Simple Minds tinha (e tem) aquilo que falta a muito bom cantor que anda por aí: presença (ou, se quiserem, carisma). Depois, há as canções. Someone Somewhere in Summertime, Don't You (Forget About Me), Alive And Kicking, Sanctify Yourself, entre muitas outras. Este escocês, que completa hoje 53 anos, foi casado com Chrissie Hynde (1984-1990) e com Patsy Kensit (1992-1996), duas cantoras de estilos completamente diferentes. Pudemos vê-lo, a ele e aos Simple Minds, há sensivelmente seis anos, num concerto realizado em Cantanhede, no âmbito da EXPOFACIC. Em 2008 celebraram 30 anos de carreira com uma grande digressão. O último álbum da banda chama-se Graffiti Soul. Quanto a Jim, lançou em 2010 o seu primeiro registo a solo: Lostboy! AKA Jim Kerr. No ano passado, lançou dois singles. Parabéns, Jim!
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domingo, julho 08, 2012
ANDREW FLETCHER (51)

Andy Fletcher, natural de Nottingham e membro fundador dos Depeche Mode (uma das maiores bandas à face da Terra, caso ainda não se tenham apercebido), completa hoje 51 anos. Parabéns!
Apesar de nunca ter composto qualquer canção nos Depeche Mode e de a sua figura não ter o mesmo relevo mediático que Gore e Gahan, Andy Fletcher é uma espécie de consciência do grupo, alguém que possibilita o equilíbrio que nem sempre foi fácil entre Gore e Gahan... A importância de Fletcher estende-se ainda à gestão dos negócios da banda e à comunicação com os media.
Os momentos de paragem criativa dos Depeche Mode dão oportunidade aos seus membros de se envolverem em projetos a solo. Fletcher tem-se dedicado à atividade de DJ. A sua actividade musical esteve ligada também ao duo feminino Client, que passou por Portugal no Festival Dunas de S. Jacinto, em julho de 2003. As Client foram a razão da criação da editora Toast Hawaii, que agora se mantém um pouco adormecida. Mais uma vez, parabéns Andy!
Apesar de nunca ter composto qualquer canção nos Depeche Mode e de a sua figura não ter o mesmo relevo mediático que Gore e Gahan, Andy Fletcher é uma espécie de consciência do grupo, alguém que possibilita o equilíbrio que nem sempre foi fácil entre Gore e Gahan... A importância de Fletcher estende-se ainda à gestão dos negócios da banda e à comunicação com os media.
Os momentos de paragem criativa dos Depeche Mode dão oportunidade aos seus membros de se envolverem em projetos a solo. Fletcher tem-se dedicado à atividade de DJ. A sua actividade musical esteve ligada também ao duo feminino Client, que passou por Portugal no Festival Dunas de S. Jacinto, em julho de 2003. As Client foram a razão da criação da editora Toast Hawaii, que agora se mantém um pouco adormecida. Mais uma vez, parabéns Andy!
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quinta-feira, julho 05, 2012
HUEY LEWIS (62)
Huey Lewis faz-me lembrar aquele tio que nos visita de meio em meio ano e traz sempre uma namorada nova debaixo do braço. Tem aquele ar maroto e traquina, mas em quem podemos confiar. Esforça-se por manter uma aparência jovem, abusando da ganga e das sapatilhas, e dá-nos conselhos sobre a difícil arte de seduzir a miúda da carteira do lado. Gostamos do tio Huey, portanto.
Com os The News deixou marca no rock americano dos anos 80 com temas como If This Is It, Stuck With You, e obviamente, The Power of Love, a canção que os catapultou para a fama mundial, em grande parte graças ao filme Regresso Ao Futuro. O seu percurso na década de 80 ficou ainda marcado por uma questão judicial, quando pôs um processo a Ray Parker Jr por este ter alegadamente plagiado I Want A New Drug com o tema principal do filme Ghostbusters. A mim parece-me descarada a colagem. Vejam por vocês mesmos: aqui e aqui.
Os Huey Lewis and the News continuam a tocar ao vivo, e gravaram o seu nono álbum de estúdio em 2010, Soulsville, depois de um hiato de quase dez anos.
