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domingo, março 13, 2011

Grupo VI: Tempest venceu, mas...

Vamos no sexto grupo de dez vozes masculinas dos anos 80 e nunca tinha havido tamanha diferença entre os cinco apurados e os cinco não apurados. Foi uma espécie de "primeira" e "segunda" divisões. Na "primeira divisão", o vocalista dos Europe venceu, não a grande distância, é certo, mas ainda assim afirmando-se como um candidato sério à vitória final. Foi o grupo mais equilibrado - falando dos cinco apurados - com apenas 8 votos de diferença entre o 5º classificado (Elton John) e o vencedor. Na "segunda divisão", o vocalista dos Modern Talking levou a melhor, provando que ainda há base de fãs em pleno século XXI. Cinco, pelo menos. Obrigado a todos pela participação!

Total de votos: 101
joey tempest (europe) - 22 (21%)
tony hadley (spandau ballet) - 19 (18%)
nick cave - 16 (15%)
phil oakey (human league) - 15 (14%)
elton john - 14 (13%)

thomas anders (modern talking) - 5 (4%)
hugh cornwell (stranglers) - 4 (3%)
adrian borland (sound) - 3 (2%)
boy george (culture club) - 2 (1%)
limahl (kajagoogoo) - 1 (0%)

terça-feira, março 08, 2011

Voz Masculina dos Anos 80 - Grupo VI

Aqui estou eu (o brize contínuo... dizia o anúncio) a abrir a loja para mais uma votação que vai eleger a Melhor Voz Masculina de mais um grupo de dez senhores que fizeram história nos anos 80. Como não podia deixar de ser, a decisão é muito difícil e, creio eu, passará muito por outros critérios que nos falam mais ao coração. Agradeço, mais uma vez, a vossa participação. É só clicar, ali, na barra lateral.

Na imagem:
thomas anders (modern talking)
joey tempest (europe)
phil oakey (human league)
hugh cornwell (stranglers)
adrian borland (the sound)
nick cave
elton john
tony hadley (spandau ballet)
limahl (kajagoogoo)
boy george (culture club)

sábado, outubro 02, 2010

PHIL OAKEY (55)

Phillip Oakey é um Senhor com S grande. Fundador e vocalista de uma das maiores bandas de synth-pop de sempre, os The Human League, Oakey aliou-se ao produtor Giorgio Moroder, em 1985, para assinar o álbum que incluiria um dos maiores êxitos das pistas de dança dos anos 80: Together In Electric Dreams. Foram ainda extraídos os singles Goodbye Bad Times e Be My Lover Now. Quanto aos The Human League, mantêm-se em grande actividade por esse mundo fora e, se não estou em erro, há três anos estiveram na Praça do Comércio, em Lisboa, para um concerto à borlix. Quem viu, diz que eles são como o Vinho do Porto. O cabelo assimétrico de Oakey já faz parte do passado, mas aquele vozeirão está melhor que nunca. E hoje é dia de apagar 55 velas. Parabéns!


Together In Electric Dreams

terça-feira, abril 01, 2008

Human League e OMD no Festival Marés Vivas!

A notícia ainda carece de confirmação oficial, mas o Queridos Anos 80 está em condições de adiantar: os Human League e os Orchestral Manoeuvres In The Dark estarão no Festival Marés Vivas, que se realizará entre 17 e 19 de Julho, em V.N. Gaia. Depois de Peter Murphy, The Cult, Prodigy e The Doors, estes são os outros dois grandes nomes que a organização anunciava como estando em vias de serem confirmados. Fonte próxima da vereação da cultura da Câmara Municipal de Gaia, assegurou-me que as duas bandas actuarão no mesmo dia, e provavelmente com Prodigy e/ou Peter Murphy e ainda uma banda portuguesa de sonoridades similares. Pessoalmente, preferia vê-los no dia de Peter Murphy... De qualquer maneira, este é mais um sonho meu finalmente tornado realidade: a oportunidade de ver ao vivo duas das mais queridas bandas da pop electróninca dos anos 80. Espera-se confirmação oficial nos próximos dias!

quinta-feira, agosto 09, 2007

I'm only human

Os Human League actuaram em Lisboa, mais precisamente na Praça do Comércio, no último sábado, 4 de Agosto. Depois de abortada a data no Porto, a banda de Open Your Heart, Mirrorman e Don't You Want Me Baby deu um concerto na capital, onde eu não me pude deslocar infelizmente. Mas o Queridos Anos 80 tem muitos amigos. Um deles é o Nuno, autor da mais completa página portuguesa sobre os Duran Duran. Ele esteve lá e tirou fotos que podem ser vistas aqui. Para além disso, fez um vídeo, que pode ser visto aqui. Obrigado, Nuno!

quarta-feira, dezembro 17, 2003

THE HUMAN LEAGUE

And when it hurts, you know they love to tell you how they warned you


Da esq. para a dir.: Susanne Suley, Adrian Wright, Jeanne Cutherall, Philip Oakey, Jo Cullis e Ian Burden

Quando se fala de synth-pop (pop electrónico, se quiserem) não se pode passar ao lado dos Human League. Surgiram em Sheffield (Inglaterra), em 1977, através de Martyn Ware (sintetizador), Ian Marsh (sintetizador) e Philip Oakey (voz). Estrearam-se com a edição do single Being Boiled e chegaram a fazer as primeiras partes de Siouxsie & the Banshees. Em seguida contrataram Adrian Wright, que se tornou responsável pela vertente visual do grupo. A projecção de slides durante os concertos ficou como imagem de marca desta primeira fase.
O primeiro álbum, Reproduction, soava muito a Kraftwerk, e, em 1980, o projecto desintegrou-se. Oakey e Wright viram partir Ware e Marsh e começaram a fazer pela vida. Wright decidiu aprender a tocar sintetizador e Oakey recrutou o baixista Ian Burden e, facto mais significativo, duas miúdas acabadinhas de sair da escola secundária, uma loira, chamada Susanne Suley e outra morena, Jeanne Cutherall.

São muitos os êxitos dos Human League. Há um que normalmente se considera ser o grande hit do grupo. Chama-se Don’t You Want Me e alegra noites de karaoke e pistas de dança. Podemos ainda destacar Love Action (1981), Open Your Heart (1982, já com a participação do novo membro Joe Cullis), Mirror Man e (Keep Feeling) Fascination.

A letra de Open Your Heart encontra-se aqui.



No que diz respeito a álbuns, Dare! e Fascination! (pormenor fundamental para o sucesso: os pontos de exclamação), serão, seguramente, as melhores apostas.

Em meados dos 80's e com a popularidade do grupo em perda, foi fora do âmbito dos Human League que Phil Oakey, em parceira com o produtor Giorgio Moroder, conseguiu um êxito estrondoso com Together In Electric Dreams (1985). Esta canção constitui, sem dúvida, um marco na pop dos 80.

Apesar do álbum Crash, de 1986, e do magnífico tema Human (I’m only human, of flesh and blood I’m made…), os Human League desapareceram das tabelas de vendas. Os anos 90 ainda viram o grupo ressurgir com One Man In My Heart, canção bastante jeitosinha, assim para ouvir no verão, numa qualquer esplanada em frente ao mar. Hoje, os Human League estão reduzidos a três elementos, Phil Oakey e as duas mocinhas.