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sexta-feira, fevereiro 09, 2018

HOLLY JOHNSON (58)

Entrar a matar é uma expressão idiomática que se aplica na perfeição aos Frankie Goes To Hollywood. Estávamos em 1983, e este grupo de rapazes de Liverpool via Relax, o seu primeiro single, ser banido da BBC por, na opinião da estação britânica, conter palavras e ser acompanhado de um teledisco com algum conteúdo homossexual explícito que ofendia a moral e os bons costumes da terra de Sua Majestade. A história é sempre a mesma: quanto maior é a polémica, maior é a atenção e, provavelmente, o sucesso. E foi o que sucedeu aos Frankie, que, liderados pela voz peculiar de Holly Johnson, marcaram de forma indelével a primeira metade dos anos 80. Da heresia à redenção foi um pequeno passo e logo em novembro de1984, ouvimo-lo cantar a balada romântica - transformada por via das circunstâncias em single de Natal - The Power of Love, cujo maior azar foi ter coincidido no tempo com uma tal de Do They Know It's Christmas. Resultado: o single dos Frankie apenas se aguentou uma semana no 1.º lugar da tabela de vendas.
Após a dissolução da banda, Holly Johnson iniciou uma carreira a solo, com os singles Love Train e Americanos a conseguirem algum sucesso. Atualmente, o músico mantém a atividade musical, marcando presença em festivais um pouco por toda a Europa. O mais recente álbum de estúdio data de 2014 e chama-se Europa. Hoje, Holly Johnson completa 58 anos. Parabéns! 

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

HOLLY JOHNSON (51)

Na sua voz, The Power Of Love é provavelmente a canção pop de Natal mais bonita de sempre. Holly Johnson é um ícone da música dos anos 80, primeiro como frontman dos Frankie Goes To Hollywood, depois a solo, com canções bem dançáveis como Love Train e Americanos, incluídas do seu primeiro registo a solo, Blast (1989).

Em 1991, ficou a saber que era seropositivo, logo após a edição do seu segundo álbum, Dreams That Money Can't Buy (1991). Só em 1993 anuncia publicamente a sua doença, numa altura em que já se tinha retirado da música e dedicado definitivamente à pintura.

Em 1994, publica a sua autobiografia, intitulada A Bone In My Flute. No mesmo ano grava Legendary Children (All Of Them Queer), que dedica a toda a comunidade gay como agradecimento pelo apoio à sua carreira musical. Trabalhou com Ryuichi Sakamoto, antes de editar, em 1999, o seu terceiro álbum a solo até à data: Soulstream (1999).

Actualmente, vive dedicado às artes plásticas (vejam-no aqui a apresentar uma litografia do seu cãozinho falecido). Em 2004, a VH-1 tentou voltar a juntar os FGTH para uma única aparição, através do programa Bands Reunited. A coisa não correu bem, precisamente "graças" a... Holly, de quem ficou uma imagem de não ser uma pessoa muito fácil de lidar. Hoje, completa 51 anos. Parabéns, Holly!

 Frankie Goes to Hollywood - Relax, Don't Do It
Found at bee mp3 search engine

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Um dilema inesperado

Ele há coisas do catano. Há uns dias encomendei, a partir do sítio que tem o nome de uma floresta tropical na América do Sul, o CD Bang!... The Greatest Hits of Frankie Goes To Hollywood. Ontem, recebi um e-mail da parte do vendedor que diz o seguinte:

"Olá,

Devido a um grave erro informático irá provavelmente receber muitos CDs que não encomendou juntamente com aquele que encomendou. Não é obrigado a devolver os CDs; pode fazer o que quiser com eles.

Peço desculpa pelo incómodo,
(nome do senhor)
(nome da empresa)"


Isto contado quase que não dá para acreditar, mas aconteceu mesmo. E agora, tenho um dilema pela frente. Se, por um lado, não gosto de ficar com algo que não é meu e moralmente devo fazer a devolução, por outro, essa devolução irá custar-me dinheiro, tudo devido a um erro pelo qual não sou responsável. Falando com linguagem contextualizada: se o Power of Love pelo próximo me incentiva a ser bom e a devolver a coisas que não me pertence, há uma voz na minha consciência que diz Relax, don't do it. Que devo fazer? Podem ajudar-me ali na barra lateral?