Hoje, Huey Lewis completa 62 anos. Parabéns, tio Huey!
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quarta-feira, julho 04, 2012
Echo & the Bunnymen em V. N. de Gaia
Foi com uma magnífica vista sobre o rio Douro e a cidade do Porto como pano de fundo que os Echo & the Bunnymen regressaram aos palcos portugueses, trinta anos depois de terem atuado em Vilar de Mouros. A noite estava fria, mas o recinto na Serra do Pilar quase encheu com uma multidão de indefetíveis da onda rock alternativa dos anos 80. Da banda original restam Ian McCulloch e Will Sergeant, a força motriz da banda que, nos anos 80, contava ainda com Les Pattinson (agora membro dos Wild Swans) e Pete de Freitas (falecido em 1989).
Para mim, foi o completar de mais uma etapa dessa tarefa árdua de ainda conseguir ver ao vivo uma série de bandas que povoaram a minha adolescência. Por isso é fácil imaginar a alegria que me encheu a alma no sábado ao ver os Echo & The Bunnymen - estão naquele patamar onde convivem bandas como os The Smiths, os Jesus And Mary Chain ou os The Sound - desfilarem uma série de músicas que fazem parte da banda sonora da minha vida. De Do It Clean a The Cutter, passando por Bring On The Dancing Horses, The Killing Moon e Seven Seas, a setlist centrou-se no catálogo das banda dos anos 80 e a malta não se queixou. A voz de Ian McCulloch permanece angelical, como se o tempo não quisesse nada com ela, e o senhor até se mostrou mais comunicativo do que eu julgava. A setlist completa pode ser vista aqui. Para mais fotos, visitem a página do facebook do Queridos Anos 80.
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segunda-feira, junho 25, 2012
GEORGE MICHAEL (49)
George Michael faz hoje 49 anos. Para mim, uma das grandes vozes da pop dos anos 80, e, atrever-me-ia a dizer, da música de sempre. Ao lado de Andrew Ridgeley deixou a sua marca em muitas paredes de quarto de meninas adolescentes, fazendo dos Wham um dos maiores fenómenos musicais da década. Quando a fórmula se esgotou, George Michael encetou uma carreira a solo com o álbum Faith (1987), do qual fazem parte clássicos como Father Figure, I Want Your Sex, Kissing A Fool, entre outros. Até ao presente, a sua discografia compreende os seguintes álbuns (sem contar com as compilações e o Five Live, no tributo a Freddie Mercury): Faith (1987), Listen Without Prejudice (1990), Older (1996), Songs From The Last Century (1999), Patience (2004).
Os anos 90 não foram fáceis para o cantor. O conflito desgastante com a Sony, a morte do seu companheiro, a detenção por atentado ao pudor, as múltiplas questões com os media e a sua orientação sexual, a morte da sua mãe, enfim, um sem-número de situações que fizeram da vida de Georgios-Kyriacos Panayiotou algo que certamente ele não planeara.
Em 12 de Maio de 2007, abriu a digressão Twentyfive em Portugal, no Estádio de Coimbra, naquele que foi um concerto memorável. Para quando o regresso? E para quando novo álbum? Já lá vão 8 anos!
Os anos 90 não foram fáceis para o cantor. O conflito desgastante com a Sony, a morte do seu companheiro, a detenção por atentado ao pudor, as múltiplas questões com os media e a sua orientação sexual, a morte da sua mãe, enfim, um sem-número de situações que fizeram da vida de Georgios-Kyriacos Panayiotou algo que certamente ele não planeara.
Em 12 de Maio de 2007, abriu a digressão Twentyfive em Portugal, no Estádio de Coimbra, naquele que foi um concerto memorável. Para quando o regresso? E para quando novo álbum? Já lá vão 8 anos!
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terça-feira, junho 19, 2012
PAULA ABDUL (50)
E lá voltamos nós ao lugar comum do Vinho do Porto... Não sei se a Paula Abdul alguma vez bebeu do néctar produzido na maravilhosa região do Douro, mas olhando-se para ela tem-se a certeza que, quanto mais velha... melhor. A miúda de Straight Up (1988) e Rush Rush (1991) teve uma carreira musical curta, por isso foi obrigada a procurar a felicidade noutro sítio. Encontrou-a na televisão, como elemento do júri de American Idol, programa que deixou em 2009. E em Setembro de 2011, voltou a sentar-se ao lado do irascível Cowell para a versão americana de The X Factor. E agora, uma curiosidade: foi Paula Abdul quem coreografou o teledisco de Alone, dos Heart. Hoje, Paula faz 50 anos. Parabéns!
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segunda-feira, junho 18, 2012
PAUL MCCARTNEY (70)
De Paul McCartney no anos 80 há mesmo muita coisa a dizer, só que não tenho pachorra para lhe dedicar um texto longo. Pá, é assim, tipo, 'tão a ver... não gosto do gajo, "prontos". Mas reconheço que sem ele as coisas seriam diferentes. Como, não sei, mas seriam diferentes de qualquer maneira. Assim de repente, quando penso no que ele andou a fazer nos anos 80, vêm-me à mente cinco canções:
1. Ebony & Ivory (1982), em dueto com Stevie Wonder. Uma canção bonitinha e ideal para abordar a temática "todos diferentes todos iguais". Fez parte do aclamado álbum Tug Of War, que se fartou de ganhar prémios.
2. The Girl Is Mine, em dueto com Michael Jackson, muitos anos antes de se saber que afinal, do ponto de vista de Jackson, o título deveria ser "The Boy Is Mine".
3. Say Say Say, em dueto com... Michael Jackson (outra vez!), cujo teledisco, se não me engano, mostrava-os a fazerem de uma espécie de saltimbancos trafulhas (esta palavra estranha quer dizer trapaceiros). Esta música fez parte de mais um álbum de sucesso, The Pipes Of Peace, cujo tema-título também provou do néctar do êxito (que linda metáfora...). O teledisco até ganhou um prémio.
4. No More Lonely Nights, canção que fez parte da banda sonora do filme Give My Regards To Broad Street (1984), um completo falhanço, apesar de nele figurarem McCartney, Ringo e as suas respetivas esposas. Ah, e ainda atores "a sério" como Bryan Brown e Tracey Ullman.
5. We All Stand Together, aquela musiquinha infantil que nos levava a fazer figuras tristes quando nos púnhamos a cantar "Pom, pom, pom, aíã! pom, pom, pom, aíã!" O teledisco era cómico.
Hoje, Paul completa 70 anos! Parabéns!
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sábado, junho 16, 2012
LENA D'ÁGUA (56)
Lena D'Água faz parte, com Adelaide Ferreira e Xana (Rádio Macau) da santíssima trindade feminina da pop-rock portuguesa dos anos 80. Apesar de ter começado na música e no teatro nos anos 70, é com os Salada de Frutas e com o single Robot que vê o seu nome reconhecido em termos nacionais, um nome com um peso futebolístico já de si a não menosprezar, uma vez que o seu pai é José Águas, antiga glória do Benfica. A experiência seguinte chamou-se Banda Atlântida, sempre ao lado do produtor e compositor Luís Pedro Fonseca. Canções como Vígaro Cá Vígaro Lá, Perto de Ti, No Fundo Dos Teus Olhos De Água ou Jardim Zoológico fazem parte da fase pop-rock despretensioso que recordo com mais carinho. A fase de Sempre Que O Amor Me Quiser ou Dou-te Um Doce é menos interessante, ainda que seja a que maior sucesso comercial lhe trouxe. Hoje, Lena D'Água completa 56 anos. Parabéns!
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quinta-feira, junho 07, 2012
PRINCE (54)
Há muitas palavras para qualificar Prince, mas só uma resume tudo aquilo que ele é na música dos anos 80: génio. Já exigiu ser conhecido por um símbolo, pela expressão The Artist Formerly Known as Prince, ou simplesmente por The Artist, pelo nome Victor, e nunca se sabe quando inventará outra. Para o comum amante da sua música, ele será sempre Prince, a designação sob a qual temas como Purple Rain, When Doves Cry ou Kiss viram a luz do dia. Não há muito que se possa dizer de Prince que já não se saiba. Editou o primeiro disco, For You, em 1978, e, mais de 30 anos depois, continua a editar regularmente. Todos sabemos que nem tudo na discografia de Prince vale a pena e que há momentos de alguma letargia criativa (principalmente a partir de Diamonds And Pearls). Mas o que de bom ele nos trouxe, e foi muito, faz dele um dos ícones incontornáveis da música pop de sempre. E os seus últimos álbuns são, na minha opinião, muito bons! O homem que há dois anos passou pelo Super Bock Super Rock completa hoje 54 anos. Parabéns!
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terça-feira, junho 05, 2012
RICHARD BUTLER (56)
Richard Butler é o vocalista de uma das bandas mais apaixonantes dos anos 80, os Psychedelic Furs. Conquistaram-me a partir do álbum Mirror Moves, e, com Pretty In Pink, da banda sonora do filme homónimo, atingiram um reconhecimento mais alargado. A voz de Butler foi elemento distintivo numa banda que nunca hesitou em fazer-se acompanhar de um saxofone quente e melodioso. O último álbum de originais data de 1991 e contém o magnífico Until She Comes. Em 2001, a banda voltou a reunir-se e tem dado concertos por esse mundo fora, tendo mesmo contemplado Portugal com a sua presença há dois anos. Pelo meio, Richard Butler editou o seu primeiro registo a solo, homónimo, em 2006, e é senhor de uma carreira com sucesso na pintura (o quadro que figura na capa do seu álbum a solo é da sua autoria). Hoje, completa 56 anos. Parabéns!
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sexta-feira, junho 01, 2012
ALAN WILDER (53)
Este senhor substituiu Vince Clarke quando este saiu dos Depeche Mode. Jamais iremos saber como seriam os DM se Clarke não tivesse saído. Mas sabemos que, com Alan Wilder, os DM formaram uma das maiores bandas de sempre. Pelo menos esta é a opinião do corpo redatorial do Queridos Anos 80, que é composto, como todos sabem, pela minha pessoa.Alan Wilder sempre foi o músico mais experiente dos Depeche Mode e o único que, na realidade, teve aulas de piano. De 1983 a 1993, Wilder tocou sintetizador, fez segundas vozes (atenção à versão ao vivo de Everything Counts, no 101) e foi o responsável pelos efeitos sonoros e lado mais técnico do som da banda. Apesar de toda a tarefa de composição estar entregue a Martin Gore, ainda sobrou espaço para Wilder compor algumas canções, entre as quais Get The Balance Right (83), Work Hard (83), And Then... (83) e If You Want (84). Na digressão de Songs Of Faith And Devotion, Wilder surpreendeu ao aparecer a tocar bateria, mas após o final da digressão, saiu da banda. Não considero que a sua saída tenha causado grandes danos artísticos ao grupo (Gore continuou a compor como ninguém, Gahan a cantar bem e Fletcher... bem, Fletcher é Fletcher), mas perdeu-se um pouco aquele lado mais experimentalista que algumas canções apresentavam.
Em 1986 iniciou o seu projecto pessoal, Recoil. Alan Wilder completa hoje 53 anos. Parabéns!
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domingo, maio 27, 2012
SIOUXSIE SIOUX (55)
A mulher mais carismática da música alternativa dos anos 80 faz hoje anos. Siouxsie Sioux (Susan Janet Ballion), a vocalista dos Siouxsie and the Banshees (e dos Creatures) completa hoje a bonita idade de 55 anos. Há tantos momentos bons desta diva dark nos anos 80 que é difícil selecionar os meus preferidos. Assim de repente, Israel ao vivo (álbum Nocturne), Cities In Dust, Candy Man, This Wheel's On Fire, The Killing Jar, The Last Beat Of My Heart,... Parabéns!
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terça-feira, maio 22, 2012
MORRISSEY (53)
everyday is like sunday, everyday is silent and grey
Morrissey completa hoje 53 anos. Vocalista dos The Smiths, foi uma das principais referências, senão a principal, da indie-pop-rock dos anos 80.
Steven Patrick Morrissey nasceu em Manchester, em Inglaterra. Aos 18 anos foi presidente do clube de fãs inglês dos New York Dolls. Desenvolveu também uma espécie de culto pela figura de James Dean, que culminou na autoria do livro James Dean Is Not Dead. Em finais dos anos 70 cantou numa banda chamada Nosebleeds, mas foi em 1982, quando conheceu o guitarrista Johnny Marr, que o seu futuro - e já agora o da música - ficou decididamente marcado. Começaram a escrever canções juntos e, em 1983, lançavam o single Hand In Glove, sob a designação de The Smiths. A partir daí foi todo um percurso de talento, culto e polémica. Em 1987, lançaram o seu último álbum de estúdio, Strangeways, Here We Come, após o qual, Marr deixou o grupo em conflito aberto com Morrissey.
O ano de 1988 marca o início da carreira a solo de Morrissey, já depois da dissolução dos The Smiths. Os dois singles que lançou nessa altura depressa se constituíram como duas das mais belas composições pop de sempre. Chamam-se Suedehead e Everyday Is Like Sunday. O álbum de estreia, Viva Hate, foi a melhor resposta de Morrissey àqueles que vaticinavam o seu fracasso sem a "muleta" Marr. Produzido por Stephen Street e contando com Vini Reilly (Durutti Column) na guitarra, Viva Hate revelou a face mais pop de Morrissey e até incluiu a presença do sintetizador, instrumento maldito para os The Smiths. Antes do final da década, surgiu o single The Last Of The Famous International Playboys, mais uma pérola pop, enriquecida por um dos títulos mais mordazes da música, na minha opinião.
Durante a década de 90, Morrissey teve dificuldades em atingir o nível de Viva Hate. Teríamos de esperar até 2004, ano em que surgiu aquele que é, para mim, um dos melhores álbuns de todos os tempos: You Are The Quarry. Logo de seguida, quase sem que contássemos, surgiu Ringleader Of The Tormentors, na minha opinião não tão forte como o seu antecessor. 2009 viu a edição de Years Of Refusal, álbum cuja capa fica para a história como uma das melhores que a indústria musical já viu. Ora vejam. Aos 53 anos, ele parece estar na melhor forma de sempre, e prepara-se para visitar o nosso país, no Cascais Music Festival, no dia 24 de julho. Eu juro que vou fazer tudo para estar lá! Parabéns, Moz!
Morrissey completa hoje 53 anos. Vocalista dos The Smiths, foi uma das principais referências, senão a principal, da indie-pop-rock dos anos 80.Steven Patrick Morrissey nasceu em Manchester, em Inglaterra. Aos 18 anos foi presidente do clube de fãs inglês dos New York Dolls. Desenvolveu também uma espécie de culto pela figura de James Dean, que culminou na autoria do livro James Dean Is Not Dead. Em finais dos anos 70 cantou numa banda chamada Nosebleeds, mas foi em 1982, quando conheceu o guitarrista Johnny Marr, que o seu futuro - e já agora o da música - ficou decididamente marcado. Começaram a escrever canções juntos e, em 1983, lançavam o single Hand In Glove, sob a designação de The Smiths. A partir daí foi todo um percurso de talento, culto e polémica. Em 1987, lançaram o seu último álbum de estúdio, Strangeways, Here We Come, após o qual, Marr deixou o grupo em conflito aberto com Morrissey.
O ano de 1988 marca o início da carreira a solo de Morrissey, já depois da dissolução dos The Smiths. Os dois singles que lançou nessa altura depressa se constituíram como duas das mais belas composições pop de sempre. Chamam-se Suedehead e Everyday Is Like Sunday. O álbum de estreia, Viva Hate, foi a melhor resposta de Morrissey àqueles que vaticinavam o seu fracasso sem a "muleta" Marr. Produzido por Stephen Street e contando com Vini Reilly (Durutti Column) na guitarra, Viva Hate revelou a face mais pop de Morrissey e até incluiu a presença do sintetizador, instrumento maldito para os The Smiths. Antes do final da década, surgiu o single The Last Of The Famous International Playboys, mais uma pérola pop, enriquecida por um dos títulos mais mordazes da música, na minha opinião.
Durante a década de 90, Morrissey teve dificuldades em atingir o nível de Viva Hate. Teríamos de esperar até 2004, ano em que surgiu aquele que é, para mim, um dos melhores álbuns de todos os tempos: You Are The Quarry. Logo de seguida, quase sem que contássemos, surgiu Ringleader Of The Tormentors, na minha opinião não tão forte como o seu antecessor. 2009 viu a edição de Years Of Refusal, álbum cuja capa fica para a história como uma das melhores que a indústria musical já viu. Ora vejam. Aos 53 anos, ele parece estar na melhor forma de sempre, e prepara-se para visitar o nosso país, no Cascais Music Festival, no dia 24 de julho. Eu juro que vou fazer tudo para estar lá! Parabéns, Moz!
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segunda-feira, maio 14, 2012
IAN ASTBURY (50)
Considero o álbum Love (1985), dos The Cult, como um dos meus preferidos da década de 80. É um álbum rock que ouço com prazer do início ao fim, aqui e ali pincelado com uma vertente gótica que eles abandonariam no álbum seguinte, o poderoso Electric (1987). Ian Astbury, o vocalista, sempre foi uma personalidade algo enigmática para mim e apesar dos rumores sobre as suas más prestações ao vivo (pelo menos inferiores aos registos em estúdio), lamento o facto de nunca os ter visto ao vivo. E oportunidades não faltaram. Creio que, agora em 2012, no Festival Marés Vivas, finalmente terei oportunidade de colar este cromo na caderneta dos meus concertos. Entretanto, o último álbum está aí a rebentar e chama-se Choice Of Weapon. Ian Astbury, que "fez" de Jim Morrison aqui há uns anos, completa hoje 50 anos. Parabéns!
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quinta-feira, maio 10, 2012
sábado, maio 05, 2012
Sétima Legião na Casa da Música
O concerto da Sétima Legião em Lisboa deve ter acabado há alguns minutos e eu só lá não estou porque a crise não deixa. Esta crise que está a dar cabo das nossas finanças e nos impede de vivermos a vida na plenitude. Como, por exemplo, ir a Lisboa ver, outra vez, uma das bandas da minha vida.
Estive na Casa da Música no domingo passado, na companhia de um amigo de sempre, com quem tinha visto a Sétima em 1991, no Coliseu do Porto, num concerto que teve a primeira parte a cargo dos Diva. Quase vinte anos depois, este concerto soube-me a reencontro de melhores amigos, de gente que não se vê há uma porrada de anos, mas que sempre esteve perto, connosco, sempre nos acompanhou. A Sétima Legião reencontrou-se e reencontrou-nos, aos fãs, aos seus admiradores. E aquelas canções continuam bem vivas, bem fortes, com uma pujança admirável, própria das canções intemporais e incríveis. Porque aquelas canções são incríveis de belas. As melodias, os arranjos, as letras do Francisco, a voz nostálgica do Pedro, o acordeão do Gabriel, a gaita de foles do Paulo, tudo concorre para uma harmonia em palco que é única na música portuguesa.
E saímos de lá de alma cheia, com um sorriso da orelha a orelha, e com vontade de os ver outra vez o mais rapidamente possível, de os acompanhar para todo o lado, e, claro, de comprar a reedição da discografia que vem aí, que incluirá o DVD do concerto que a RTP2 transmitiu na altura (podem encontrar na página do Queridos Anos 80 no You Tube, excertos deste concerto que eu coloquei a partir de uma velhinha cassete VHS). Entretanto, já foi anunciada uma nova data para o Porto - 11 de outubro - desta feita para o Coliseu. A Casa da Música oferece outras garantias de qualidade sonora, mas será no Coliseu que o verdadeiro ambiente "Sétima Legião" fará sentido, livre de cadeiras que só atrapalham na hora de saltar e dançar.
Estive na Casa da Música no domingo passado, na companhia de um amigo de sempre, com quem tinha visto a Sétima em 1991, no Coliseu do Porto, num concerto que teve a primeira parte a cargo dos Diva. Quase vinte anos depois, este concerto soube-me a reencontro de melhores amigos, de gente que não se vê há uma porrada de anos, mas que sempre esteve perto, connosco, sempre nos acompanhou. A Sétima Legião reencontrou-se e reencontrou-nos, aos fãs, aos seus admiradores. E aquelas canções continuam bem vivas, bem fortes, com uma pujança admirável, própria das canções intemporais e incríveis. Porque aquelas canções são incríveis de belas. As melodias, os arranjos, as letras do Francisco, a voz nostálgica do Pedro, o acordeão do Gabriel, a gaita de foles do Paulo, tudo concorre para uma harmonia em palco que é única na música portuguesa.
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sábado, abril 21, 2012
ROBERT SMITH (53)
Robert James Smith completa hoje 53 anos. Nasceu em Blackpool, Inglaterra, a 21 de Abril de 1959. Os pais chamam-se Rita e Alex. Robert tem duas irmãs e um irmão, mas não usam o mesmo tipo de penteado. Aos 14 anos conheceu a mulher da sua vida, Mary Poole, com quem se casou em Agosto de 1988. Parece que são muito felizes e tomaram a decisão de não ter filhos.
Em 1976, com apenas 17 anos, formou os Easy Cure, que depois passariam simplesmente a The Cure. Robert Smith achou que Easy Cure soava demasiado a uma banda hippie.Fez parte dos Siouxsie & the Banshees entre 1983 e 1984 e formou com o baixista Steve Severin e a vocalista Jeanette Landray o projecto The Glove, que deu origem a um álbum intitulado Blue Sunshine.
Robert Smith tem fama de gostar da pinga. Aliás, é conhecida a sua tendência, pelo menos, enquanto era mais novo, de tocar sob a influência do álcool. Isto, de resto, ajudava-o a ultrapassar um dos seus grandes medos: o medo do palco.
Os The Cure já atuaram em Portugal uma meia dúzia de vezes e preparam-se para nos visitar no Optimus Alive deste ano. Vamos lá ver se é desta que os vou ver!
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segunda-feira, abril 09, 2012
SHE WANTS REVENGE em Portugal
Os SHE WANTS REVENGE tocam a 15 de junho no HARD CLUB (Porto) e a 16 de junho no espaço TMN AO VIVO (Lisboa). E o que é que estes norteamericanos, já com três álbuns em carteira, têm que ver com os QUERIDOS ANOS 80? Muito, digo eu, uma vez que a sua sonoridade vai beber a monstros sagrados do pós-punk dos anos 80 como Chameleons, The Sound, The Cure, Joy Division ou New Order... Por isso, um concerto a não perder!
Bilhetes já à venda. Toda a info em: http://www.soundfactory.org/
sábado, abril 07, 2012
JOHN OATES (63)
John Oates pode ter perdido a bigodaça farfalhuda, mas não perdeu aquele ar desconfiado de quem se prepara para nos fazer a folha a qualquer momento. E com uma ponta-e-mola para facilitar as coisas. São já 63 anos para a outra metade da dupla Hall & Oates, responsável pelo tema Maneater. Esta dupla continua em intensa atividade como se pode verificar na página oficial. Parabéns, pá. E anima-te!
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segunda-feira, abril 02, 2012
KEREN WOODWARD (51)
Esta era a morena ou a ruiva (depende da época) das Bananarama. Agora, está loura. E casada com o Andrew Ridgeley, dos Wham. Em 2005, juntou-se a Sara Dallin e fez renascer as Bananarama, agora como duo. Em 2009 lançaram o décimo álbum de originais, com o título Viva. E estão aí para as curvas. Keren faz hoje 51 anos. Parabéns!
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segunda-feira, março 26, 2012
DIANA ROSS (68)
Quando Diana Ross chegou aos anos 80 já era um dos maiores nomes de sempre da música, com carreira sólida na Motown, quer com as Supremes, quer a solo. O início da década de 80 marca mesmo a sua despedida da lendária editora de Berry Gordy, através do álbum Diana, que incluiu os adoravelmente dançáveis Upside Down e I'm Coming Out. Do resto da década, recordo o dueto com Lionel Richie, em Endless Love; o outro dueto com Julio Iglesias, em All Of You; e, claro, o magnífico Chain Reaction, obra dos Bee Gees, que fica como um dos sons mais deliciosamente dançáveis da década. Hoje, Diana Ross completa 68 anos. Parabéns!
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sexta-feira, março 16, 2012
NANCY WILSON (58)
As irmãs Wilson fundaram os Heart ainda nos anos 70, construíndo uma carreira de respeito no âmbito do hard-rock norte-americano. Nos anos 80, atingiram o sucesso à escala mundial graças a temas como Alone e What About Love. Apesar de não ser a vocalista principal - a sua principal ocupação é a guitarra - , Nancy Wilson canta algumas canções, das quais se destaca These Dreams. Foi casada com o realizador Cameron Crowe durante 24 anos. Divorciaram-se em 2010. Hoje completa 58 anos. Parabéns!
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quinta-feira, março 15, 2012
TERENCE TRENT D'ARBY (50)
No dia em que vi o teledisco de Sign Your Name pela primeira vez, apaixonei-me pela miúda que o protagoniza e que termina, para mal dos meus pecados, a beijar longa e apaixonadamente o senhor que canta (sim, que eu ganhei-lhe um ódio visceral). Como se não bastasse o teledisco desta linda balada, a menina em questão ainda tinha de aparecer no video de Wishing Well. Conclusão: passei muito tempo assombrado por aquela figura angélica e frágil. Coisas de adolescente. Sobre Terence Trent D'Arby, ou melhor, Sananda Maitreya, apenas me apetece dizer que completa hoje 50 anos. Quem quiser saber mais, pode ler o texto que escrevi há 8 anos, neste mesmo blogue. OITO ANOS??? Oh, God...
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sábado, março 10, 2012
EDIE BRICKELL (46)
Há duas coisas pelas quais Edie Brickell é conhecida: duas musiquinhas inofensivas, mas com alma do tamanho do mundo, chamadas What I Am e Circle, e o facto de ser casada com Paul Simon. Com os The New Bohemians, editou em 1988 Shooting Rubberbands at the Stars, álbum que marcaria a sua carreira porque simplesmente não voltou a ter o sucesso que obteve com esse LP. Em 1990, gravou uma versão bem catita de Walk On The Wild Side (Lou Reed) para o filme Flashback. Actualmente integra o grupo The Gaddabouts. Hoje completa 46 anos. Parabéns!
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NENEH CHERRY (48)
Não me lembro assim de muitas meninas rappers que tenham atingido grande destaque em Portugal nos anos 80. As Salt n' Pepa são referência obrigatória, mas é de Neneh Cherry que guardo as melhores recordações. Aquele jeito de menininha gira com ar de "qu'é que queres, pá?" sempre me fascinou. Pouca gente saberá disto (ou se calhar sou eu a armar-me ao "gajo-que-sabe"), mas, apesar daquele ar exótico, Neneh Cherry tem nacionalidade sueca, o que se explica pelo facto de o pai ser da Serra Leoa e a mãe do país dos Abba. O que muita gente já deve saber é que a sua contribuição para a música dos anos 80 surgiu em 1989 com duas grandes canções - Buffalo Stance e Manchild - inseridas no álbum de estreia, o magnífico Raw Like Sushi. Em abono da verdade, é importante dizer que Cherry não era exclusivamente uma rapper, tal como podemos comprovar, por exemplo, através dos temas Manchild e Kisses On The Wind. Foi peciso esperar sete anos (pelo meio, o álbum Homebrew falhou) para vermos o nome novamente no mapa mundial da música, basicamente graças aos temas Woman e 7 seconds (dueto com Youssou N'Dour). Hoje, Neneh Cherry faz 48 anos. Parabéns!
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